Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Feliz 2017-

                                                                                



Desejos de Victor Hugo ou Os Votos de Sergio Jockymann?
Há uma divergência sobre a autoria do referido poema.
“Desejos”  não seria da autoria de Victor Hugo, teria uma versão,  um original intitulado “ Os Votos”  de Sergio Jockymann  publicado originalmente em 1980.
Como não sei dizer se é ou não lenda da “ internetês” publico dando os créditos a quem for de direito, uma vez que em hipótese alguma cometeria uma injustiça com quem quer que fosse.
Victor Hugo ou Sergio Jockymann, Desejos ou Os Votos, o poema é lindo!


 “Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo inconseqüentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.

                                                                                


E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituívelmente útil, mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro não insista em rejuvenescer,
e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,
mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso é bom.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta e que você pode fazer algo para começar a mudar isso.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, você tenha uma boa pessoa, alguém do bem.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.
E se isso acontecer, não tenho mais nada para desejar”

Fonte: Folha da Tarde – Porto Alegre – 30 de Dezembro de 1978.
Observação: A pontuação e formatação do texto foram mantidas o mais próximo do original com algumas adaptações.

                                                                         


Esse post foi programado.
Agradeço a todos que por aqui estiveram pela presença, o carinho e a amizade.
A gente se encontra em 2017!

O Café com Leitura na Rede deseja aos leitores e amigos um Feliz Ano Novo, cheinho de boas novis, amor, amizade, paz, saúde, alegrias, sucesso e claro, livros!

Abraços Literários!

sábado, 24 de dezembro de 2016

Feliz Natal-

                                                                                 


Em 1897, Virgínia O’Hanlon Douglas, de 8 anos, escreveu para o jornal inglês The Sun perguntando se Papai Noel existia, já que alguns de seus amigos diziam que tudo não passava de fantasia.
O jornal publicou a seguinte resposta: “Seus amiguinhos estão errados. Provavelmente foram afetados pela descrença de uma época em que as pessoas só acreditam  naquilo que veem. Papai Noel existe, sim! Isso é tão certo quanto a existência do amor e da generosidade. Ah, como seria triste o mundo sem Papai Noel!
Não haveria a poesia e a fantasia para fazer a nossa existência suportável.
VC poderia até pedir ao seu pai para contratar homens para vigiar as chaminés e assim flagrar  Papai Noel, mas, mesmo que VC não o visse descendo por elas, o que isso provaria ????
Nada! Ninguém vê o Papai Noel, mas não há sinais de que ele não existe.
O fato é: as coisas mais reais são aquelas que ninguém vê. 
Papai Noel sempre existirá, fazendo felizes os corações das pessoas.”

Portanto, sonhe muito, pois é a partir dos sonhos de ontem que surgem as realizações de amanhã.

Este post e o próximo são programados.
Agradeço a todos que por aqui estiveram pela presença, carinho e amizade!
A gente se vê em 2017!

Que a luz da Estrela de Belém, que guiou os Três Reis Magos até a manjedoura do menino Jesus permaneça com vocês aonde quer que vocês estejam e sempre ilumine seus caminhos!
O Café com Leitura na Rede deseja a todos  um Feliz, abençoado e iluminado Natal!




terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O Clube do Biscoito-

                                                                                



Sinopse- Todos os anos, na primeira segunda-feira de dezembro, Marnie e suas amigas  se reúnem para uma confraternização, trazendo um montão de biscoitos caseiros lindamente embrulhados. Além dos biscoitos, todas devem comparecer com quitutes, vinho e, lógico, muitas e deliciosas histórias. Este ano, por diversos motivos, o encontro será especialmente importante. A filha mais velha de Marnie está passando por uma gravidez de risco. Quem sabe, ao fim da reunião, vamos descobrir como terminará essa história. O pai de Jeannie está traindo a esposa com a melhor amiga da filha. Quem mais sabe sobre o caso? O marido de Rosie não quer filhos; ela precisará decidir, muito em breve, se isso é motivo para terminar tudo. Após ser deixada pelo marido, a vida financeira de Taylor está em derrocada...
Cada mulher, cada amiga tem uma história para contar, e elas estão todas entrelaçadas, assim como suas vidas.

