Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Feliz 2019-


                                                                            


Desejos de Victor Hugo ou Os Votos de Sergio Jockymann?
Há uma divergência sobre a autoria do referido poema.
Desejos”  não seria da autoria de Victor Hugo, teria uma versão intitulada “ Os Votos”  de Sergio Jockymann  publicado originalmente em 1980.
Como não sei dizer se é ou não lenda da “ internetês” publico dando os créditos a quem for de direito, Victor Hugo ou Sergio Jockymann, Desejos ou Os Votos, o poema é lindo!

 “Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo inconsequentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituivelmente útil, mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro não insista em rejuvenescer,
e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,
mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso é bom.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta e que você pode fazer algo para começar a mudar isso.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, você tenha uma boa pessoa, alguém do bem.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.
E se isso acontecer, não tenho mais nada para desejar”

Fonte: Folha da Tarde – Porto Alegre – 30 de Dezembro de 1978.
Observação: A pontuação e formatação do texto foram mantidas o mais próximo do original com algumas adaptações.

Agradeço a todos que por aqui estiveram, os bons amigos e os que chegaram agora.
Gratidão pela presença de vocês, pelo carinho e pela amizade.

O Café com Leitura na Rede deseja aos leitores e amigos um Feliz Ano Novo, cheinho de boas novis, amor, amizade, paz, saúde, alegrias, sucesso, café e muitos livros!
Feliz 2019!


Abraços Literários e até a próxima.



terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Feliz Natal


                                                                                


O mundo é o reflexo das nossas ações;  toda ação gera uma reação:  sorrisos geram sorrisos, alegria gera alegria, fazer o bem gera um mundo melhor para todos.

Então ... a mão que se estende a alguém
Retorna a VC também
Trazendo paz ao seu coração
Os braços que abraçam o mundo
E fazem do raso o profundo
Lhe dão a força da inspiração
É na busca por mais alento
Que surge esse pensamento:
Partilhar nunca será em vão.
Assim se constrói a vida
Às mãos, a terra partida
A recompensa dos frutos, então!

Que as nossas mãos sejam sempre portadoras de afagos e carinhos. Que delas deslizem sentimentos de amor  e coragem. Que a harmonia encontre morada em nossos corações. Que o respeito prevaleça. Que as tristezas sejam banidas dando lugar  as alegrias.  Que a luz refaça nossa fé e esperança no futuro. Que a paz reine absoluta aos que anseiam evoluir , pra quem busca o entendimento e  a todos os que habitam o nosso  planeta.
Feliz Natal pra você que teve gesto amigo, deu alento e carinho!

O Café com Leitura na rede  deseja a todos  um Feliz Natal  pleno de  alegrias, sorrisos, abraços, carinho, saúde, paz, bem, luz, amor e claro, muitoooooooos livrooooooos!

Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Jurassic World: Reino Ameaçado- 25º aniversário da franquia


                                                                                  


Celebrando os 25 anos da bem-sucedida franquia de dinossauros iniciada com Jurassic Park, 1993, pelo cineasta Steven Spielberg, a sequência Jurassic World: Reino Ameaçado, quinto filme, tem início após os desastrosos eventos mostrados em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, 2015, que culminaram com a destruição do parque e o domínio dos dinossauros sobre a Ilha de Nublar.
                                                                                


