Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

Tem algum comentário ou sugestão para fazer?

Escreva para nós no e-mail: cafecomleituranarede@gmail.com


Loja Virtual

A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

Acesse agora mesmo:


Abraços


Equipe Café com Leitura na Rede.



segunda-feira, 30 de março de 2015

Série: Os Hathaways-

                                                                                 


A série "Os Hathaways”, da autora Lisa Kleypas, é uma das séries que figuram no selo "Romances Históricos”, da Editora Arqueiro.
A série tem 5 livros onde a autora conta a história de 5 irmãos – Amélia, Leo, Win, Poppy e Beatrix - que vivem em Londres no século XIX. Junto com a família há um cigano, Merripen, que foi acolhido ainda adolescente pelo pai dos irmãos e que desde então vive como agregado.

São livros de leitura rápida, com uma característica forte dos romances de banca, a história é rápida, o ponto focal é o relacionamento entre os protagonistas, algumas doses de sexo e  um plano de fundo fluído se desenvolvendo de maneira linear e satisfatória.
Esse é o contexto geral dos livros. Outros personagens vão sendo inseridos, outras premissas vão sendo apresentadas e o plano de fundo vai ganhando forma.
A narrativa é em terceira pessoa, com Lisa não se atendo apenas ao ponto de vista de um personagem e sim caminhando por todos. A visão das mulheres é ponto focal do enredo, mas também acompanhamos o que os mocinhos estão pensando.
Gosto quando consigo enxergar todas as visões no livro e a autora aborda todas muito bem.
A história em si é bem-estruturada, com o texto sendo desenrolado sem pressa. Os anos passam, os personagens amadurecem e o enredo se mantém interessante.
Lisa Kleypas usou a releitura de dois clássicos nos dois primeiros  livros,  dando algumas características aos personagens e permitindo que sua narrativa corresse com semelhanças.
Em Desejo à Meia-Noite, a autora faz uma remontagem de "A Megera Domada” de William Shakespeare, apresentando uma mulher independente, feliz com sua condição de solteirona e acostuma com sua liberdade. Do outro lado ela apresenta Cam, um homem meio cigano, meio gadjo que tem suas raízes bem firmadas na cultura cigana e que vê em Amelia um desafio a ser encarado.
No livro "Sedução ao Amanhecer”, a autora faz referência aos personagens Heatcliff e Catherine, com Merripen - um cigano adotado pelo pai de Win - se apaixonando por sua irmã adotiva Win. Algumas características dos personagens de Emily Brontë estão presentes, como a obscuridade de Merripen e o desconhecimento de sua descendência e a fragilidade de Win.


Sinopses dos livros da série


Desejo à meia-noite

“Aqui está o melhor de Lisa Kleypas: uma história inesquecível, com personagens marcantes e emoções tão profundas que deixarão o leitor sem fôlego.” – Romantic Times
Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos – uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida.
Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina.
Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos.
Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera.
E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos.
Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?

                                                                                 


Sedução ao Amanhecer

Vai deixar o leitor sem fôlego.” – Romantic Times
O cigano Kev Merripen é apaixonado pela bela e bem-educada Win Hathaway desde que a família dela o salvou da morte e o acolheu, quando era apenas um menino. Com o tempo, Kev se tornou um homem forte e atraente, mas ainda se recusa a assumir seus sentimentos por medo de que sua origem obscura e seus instintos selvagens prejudiquem a delicada Win.
Ela tem a saúde fragilizada desde que contraiu escarlatina, num surto que varreu a cidade. Sua única chance de recuperação é ir à França, para um tratamento com o famoso e bem-sucedido Dr. Harrow.
Enquanto Win está fora, Kev se dedica a coordenar os trabalhos de reconstrução da propriedade da família, em Hampshire, transformando-se num respeitável administrador, mas também num homem ainda mais contido e severo.
Anos depois, Win retorna, restabelecida, mais bonita do que nunca...e acompanhada por seu médico, um cavalheiro sedutor que demonstra um óbvio interesse por ela e desperta o ciúme arrebatado de Kev.
Será que Win conseguirá enxergar por baixo da couraça de Kev o homem que um dia conheceu e tanto admirou? E será que o teimoso cigano terá coragem de confrontar um perigoso segredo do passado para não perder a mulher da sua vida?

