Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

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Abraços


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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A Arte das Capas #5



O Livro do Amanhã de Cecelia Ahern

Nascida no luxo, Tamara Goodwin, de 16 anos, nunca precisou olhar para o amanhã, até que a morte abrupta de seu pai deixa à ela e à sua mãe uma montanha de dívidas  obrigando-as a se mudarem para a casa de seus tios, em um vilarejo no interior. Solitária e entediada, a única diversão de Tamara é uma biblioteca itinerante. E ali, ela encontra um misterioso livro. Tamara vê inscrições com sua própria letra e datadas para o dia seguinte. Quando tudo acontece exatamente como o livro previa, ela percebe que pode ter encontrado a solução para seus problemas. No entanto, descobre que é melhor não virar algumas páginas e que, apesar de muito tentar, não pode mudar o destino.

Como Seria Se Soubéssemos o Que o Amanhã Nos Reserva? Nós o Consertaríamos? Será Que Conseguiríamos?

A resenha de hoje é de mais um livro de Cecelia Ahen O livro do amanhã.
Cecelia Ahern é uma autora interessantíssima que passeia livremente por  gêneros diferentes entre si como o dramático P.S.Eu Te Amo (que já foi tema da nossa Caneca Literária de junho, mês dos namorados) e pela comédia como em A vez da minha vida. Dessa vez a autora nos presenteia com um bom romance.
Aqui a sinopse já nos dá uma boa base do que acontece no desenrolar da narrativa.
Tamara Goodwin é uma adolescente rica que sempre teve tudo que quis.
Até que com a morte repentina de seu pai, tudo desmorona.  Tamara perde o mundinho de regalias que sempre teve e cai de para-quedas na vida real.
Após perderem tudo ela e sua mãe são acolhidas pelos seus tios Rosaleen e Arthur que moram em uma casinha simples no meio do nada. Tamara se sente sozinha, triste e entediada vivendo em um mundo totalmente diferente do seu.
Até que chega na cidade uma biblioteca itinerante, com um bibliotecário charmoso chamado Marcus e ai as coisas começam a ficar interessantes.
Na biblioteca um livro diferente chama atenção de Tamara pois além de não ter titulo nem autor ele está trancado.E é nesse livro que está toda a magia do livro.
Um livro dentro de um livro!
O livro do amanhã é narrado em primeira pessoa, do ponto de vista da protagonista.
Tâmara é uma protagonista que no início não causa identificação com a maioria dos leitores, mas no decorrer da trama seu personagem amadurece e com seu crescimento a identificação se torna mais acessível.
O final apesar de clichê é emocionante.
Um livro que, se lido descompromissadamente e sem grandes expectativas, dá conta do recado de entreter.
Essa é o livro da nossa coluna Arte das Capas do mês de janeiro.
O que abre o post é o que eu tenho. O livro veio em uma caixinha "furtacor" com marcador de páginas  e um caderninho de anotações.
Mas eu achei a capa rosa toda enfeitada com arabescos  e a capa roxinha toda salpicada de estrelinhas mais bonitas ...

                                                                            


                                                                               



E qual capa VCS preferem ?????
Não deixem de comentar.


Abraços Literários e até a próxima.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Cine Clube #6: O Cavaleiro Solitário-

                                                                             