Um vulcão ameaça entrar em erupção e extinguir os animais da face da Terra mais uma vez.
A missão dos protagonistas Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt) é voltar à ilha e salvar a maior quantidade de espécies possível.
Não é mais sobre pessoas resgatando pessoas. É sobre pessoas resgatando dinossauros.
A discussão é mais ampla. Pessoas e dinos tentam escapar de um desastre natural num cenário apocalíptico. Os mocinhos se tornam ativistas e arriscam as próprias vidas para salvar os dinos.
E uma questão ética é colocada: deve-se deixar os animais pré-históricos entrarem em extinção novamente ou deve-se aplicar a eles as tradicionais normas de defesa aos animais?
Personagens marcantes das versões anteriores, como o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum) e o geneticista Henry Wu (B.W. Wong), aparecem como uma referência a trilogia original.
E se em um primeiro momento é a ação quem domina o longa, na segunda metade da história, há uma dose inesperada de suspense, elementos de terror e a criação de cenas assustadoras, quando, por exemplo, um dino geneticamente modificado se confunde com um monstro que veio de um pesadelo perseguindo uma criança.
Dirigido pelo espanhol J.A. Bayona e com Spielberg entre os produtores executivos, o longa marca a volta dos robôs dinos, os animatrônicos.
Apesar do fraco desenvolvimento dos personagens e cenas previsíveis, impossível não fazer uma analogia sobre como o ser humano maltrata os animais por ganância e as falhas humanas, como querer dominar e controlar o que não pode ser controlado.
E se em O Mundo dos Dinossauros, subi na poltrona e gritei como se não houvesse amanhã: “Tiiiiiiiiii Récksiiiiiiii”, aqui chorei de desidratar na cena em o braquiossauro é deixado pra trás :(
O resultado não é um filme coeso, aqui tem mais emoção do que ação e com um final que deixa espaço para mais sequências, massssssss se você tb é dinolover certamente vai amar <3

Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Vidas Secas- 80 anos


                                                                            

Conto de uma emblemática cachorrinha

A edição comemorativa de 80 anos de Vidas Secas (março de 1938), obra-prima universal de Graciliano Ramos, com a saga de família pensada pelo doce animalzinho, carrega na capa e na figura emblemática do livro a cadelinha Baleia.
                                                                                  

A edição especial com capa dura, lombada inspirada em livros antigos, ilustrações, manuscritos nunca publicados, incluindo o capítulo-conto “Baleia” original com as emendas e subscrições de próprio punho do autor.
A trama se passa na caatinga, bioma brasileiro presente no Nordeste do país.
Ao acompanharmos a saga de uma família de retirantes, cabe à cachorrinha ressignificar a trajetória dos personagens.
Em meio à seca, a escassez (metáfora para como os personagens viviam) de comida torna a falta de palavras menos importante.
A comunicação entre os personagens é rasa por simples falta de vocabulário.
Então, Graciliano Ramos confere ao animal consciência, humanizando-o.
Carinhosa com os donos e cuidadosa com as crianças, Baleia demonstra muitas emoções.
Seus olhos parecem com os “de gente” e enchem seus companheiros de jornada com ternura.
Foi a partir de um conto que leva o nome da cachorrinha que a história teve início.
                                                                             


Marco do romance regionalista brasileiro, o livro é narrado em terceira pessoa e mostra os desafios físicos, psicológicos e morais do pai de família Fabiano, analfabeto, com a mulher, sinhá Vitória e os dois filhos pelo sertão.
Uma característica importante sobre a narrativa é a ausência de ordem cronológica.
Com exceção dos capítulos “Fuga” e “Mudança” - os únicos que apresentam uma conexão.
Vidas Secas já vendeu 1,8 milhão de exemplares desde sua primeira publicação e é um livro fundamental!
Como não amar Baleia e se emocionar com o animalzinho ???????
Como não tê-la registrada para todo o sempre no imaginário ???
Esse é certamente um livro que permanece conosco muito e muito tempo depois de terminar de ler, se é que algum dia será possível esquecer ...


Abraços Literários e até a próxima.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Tudo e todas as coisas-


                                                                             

Sinopse- A doença que Madeline tem é rara. Basicamente, é alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não sai de casa. Não saiu uma vez sequer em 17 anos.
As únicas pessoas que vê são sua mãe e sua enfermeira, Carla.
Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ­da ­casa ao lado. Ela olha pela janela e o vê. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que ela está olhando e a encara. Seu nome é Olly.

Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo.
E, é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”

                                                                                 

Enquanto todos curtiam a experiência de ler esse livríneo (é uma experiência) nem liguei para a modinha (sick-lit não é meu gênero literário favorito) até assistir o filme, amar a narrativa ágil e... ser surpreendida pelo final.
Todos dizem que acertaram o desfecho, para mim foi uma surpresa.