                                                                                


Tentação ao Pôr do Sol

Existe um motivo para que Lisa Kleypas figure na lista de best-sellers do The New York Times: ela é uma mestra em sua arte, o que fica evidente neste romance.” – Romantic Times
Poppy Hathaway está em Londres para sua terceira temporada de eventos sociais. Como nos dois anos anteriores, ela se hospedou com a família no hotel Rutledge. E, como nos dois anos anteriores, tudo indica que retornará a Hampshire sem ter encontrado um pretendente com quem se casar.
Apesar de ser extremamente bonita e gentil, Poppy tem duas grandes desvantagens em relação às outras moças: sua inteligência deixa muitos homens acuados e o fato de vir de uma família tão pouco convencional faz com que os melhores partidos nem sequer a abordem.
Mas o destino a coloca no caminho de Harry Rutledge, um homem de passado triste, que venceu na vida por conta própria e aprendeu a encarar tudo como um negócio. O dono do hotel não ama ninguém, confia em poucos e manipula todos. Porém, mesmo sendo tudo o que Poppy nunca almejou, ela não pode negar o fascínio que sente por ele.
Quando Harry conhece Poppy, é tomado pelo desejo. Ele imediatamente tem a certeza de que a jovem será sua – e, para o bem ou para o mal, não mede esforços para que isso aconteça.
Mas fascínio e desejo não serão suficientes para construir sua história, sobretudo quando uma traição põe em jogo as bases do relacionamento. Agora, é entre quatro paredes que eles tentarão resolver problemas e anular diferenças, num romance sensual em que seu futuro juntos pode mudar a cada toque, cada encontro, cada descoberta.

                                                                                  


Manhã de Núpcias

“O estilo natural de Lisa Kleypas cria mais um apimentado romance de época, instigante do início ao fim.” – Publishers Weekly
Quando herdou o título de lorde Ramsay, Leo Hathaway e sua família passavam por um dos momentos mais difíceis de sua vida. Mas agora as coisas vão bem. Três de suas quatro irmãs já estão casadas, uma preocupação que Leo nunca teve consigo mesmo. Solteiro inveterado, ele tem uma certeza na vida: nunca se casará.
Mas então a família recebe uma carta que pode pôr tudo isso em risco: se Leo não arrumar uma esposa e gerar um herdeiro dentro de um ano, ele perderá o título e a propriedade onde todos vivem.
Solteira e sem pretendentes, a governanta Catherine Marks talvez seja a única salvação da família que a acolheu com tanto carinho. O único problema é que Leo não compartilha do mesmo afeto que suas irmãs têm pela moça.
Para ele, Catherine é uma megerazinha cheia de opinião que fala demais. Apesar de irritá-lo e quase o levar à loucura, ela é a primeira – e única – mulher com quem ele considera se casar.
Catherine, por sua vez, tem uma opinião igualmente negativa a respeito do patrão. Além disso, ela esconde alguns segredos do passado e um deles pode destruir a vida que tão cuidadosamente construiu para si.
Agora Leo e Catherine precisam um do outro, mas para vencer as dificuldades e consertar as coisas eles terão que superar as turras e as diferenças, num romance intenso e sensual que só Lisa Kleypas poderia ter escrito.