O Clube do Biscoito não é um chick lit, por isso não pensem em algo como o O Clube das Chocólatras, é mais  uma literatura temática, é literatura gastronômica, rs
O livro conta a história de amigas que se reúnem toda primeira segunda-feira do mês de dezembro para realizar uma confraternização chamada de “O Clube do Biscoito”
Cada amiga tem que levar um quitute, vinho, muita animação e  histórias.
A intenção é reunirem-se para que todas possam achar conforto e consolo para os dissabores e alegrias que aconteceram em suas vidas durante o ano, um espaço onde possam compartilhar suas vidas. 
Cada biscoiteira leva treze dúzias de biscoitos, uma dúzia para cada uma delas e uma dúzia para doação em uma instituição de caridade, embrulhados para presentes.
Cada capítulo é dedicado a uma personagem e cada início de capítulo vem com a receita do biscoito feito por ela, para que o leitor tente reproduzir em casa como se estivesse participando do clube.

                                                                              



O encantamento da narrativa fica por conta dessas receitas e de informações sobre algum ingrediente  importante, assim conhecemos sobre  a sua origem e a importância dele para a humanidade.
Uma viagem histórica de uma alquimia culinária.
Um enredo simples que esconde uma história emocionante.
A capa do livro é muito fofínea, biscoitos com motivos natalinos, e a diagramação é muito boa.  
É fácil criar empatia e difícil não se emocionar com os relatos que na maioria das vezes são bem reais, assim alguns de nós já vivenciamos ou conhecemos alguém que tenha passado por tal experiência.
À medida que as histórias são compartilhadas, as amigas tentam encontrar soluções para seus respectivos problemas. Cada uma delas tem suas crenças e ideologias, mas isso não impede que elas sejam unidas e amigas acima de tudo.

Um livro com gostinho de Natal que dá vontade de comer.
E por que não devorar cada página dessa leitura leve e gostosa que tem aroma, sensação e emoção transmitidas ao longo de suas páginas?


 Recomendado.

Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #30

                                                                                


Este espaço, intitulado Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos,  foi criado, porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau ou uma sala de aula;  devem estar ao nosso alcance sempre.
É  por isso que convidamos você, nesse mês de dezembro,  a embarcar com a gente nesse poema de Fernando Pessoa sobre o Natal!
Fernando Antônio Nogueira Pessoa (Lisboa-1888/1935), poeta, escritor, publicitário, crítico literário, inventor, empresário, tradutor, filósofo e comentarista político.
Alguns de seus heterônimos conhecidos e igualmente espetaculares são Alberto Caeiro, Álvaro Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares.

Cada uma de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.


Natal
Fernando Pessoa

O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto
Quando passo sempre errante,
És para mim como um sonho.
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.


Abraços Literários, beijos poéticos e até a próxima.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Sábado na Livraria-

                                                                             



Sábado na livraria é uma homenagem a este lugar tão familiar a nós amantes da literatura.
O livro convida os leitores a uma prática muito prazerosa: visitar a loja sem pressa, descobrir tesouros escondidos nas prateleiras, mergulhar na leitura de um título, mesmo sem comprá-lo.
Tematizando a livraria como local de convívio e transformação, Sylvie Neeman conta a história de uma menina que cultiva o hábito de ir à livraria  se perder em meio as obras literárias, por lá ficar, gastar o tempo, tocar os livros, descobrir títulos escondidos e se deliciar devorando com quadrinhos.
Esperta e observadora a garotinha repara em um senhor que assim como ela é frequentador assíduo do lugar.
Ele se senta sempre na mesma poltrona, se debruça emocionado sobre o mesmo livro, um enorme livro de guerra, e depois o guarda na prateleira desejando que ninguém o compre.
Enquanto a imaginação da garota voa em suas histórias ela fica pensando o que se passa com aquele senhor e o espera ansiosamente todos os sábados.
E essa espera cria uma ligação emocional com esse solitário homem.
As ilustrações a óleo do premiado artista francês Olivier Tallec são de uma sensibilidade singular, excelente sintonia com o texto e revelam essa atmosfera de sonhos da livraria, misturando às prateleiras cenas dos livros lidos pelos personagens.
Juntos, escritora e ilustrador nos conduzem por um percurso misterioso e inesperado ao longo desses sábados na livraria.
"Sábado na Livraria” é o primeiro título da escritora suíça Sylvie Neeman para crianças e jovens, mas não o primeiro de sua carreira literária: em 2002, Neeman recebeu o Prix de La Bibliothèque Pour Tous, pelo romance "Rien n'est arrivé”.
Sua estreia na literatura infantojuvenil é inspiradora, o livro é lindo e a narrativa mostra um pouco de solidão ao mesmo tempo em que fala de encontros.
Encontros com personagens fictícios que podem fazer parte do nosso dia a dia e encontros com pessoas que de repente cruzam o nosso caminho e dão um sentido diferente a nossa vida.
"Sábado na Livraria” é uma narrativa terna, doce, carinhosa, agradável e emocionante que pode ser interpretado como um delicado convite para apresentar e cultivar nas crianças o hábito de passar adoráveis e fantásticas tardes entre os livros.