O Cavaleiro Solitário revive personagens célebres em aventura cinematográfica-

Entre os anos 30 e 60, Lone Ranger, um caubói apaixonado pela lei, e seu companheiro Tonto, um habilidoso índio, incorporaram histórias transmitidas por rádio, exibidas em séries de cinema e TV,  publicadas em tirinhas de jornais e quadrinhos.
Seus nomes, de fato, perduram nas memórias mais saudosistas, mas difícil mesmo é alguém não se lembrar do famoso “Hi-yo, Silver! Away”, gritado pelo herói a cada despedida, que seguia em direção ao horizonte.
Adormecidos desde então, o caubói John Reed e o índio Tonto são acordados agora em O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger, 2013).
O longa traz a origem da parceria entre John (vivido por Armie Hammer, de "Espelho, Espelho Meu”) e Tonto (Johnny Depp), numa história que lembra um western spaghetti.
John, aqui, é um homem da justiça que se vê obrigado a caçar o bandido que matou seu irmão. Além disso, deve proteger a cunhada (Ruth Wilson, da minissérie "Jane Eyre”, da BBC), por quem é apaixonado, e o sobrinho. No meio do caminho, encontra o índio Tonto. Tonto crê que John foi escolhido por um mensageiro espiritual e por isso precisa ajudá-lo.
Com interpretação carismática de Johnny Depp, boas sequências de ação, ritmo fluído e interessantes tiradas de humor, O Cavaleiro Solitário teve orçamento de 250 milhões de dólares e tem uma excelente direção de arte.
Utilizando a música-tema do seriado, a sequência final é surpreendente.
Vale a pena conferir.
Fica a dica.



Abraços Literários a até a próxima.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Click #5

                                                                              



Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.
Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.
E como esse é o mês de férias, a imagem que o blog escolheu tem tudo a ver com viagem e livros!
VCS não acham ???????


Abraços Literários.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O Chamado Selvagem de Jack London-

                                                                                



O Chamado Selvagem de Jack London (gênero ficção, clássico) lançado em 1903 é considerado a obra-prima de London e um de seus principais trabalhos, tendo emocionado milhões de pessoas em todo o mundo contando a jornada do cão Buck,  que é raptado de seu confortável lar e levado para o Yukon durante a corrida do ouro no século 19.
Emocione-se e aventure-se com Buck nessa incrível jornada

Como não se emocionar lendo as aventuras de Buck ???
Um incrível cão doméstico e mestiço, filho de um São Bernardo e uma Pastor Alemão.  Ele  vive em uma grande casa com toda mordomia e ali  reina absoluto, querido por todos.  Só que essa tranqüilidade termina quando Buck é raptado por um dos empregados da casa e levado para Yucon, na época da famosa corrida do ouro dos EUA.
Tem início uma grande jornada onde Buck sofre uma todo tipo de provações e maus-tratos até que chegar as mãos de François e Perrault, garimpeiros que vivem uma vida selvagem. Buck  retorna a suas origens voltando a sentir  seus instintos.  Sem paz nem segurança ali a vida é de muito risco e perigo de morte. Todos os cães são selvagens e só conheciam a lei dos castigos físicos e das presas. Buck aprende a se manter vivo e aprende a cada dia  mais sobre sua nova vida. 

"Não era difícil para ele aprender a lutar, cortando, rasgando e mordendo rapidamente como os lobos, pois assim lutaram os seus antepassados já esquecidos. Eram eles que despertavam a velha vida dentro de si, e os velhos truques que eles imprimiram na hereditariedade da raça eram os seus.”

Puxar trenós na neve pela floresta é uma prova de fogo de aceitação e sobrevivência  e a sua resistência impressiona a todos que estão a sua volta.
Segue sua jornada por infindáveis quilômetros enfrentando obstáculos que o deixam cada vez mais forte e lhe conferindo a posição de líder.
Uma das partes memoráveis desta história é quando Buck é salvo por John Thornton que traz novamente o amor ao seu coração. 

"Buck tinha seu jeito de expressar o seu amor que quase machucava: frequentemente, abocanhava a mão de Thornton, e a apertava tão ferozmente, que deixava a marca de suas presas mesmo durante algum tempo depois. E, como Buck entendia as pragas como palavras de amor, assim também o homem entendia essa falsa mordida como uma carícia.”