                                                                                  

  
Paixão ao entardecer

Personagens incríveis, cheios de nuances, espirituosos e com uma química incontrolável.” – Booklist
Mesmo sendo uma família nada tradicional, quase todos os irmãos Hathaways se casaram, até mesmo Leo, que era o mais avesso a essa ideia. Mas para a caçula Beatrix, parece não haver mais esperança.
Dona de um espírito livre, apaixonada por animais e pela natureza, Beatrix se sente muito mais à vontade ao ar livre do que em salões de baile. E, embora já tenha frequentado as temporadas londrinas e até feito algum sucesso entre os rapazes, nunca foi seriamente cortejada, tampouco se encantou por nenhum deles.
Mas tudo isso pode mudar quando ela se oferece para ajudar uma amiga.
A superficial Prudence recebe uma carta de seu pretendente, o capitão Christopher Phelan, que está na frente de batalha. Mas parece que a guerra teve um forte efeito sobre ele, e seu espírito, antes muito vivaz, se tornou bastante denso e sombrio.
Prudence não tem a menor intenção de responder, mas Beatrix acha que ele merece uma palavra de apoio – mesmo depois de tê-la chamado de estranha e dito que a jovem é mais adequada aos estábulos do que aos salões. Então começa a escrever para ele e assina com o nome da amiga. Beatrix só não imaginava o poder que as palavras trocadas teriam sobre eles.
De volta como um aclamado herói de guerra, Phelan está determinado a se casar com a mulher que ama. Mas antes disso vai ter que descobrir quem ela é.

 Se VC gosta de séries e de romance essa é uma boa pedida, já que não precisa esperar pelo lançamento dos livros, todos já estão nas prateleiras das livrarias.



Abraços Literários e até a próxima.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Romance Histórico X Romance de Época-

                                                                             
                                                                          
Romance é  a narração mais conhecida, além de ser uma das preferidas entre os leitores.
 A estrutura desse tipo de narrativa é complexa, já que não acomoda apenas um núcleo, mas várias tramas se desencadeiam durante a narração da história principal.
Chama-se romance porque se tornou conhecido a partir do Romantismo, apesar de a sua raiz é de antes, do Realismo. Os romances realistas são mais fiéis a esse tipo de texto, tanto na sua estrutura quanto no tipo de abordagem, na crítica social e na descrição minuciosa.
A obra que é considerada o primeiro romance por alguns é Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes, escrita em 1600.
Todo Romance se organiza a partir de uma trama, ou seja, em torno dos acontecimentos que são organizados em uma seqüência temporal. A linguagem utilizada em um Romance é muito variável, vai depender de quem escreve, de uma boa diferenciação entre linguagem escrita e linguagem oral, e principalmente do tipo de Romance.
São várias as classificações na categoria: Romance Urbano, Regionalista, Indianista, Realista, Naturalista, Modernista, Histórico e Romance de Época.

Atualmente dois tipos de romances, o romance histórico e o romance de época,  tem tido maior destaque literário, mas como diferenciá-los?????

O romance histórico tem como objetivo destacar a vida e os costumes de certa época e lugar da história, uma maior atenção com a fidelidade da ambientação, caracterização da vida cotidiana do período a ser retratado, roupas, costumes, cultura e marcos históricos reais que podem ser mesclados com fatos fictícios. Há uma preocupação com a precisão da caracterização, com fatos e datas e se houver o envolvimento emocional entre personagens, são descritos conforme os costumes da época, sem romantização extrema ou abordagem sexuais tão descritivas como as que encontramos nos romances hot.
Costuma ter uma narrativa mais elaborada, abordando diversos núcleos e tramas complexas que vão se conectando ao longo da história.

o romance de época têm como premissa a fase inicial da paixão entre um casal.
A maioria deles retratam a vida na sociedade londrina do período vitoriano ou regencial. A descrição de ambiente, roupas, costumes, cultura está presente, porém, o foco é o romance entre o casal protagonista, tendo em vista que já conseguimos conhecê-los logo no início do livro. O personagem feminino usualmente é descrito com as características da época como recatada, frágil, cordial, e a procura de um bom casamento. O personagem masculino é comumente descrito como um homem bonito, rico, forte, conquistador e avesso a compromissos sérios. É comum encontramos um ou outro escândalo na trama, porém nada de grandes dramas ou conflitos.
Mais comuns esses também podem ser conhecidos como romances de banca.