                                                                              

Tudo e Todas as Coisas tem seus clichês, mas isso não o desmerece de forma alguma, o carisma dos personagens, a escrita fluída da Nicola Yoon e as diferentes formas que ela criou para representar a trama como ilustrações, tabelas, listas, relatórios de vigia, prontuários médicos, desenhos, short reviews ou a presença de um astronauta atento, além da dinâmica estendida às mensagens trocadas entre Madeline e Olly que dão o tom fofiiiiiiiiinho à narrativa prendem o leitor no início ao fim.


                                                                               

O livro é narrado por Maddy, uma garota de 18 anos que sofre de uma rara doença chamada Imunodeficiência Combinada Grave (IDCG), também conhecida como “doença da criança na bolha”, o que quer dizer que ela é basicamente alérgica ao mundo.
Madeline vive em uma casa adaptada e passa os dias em seu quarto branco, de paredes brancas e prateleiras brancas.
No seu mundo tudo é branco, exceto as lombadas coloridas de seus livros devidamente descontaminados e selados à vácuo.
Suas únicas companhias são sua mãe, e médica; sua enfermeira e amiga Carla, e seus livros.
O bacana é que Maddy não é como as outras mocinhas dos sick-lit, ela não se queixa o tempo todo da sua doença, não se deixa definir nem se abalar pela sua condição e procura viver a vida da melhor maneira que consegue.
Até o dia em que Olly se muda para a casa ao lado.
Somente quando ele entra em sua vida que Madeline começa a pensar em possibilidades e acompanhar esse relacionamento tão puro (e fadado ao fracasso) foi emocionante.

Será que Maddy colocaria em risco a própria vida por amor? Como sua mãe super protetora vai lidar com a situação? E como fica Olly no meio de tudo isso, sendo que ele próprio tem bastante com o que lidar na própria casa?

Eu amei Tudo e Todas as Coisas, ele é incrivelmente fofo com um final inesperado que superou minhas expectativas.
Os capítulos são bem curtos e é o tipo de livro que você lê de uma sentada.

Aos amantes de YA (Jovem Adulto) digo para se jogarem nessa obra que não chega a ser inovadora, mas conquista pela química entre os personagens cativantes e a doçura do que está sendo contado.
E para quem não é fã de romances (como eu) acredito que todo leitor vai encontrar algo interessante nesse livro, nem que seja repensar o privilégio que é ser livre, conheçam a trama e se permitam surpreender com a história de Madeline.

Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Leve-me com você


                                                                              


Sinopse- August Shroeder é um professor de ciências desacreditado e um alcoólatra em recuperação.
Todos os anos, seu destino nas férias de verão é a estrada. Em seu trailer, ele percorre quilômetros e mais quilômetros nas rodovias para visitar belíssimos parques e reservas naturais.
Seu plano era visitar o Parque Nacional Yellowstone com seu filho, Phillip, mas agora não há ninguém no banco do passageiro — apenas um punhado de cinzas guardado no porta-luvas, em uma garrafa de chá carregada de significado.
Quando o trailer quebra, ele busca conserto na oficina mais próxima. Mas, além do motor home pronto para seguir viagem, ele sai de lá com dois garotos a tiracolo — seus novos companheiros nessa road trip — e a chance de repaginar uma viagem que tinha tudo para ser melancólica e permeada por lembranças doloridas.
É com a sensibilidade e encanto que Catherine Ryan Hyde fala sobre honestidade, luto, perdas, conquistas e transformações trazendo à tona uma discussão sobre a imprevisibilidade da vida e como família nem sempre significa ter o mesmo sangue.


August passa os seus verões nas estradas da América conhecendo parques nacionais e reservas naturais.
Mais um verão chegou e ele está com as malas prontas ao lado do seu fiel amigo Woody, um cãozinho que o acompanha em suas aventuras em um trailer.
Contudo essa não seria uma viagem feliz.
Ele queria viajar com seu filho ao Parque Nacional Yellowstone, mas agora o que resta são as cinzas do garoto guardadas no porta-luvas, em uma garrafa de chá.
O seu objetivo é levar as cinzas de Phillip e jogá-las nos lugares mais fascinantes que encontrar durante o trajeto.