Aventuram-se pelas vastidões geladas do Yukon esperando encontrar ouro e ficarem ricos. 
O autor situa a realidade da vida de um cachorro durante a corrida de ouro no século 19 com maestria.
São amigos inseparáveis e Buck daria a sua vida para salvá-lo. Muitas coisas acontecem mostrando sempre o amor e fidelidade de Buck para com Thornton. 
O seu espírito selvagem está cada vez mais aguçado e enquanto o seu dono segue as explorações no rio ele se embrenha na floresta de onde vem o chamado, o uivo  que lhe é tão familiar. Encontra-se com um lobo cinzento e se torna seu amigo.  Passa as noites na floresta em busca dos sinais que o chamam, se aprimora na caça desafiando os perigos e aprendendo a sobreviver nesse mundo selvagem.
O Chamado Selvagem é considerado a obra-prima de Jack London.
É um livro fininho, de leitura fácil, fluída, envolvente e cativante como o próprio protagonista.
VC torce, se envolve, sente empatia pelos sentimentos  e deseja fortemente que Buck consiga superar as dificuldades e seja feliz.
Esse talvez tenha sido o primeiro livro que li, há muito tempo atrás,  e certamente um dos responsáveis pela minha grande paixão pelos livros.
Recomendadíssimo!


Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Promoção de Férias-

                                                                               



Férias é uma delícia não é mesmo ??????
Sombra, água fresca e uma rede!
E nada melhor do que viajar nas férias ...

                                                                                


Ler um bom livro é como ter o mundo nas mãos.
Como é delicioso viajar sem sair do lugar, se sentir transportada para lugares aonde só iria a sonhos, espaços no tempo onde só é possível chegar através da leitura.
Com um livro eu percorro universos e lugares jamais imaginados, mundos sobrenaturais e extraordinários; ambientes  românticos, poéticos, aterrorizantes, assustadores, dramáticos, divertidos, instigantes, incríveis de se conhecer.
Ler é viajar no tempo. Viaje para onde sua imaginação quiser. Basta ler um livro.

Pensando assim nós do Café com Leitura na Rede iniciamos 2014 com uma super promoção de férias!

                                                                              



Na nossa loja virtual VC encontra diversos títulos de diferentes gêneros literários por precinhos incríveis.
Livros por R$10 e R$5 ??????? VC só encontra aqui, com a qualidade que VC merece e com o atendimento 5 estrelas que VC conhece e aprova.
Aguardamos sua visita na nossa loja virtual aqui e também no nosso cantinho no Livronauta, aqui!




Abraços Literários e Excelentes férias!

domingo, 12 de janeiro de 2014

O que é Fan Art ??????

                                                                            


Fanart ou fan art é uma obra de arte baseada em um personagem, fantasia  ou história que foi criada por fãs.
O termo pode ser aplicado tanto à arte feita por fãs de personagens de determinado(s) livro(s), como também arte derivada de mídias visuais, como quadrinhos, filmes e/ou games. Geralmente se refere a obras de arte de artistas amadores ou artistas não pagos por seu trabalho. É um trabalho feito por fãs de sua própria imaginação sobre a obra original.
O termo tem origem da língua inglesa onde "fan" se refere ao indivíduo fanático por determinado assunto; e "art" à "arte", composição artística (desenho, ilustração, pintura).
Essa expressão é freqüentemente usada ao se falar de desenhos de anime ou mangá.
Nós que somos apaixonadas por imagens e por arte de uma maneira geral, não poderíamos deixar passar a oportunidade de deixar registrado três das nossas fanarts  preferidas.
                              
                                                                                 


Do memorável filme E O Vento Levou que dispensa apresentações, do personagem inesquecível Hachiko do filme Sempre Ao Seu Lado e por fim da personagem guerreira Katniss Everdeen da trilogia Jogos Vorazes.

                                                                                 



Esperamos que VCS gostem!
Agora queremos saber,  qual personagem  VCS  acham que merece uma linda fanart????
Deixem seu comentário e vamos trocar figurinhas.


Abraços Literários.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Caneca Literária #9: Na Companhia das Estrelas de Peter Heller-

                                                                               




Sinopse - Na Companhia das Estrelas - Às vezes, um bom coração é tudo de que um homem precisa - Peter Heller
Em um mundo devastado pela doença, Hig conseguiu escapar à gripe que matou todo mundo que ele conhecia. Sua esposa e seus amigos estão mortos, e ele sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado com seu cachorro, Jasper, e um único vizinho, que odeia a humanidade, ou o que restou dela.
Mas Hig não perde as esperanças. Enquanto sobrevoa a cidade em um avião dos anos 1950, ele sonha com a vida que poderia ter vivido não fosse pela fatalidade que dizimou todos que amava. Hig é um guerreiro sonhador. E tem uma imensa vontade de gente, apesar da desilusão que se abateu sobre ele. Por isso é capaz de arriscar todo seu futuro quando, um dia, o rádio de seu avião capta uma mensagem...
Voe com Hig e Jasper e se encante ao descobrir que um mundo melhor pode estar em cada um de nós.