Bacanérrima essa definição não é mesmo ??????
Agora não dá mais pra dizer que romance é tudo a mesma coisa rsrsrs


Abraços Literários e até a próxima.

domingo, 22 de março de 2015

Loja Virtual Café com Leitura na Rede: Páscoa Literária

                                                                             
 

Daqui  alguns dias é Páscoa e nós do Café com Leitura na Rede entramos em clima de coelhinho.
Que tal surpreender e  além do chocolate incluir na sua cesta um livro bacanérrimo de presente?
VCS  podem comprar por preços imperdíveis excelentes livros na nossa lojinha virtual, aqui.
Qualquer pergunta, esclarecimento, informação ou dúvida  é só entrar em contato através do email cafecomleituranarede@gmail.com
Será um prazer atendê-los!

Ler é viajar no tempo. Viaje para onde sua imaginação quiser.
Ler faz bem para a saúde, para a mente e para o coração.
O hábito da leitura é uma das melhores maneiras para obtermos informação, companhia, lazer, entretenimento e cultura.

Aguardamos vcs com carinho e com um atendimento vip que vai encantar nossos clientes-parceiros.
Confiram!

Abraços Literários.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Cine Clube #14: O Doador de Memórias-

                                                                                 


Num mundo dividido em comunidades, habitantes vivem uma realidade ideal. Sem doenças nem guerras, sem preconceitos nem relações afetivas, sem cores e também sem sentimentos. Dentre eles apenas uma pessoa (Jeff Bridges) é encarregada de armazenar todas as memórias para que o passado não os influencie. De tempos em tempos essa tarefa muda de mãos e agora o escolhido é o jovem Jonas (Brenton Thwaites).

 Assisti ao filme O Doador de Memórias, despretensiosamente,  sem especulações, querendo apenas conferir a obra literária na telona.
The Giver, no original, dirigido por Phillip Noyce, trata sobre ficção científica - ou distopia – com um toque de drama.
Baseado no livro O Doador, de Lois Lowry, o filme trata de um futuro que remete a Jogos Vorazes e Divergente, onde adolescentes lutam contra regimes totalitários em busca de  ideais -  e que ao completar 16 anos,  são designados para trabalhar na área com a qual melhor se identificam... Porém o foco do Doador muda levando em consideração filmes similares.
Ação, lutas, romances, aventuras, nada disso é concretizado. O filme foge dessa pegada, o que nos remete às  literaturas sociais. Filosofia, questionamento (ou a falta dele) em relação ao poder do governo.
A sociedade atual é morna. E por essa falta de ânimo, de contraposição, de paixão e ardor é que se torna um mundo de mesmice, em preto e branco. E é também pelo mesmo motivo que você verá a primeira parte apenas em preto e branco, inclusive durante a narrativa as cores vão aparecendo à medida que os sentimentos vão sendo (re)descobertos.
Os casais existem para cuidar das crianças criadas artificialmente, pois não há toque entre eles, muito menos sexo. As profissões são escolhidas pelos mais velhos, os Anciões. Todos têm horário para dormir e acordar e quando saem de casa passam o pulso por um mecanismo que neles injeta uma substância que lhes inibe as emoções.
O passado é oculto da população, de forma a poupá-los de qualquer sofrimento e também para que o doador possa guiá-los com sua sabedoria. E é o que tem feito o “Doador” até que novo receptor seja escolhido.
Jonas então atinge a idade de ter sua profissão escolhida e é o escolhido para receber todas as memórias e ser o próximo Doador.
Incompreensível de início, afinal Jonas é muito contestador, percebemos que logo haverá um grande envolvimento entre o guardião de memórias e ele.
Jonas fica feliz com as primeiras memórias que recebe. E quando descobre a cor tudo ganha sentido a seu redor. Até conhecer os ataques à natureza e as guerras. Aí então ele decide que não vai ficar com essas memórias só para si.