Tudo muda quando o trailer quebra e August conhece o mecânico Wes que tem dois filhos.
Wes está prestes a ir para a prisão e convence Augusta levar as crianças em sua viagem.
A princípio ele não aceita, mas é convencido por Seth, o irmão mais velho, um menino sério e corajoso e Henry, o caçula, tímido e observador que sempre escolhe o silêncio.
Como será essa viagem?????

Durante a jornada, os três e o cão Woody, criam e estabelecem uma forte amizade, e August se torna um pouco “pai” dos garotos.
O livro é divido em três partes: Nas duas primeiras temos Seth e Henry ainda crianças e acompanhamos o crescimento deles assim como os gestos simples de August para protegê-los ao mesmo tempo em que tenta não se apegar.
Na terceira parte há um salto temporal na história e uma inversão de papéis emocionante.

Os personagens são bem “reais” e é possível perceber o amadurecimento deles no transcorrer da narrativa.
Essa é a grande sacada do enredo, pois os personagens são problemáticos, comuns e invariavelmente lidam com problemas sérios.
Com ótima ambientação, é uma viagem transformadora sobre honestidade, luto, maus tratos na infância, perdas e conquistas se aprofundando no que é essencial na vida de todos nós: o amor.

                                                                              

A edição com folhas de bordas azuladas têm um mapa da região em que a história se passa proporcionando maior imersão.

Uma história simples e reflexiva sobre questões interpessoais, sem reviravoltas e com assuntos importantes.
A autora retrata a importância da família deixando claro que não precisa ser de sangue.
Dá vontade de viajar com esse quarteto <3
O selo DarkLove da DarkSide® Books é isso bebês: pura emoção!

Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Novembro Azul Literário-


                                                                                


Novembro Azul, que tem como símbolo o laço azul, é uma campanha de conscientização dirigida aos homens que tem como objetivo alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce com relação ao  câncer de próstata e outras doenças masculinas.
O bloguito traz uma seleção de cinco livros com capas azuis para compartilhar com vocês e se quiserem dar uma olhadinha nos escolhidos do ano passado é só clicar  aqui.



Eragon

Eragon é o romance de estreia de Christopher Paolini, uma história repleta de ação, perigosos vilões e locais fantásticos. Com dragões e elfos, cavaleiros, lutas de espadas, inesperadas revelações e, claro, uma linda donzela que é muito bem capaz de cuidar de si própria. O protagonista é um pacato rapaz do campo que, ao encontrar na floresta uma pedra azul polida, se vê da noite para o dia no meio de uma disputa pelo poder do Império, na qual ele é peça principal.
Para viciados em literatura fantástica medieval e claro, dragões!



A extraordinária garota chamada Estrela

A garota chamada Estrela é tão mágica quanto o céu do deserto, tão estranha quanto seu rato de estimação e tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela captura totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução de liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e emocional sobre os percalços de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.



A mais pura verdade

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal com um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido, um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.



Animais Fantásticos e Onde Habitam

A acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana que foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros. O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o animal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.
Estas breves descrições são apenas uma amostra do que o leitor pode encontrar em Animais fantásticos & onde habitam, de J. K. Rowling, escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander, e com prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts atribui-se a responsabilidade pelos bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. 
Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem.
Este exemplar é uma duplicata do Animais fantásticos & onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. 




A Bússola de Ouro

O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman, se passa em um mundo muito parecido com o nosso — mas com algumas curiosas diferenças. Ciência e religião se confundem. Todo ser humano possui um daemon, um animal inseparável que na infância toma várias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe fazê-lo funcionar.
Lyra é uma menina levada que vive na tranquila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra.
Lá, crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger some, ela parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores.
Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências.
Entre ursos usando armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o amigo de seu trágico destino.



E aí fofis, já leram algum desses livros?
Qual gostariam de ler??
E qual livro de capa azul vocês indicam???


Abraços Literários e até a próxima.