Essa é a nossa primeira Caneca Literária de 2014 e escolhemos um livro para quem gosta de um excelente texto poético, de uma encantadora história reflexiva, de olhar as estrelas e conhece  o valor da fidelidade de um cão: um livro perfeito!

                                                                           



Uma tragédia biológica se abateu sobre a população da Terra e dizimou praticamente todas as pessoas. Entre os que desenvolveram imunidade a gripe, muitas acabaram com uma doença no sangue altamente transmissível.
Hig já vive nesse mundo pós apocalíptico há nove anos, ele não tem a doença, mas perdeu todos os que conhecia, exceto Jasper seu cachorro e um vizinho que o ajuda a defender o perímetro.
Bangley é um sobrevivente, um homem duro, hábil atirador e que salva a pele de Hig várias vezes, isso porque os poucos seres humanos que sobraram não são exatamente o melhor da humanidade. Assim, os dois homens totalmente diferentes se unem para sobreviverem.
O livro é surpreendente, pela sinopse, o desenvolvimento do enredo e os personagens bem construídos, mas principalmente a forma como foi escrita. Narrado em primeira pessoa, transporta os leitores para dentro da cabeça de Hig, fazendo-nos conhecer seus sentimentos e pensamentos mais íntimos.
Hig é um bom homem, sensível, cativante, envolvente e simples que trava uma batalha interna diariamente sobre o quanto vale a pena continuar lutando para (sobre)viver.
Ao longo da história suas lembranças nos mostram o que aconteceu com o mundo, como tudo mudou e como é difícil o que restou.
Os sobreviventes são  pessoas desesperadas, gananciosas, prontas para esquecerem qualquer resquício de civilização, dominados pela selvageria: quem quer viver tem que aprender a matar e isso causa perplexidade,  pois dá para acreditar que se a história fosse real as pessoas poderiam se transformar dessa maneira.
A história é reflexiva pois nos faz pensar em um mundo que não gostaríamos de viver e ao compartilhar as emoções de Hig somos levados para dentro da narrativa, nos sentimos parte de tudo e nos colocamos no lugar do protagonista que sente falta de humanidade, amor, conversas e  frequentemente sente saudades do que não houve tempo de acontecer.
Para quem pensa que o livro é uma referência ao filme "Eu sou a Lenda", ele não é.
A única semelhança é que se passam em um mundo pós apocalíptico, em todos os outros sentidos as histórias são completamente diferentes.
O livro ainda consegue transmitir um sentimento poético, Hig consegue encontrar beleza nesse mundo pós apocalíptico, motivos para viver e se sentir feliz, em meio as suas pequenas alegrias;  é um encanto estar na companhia de Hig.
Um livro difícil, mas marcante, que fala de um mundo pós apocalíptico, mas principalmente de esperança, bondade e poesia, um livro do tipo que depois que terminamos de ler, permanece conosco por muito e muito tempo!



Abraços Literários.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #4

                                                                                



Este é um espaço para que a magia do nosso Cantinho de  Leitura esteja disponível  para VCS  24 horas por dia.
Isto porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau em  uma sala; devem estar ao nosso alcance sempre.
Os poemas que os lábios proferem, os ouvidos alcançam e encontram eco no coração, no espírito, na própria alma,  e enleva.
É por isso que convidamos você a embarcar com a gente!


E para começar o novíssimo 2014,  O Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos traz para  leitor  Carlos Drummond de Andrade e sua  Receita para o Ano Novo!
         

                                                                                  



Receita de Ano Novo
Carlos Drummond de Andrade


Para você ganhar um  belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo  novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.



Um Feliz 2014 com muito café e bastante leitura na rede para todos nós!


Abraços Literários.