É um filme para adultos que, erroneamente, foi descoberto por adolescentes. Os que leram o livro e foram ao cinema para assistirem perseguições espetaculares em 3D, provavelmente não entenderam nem o porquê da primeira metade do filme ser em P&B. Para outra boa parte dos que assistiram não funcionou por não oferecer atributos para persuadir e não teve a audácia de desafiar.
Um ponto positivo para o filmexlivro, é que no filme nós conhecemos no final, o que acontece com Jonas e a comunidade e no livro temos apenas a visão do nosso protagonista.
Não recomendo para todos, mas os que quiserem assistir um filme instigante e que foge dos clichês não vai se decepcionar.

Abraços Literários e até a próxima.

domingo, 15 de março de 2015

Inspira Estante #13

                                                                                  


Essa é a coluna daqueles que são apaixonados por estantes, principalmente se estiverem abarrotadas de livros.
                                                                            


É um móvel super versátil, que se adapta a qualquer lugar da casa suprindo as necessidades literárias e ainda mantém os livros pertinho e organizados.
                                                                            


Vamos postar fotos de algumas estantes lindas de se ver como o modelo balãozinho de gibi, outras interessantíssimas como essa acima que parece uma colmeia de livros,  algumas diferentonas como essa invisível que abre nossa mostra de estantes que nós elegemos como o nosso objeto do desejo este mês, outras fofas como a escada, algumas pequeninas, outras grandonas e tb aquelas que nem  parecem estantes como essa aqui embaixo que mais parece um iglu! 
Todas para VCS se inspirarem!
                                                                            

  
                                                                             

                                                      
                                                                               

                                                  
                                                                              



E aí, entre essas que apresentamos, qual a sua estante favorita ??????

Abraços Literários e até a próxima.



domingo, 8 de março de 2015

Feliz Dia Internacional das Mulheres




Neste Dia Internacional da Mulher e em todos os outros dias, Parabéns mulheres!


Ser sensível nesse mundo requer muita coragem.
Muita. Todo dia.
Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos,
de sentir a textura do sentimento alheio, tão clara no próprio coração
e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade.
Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local,
de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta.
Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada.
Esse amor tão vívido em terra em que a maioria
parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza.
Esse cuidado espontâneo com os outros.
Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada.
Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia.
Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí,
porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando,
não deixam adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo.
Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida.
Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer,
mas não tem jeito: só consigo ser igual a mim.

(Ana Jácomo)


Cada uma de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.

Abraços Literários e beijos poéticos.



sexta-feira, 6 de março de 2015

A Arte das Capas #17

                                                                             
  

A capa de livro é a identidade visual de uma obra literária. Uma nobre embalagem, que desperta os sentidos, desejos, sonhos e emoções, e tem muita história para contar...
A Arte das Capas é a coluna em que mostramos  livros e suas capas.
Bacana pra que vocês conheçam novos livros e novas capas também, já que temos  certeza que muita gente, assim como nós, adora capas de livros!
Nesse mês trazemos esse que é um livro com temática moderninha, encantador e  recomendadíssimo, Uma Prova de Amor da autora Emily Giffin.

A escolha da tradução do título não me pareceu muito apropriada, já que sugere o desfecho e para que o final fosse feliz, alguém deveria ceder, como indica o título.

O título original – Baby Proof –  é o meu preferido já que  deixa  em aberto o sentido da provação passada pelo casal devido ao súbito desejo de paternidade de Ben, não compartilhado por Claudia.

                                                                             



E VCS o que acham ????

Abraços Literários e até a próxima.



terça-feira, 3 de março de 2015

Caneca Literária #20: Uma Prova de Amor

                                                                                 


A Caneca Literária de hoje é um livro adorável, com tema moderninho, que transforma o cotidiano em algo inovador.

                                                                      


Uma prova de amor- Emily Giffin

Primeiro vem o amor, depois vem o casamento e depois… os filhos. Não é assim? Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe, e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos? Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Uma Prova de Amor é um livro encantador. Com uma linguagem simples, fluída e descomplicada, Emily Giffin transforma o cotidiano em algo novo. A autora inova em sua narrativa, transformando o que poderia ser apenas a relação de uma mulher que não quer ter filhos, em algo diferente e ousado.
O mote é atual e o assunto pertinente, narrado de uma maneira leve e em algumas partes muito divertido. Naturalmente há as partes emocionantes... fiquei tão angustiada em um momento que confesso que fui dar uma espiada no final do livro!

Claudia Parr é uma editora de sucesso de Nova York, sempre rodeada de manuscritos  em busca de um Best Sellers para lançar no mercado literário, e tem o homem perfeito ao seu lado. Uma vida perfeita que muitos poderiam dizer ser a felicidade.
Cláudia não quer ter filhos. Seu marido Ben – o cara perfeito – também não quer ter filhos.
Com o tempo, Ben muda de ideia e diz para Cláudia que quer ter um filho. É aí que o bicho pega.

“A princípio, foi uma mudança sutil, como costumam ser as mudanças nos relacionamentos; fica difícil saber quando de fato começou.”

De um lado, Cláudia não quer ter bebês. Do outro, Ben, o homem perfeito, começa a ter crises querendo que ela mude de ideia.
É um daqueles livros que faz a gente pensar em nossas escolhas e decisões. Pensar com calma. Afinal, por conta de uma decisão, podemos perder o amor de nossas vidas. E eu  acredito na essência do amor, aquele que pode mudar algo dentro de nós.
A autora construiu seus protagonistas e personagens secundários com grande sensibilidade, de dentro para fora, tão reais e próximos que torna impossível não se envolver com eles.
Mais do que curiosa pelos acontecimentos, me vi encantada pelas reflexões, pelas situações que me fizeram pensar em minha própria vida. Apesar das diferentes mulheres que compõe a narrativa, mesmo não sendo semelhante a nenhuma, cada uma com sua particularidade – ou várias – me causou identificação e  proximidade.
Gostei muito da protagonista. Eu entendi o porquê da Claudia fazer isso ou aquilo, nem sempre concordava, mas entendia os motivos dela. É bem verdade que em  determinados momentos queria dizer pra ela não fazer o que iria fazer, que seria uma bobagem, é.. eu interajo com os personagens.
Enquanto a protagonista analisa sua vida, conhecemos um pouco mais sobre ela, e descobrimos o verdadeiro motivo pelo qual não quer ter filhos. O verdadeiro motivo. Descobrimos antes mesmo de ela reconhecer.
Nesse meio tempo conhecemos a sua complicada família, seus pais divorciados, o novo marido de sua mãe, suas irmãs mais velhas, Maura, casada com o infiel Scott, com quem tem 3 filhos, e Daphne, casada com Tony, que tenta engravidar desesperadamente e não consegue. Para completar temos Jess, a melhor amiga de Claudia, que sempre se envolve com os tipos errados, e Michael, o melhor amigo que ela tem no trabalho.
Dentre os personagens secundários a minha favorita é a Zoe, a sobrinha de 6 anos da Claudia, filha da sua irmã Maura que, é absolutamente encantadora e adorável.
Me deliciei com a escrita fluida e me envolvi com o enredo, sem querer me afastar dele até ter terminado a leitura. Confesso que o final não me surpreendeu, mas me agradou muito a maneira como ele foi construído.

Seu estilo reflexivo, porém de fácil leitura, abordando temáticas universais e permitindo uma fácil identificação com as personagens apresenta todos esses pontos na medida certa para agradar o leitor. Se você gosta de leituras que permitem certa introspecção e, ao mesmo tempo, são bastante agradáveis para se passar o tempo, essa é a pedida certa.


Super recomendado.

Abraços Literários e até a próxima.