Recomendadíssimo!

Abraços Literários e até a próxima.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Caneca Literária #38: Especial de Natal

                                                                                   


No mês de dezembro, nos anos  anteriores,  fizemos alguns especiais temáticos, Livros sobre o Natal para ler no Natal (aqui),  Especial Natal Clássicos da Literatura (aqui)  e Caneca Literária especial de Natal (aqui) onde vocês conferem um pouquinho de O Expresso Polar, Um Conto de Natal, Milagre da Rua 34 (aqui), Quebra-Nozes, O Natal de Poirot, O Pinheirinho de Natal, O Presente de Natal, Anjos à Mesa (aqui), Festa de Natal, Em casa para o Natal, Feliz Natal Alex Cross, Cartas do Pai Noel , Deixe a Neve Cair e Dom de Natal.

Esse ano para entrar no clima vamos mais uma vez unir o útil ao agradável e viajar nas histórias da maneira que mais gostamos: lendo!
Confira a seguir algumas dicas de livros na temática Natal com títulos para de todas as idades e das mais diversas preferências literárias!
           

                                                                                 


O Natal do Snoopy
Charles M. Schulz

O livro reúne as melhores tiras com temática natalina publicadas por Charles Schulz, de 1950 a 1999. São mais de 230 tiras em que Sally questiona a existência do Papai Noel, Linus encara a timidez para participar da peça de Natal, Lucy exige cartões de Schroeder, Patty Pimentinha sofre com as redações de férias solicitadas pela professora e, claro, Snoopy enfeita a árvore e a casinha, veste-se de Papai Noel e abre todos os presentes antes da hora.





Mistério de Natal
Jostein Gaarder

O livro traça um histórico do cristianismo ao contar a saga do menino Joaquim, que acompanha um grupo de peregrinos que voltam ao tempo para chegar a Belém para homenagear um recém-nascido. Todas as paradas de Joaquim têm um roteiro histórico especial, contando com os sentimentos típicos dos festejos natalinos.



A Lista de Natal
Richard Paul Evans

Três semanas antes do Natal, James Kier, megaempresário egoísta e indiferente aos sentimentos dos outros, lê no jornal a seguinte notícia: “Magnata do ramo imobiliário morre em acidente de carro, o incorporador imobiliário de Utah, James Kier, faleceu após seu carro colidir com um poste de concreto na rodovia I-80. Autoridades acreditam que Kier pode ter sofrido um ataque cardíaco antes de desviar para fora da estrada. Ele era conhecido como um homem de negócios feroz e muitas vezes impiedoso”.
Ele nem fazia ideia do que aquele artigo estava prestes a desencadear. A lista de Natal é uma bela e comovente história, que consegue ser emocionante sem cair na pieguice, falar de Deus sem cair na pregação religiosa, e transmitir mensagens de amor, esperança e redenção. Fazendo rir, chorar, odiar a humanidade e amá-la, esta obra singela e muito contemporânea nos convida sobre valores frequentemente deixados de lado, mas não de todo esquecidos, como lealdade, solidariedade, sacrifício – o verdadeiro sentido do Natal.





Encantos de Natal

Encantos de Natal é um livro criado a partir da união de dez autoras amigas, com o intuito de criar uma Antologia de contos diferenciada tendo como temática o NATAL.
São contos de diversos gêneros literários: comédia, drama, romance, erótico e terror.
Um livro, dez contos, dez autoras, dez motivos maravilhosos para se surpreender.



Contos Para Um Natal Brasileiro

Este livro apresenta, em diferentes estilos em alguns contos já conhecidos e outros inéditos, de Drummond, Machado, Callado, Rubem Fonseca, Trevisan, João Ubaldo e Lygia Fagundes Telles entre outros, a solidariedade e a esperança, o Natal e os sentimentos que desperta.



 Noite de Reis
Trisha Ashley

O Natal sempre foi uma época triste para a jovem viúva Holly Brown, por isso, quando lhe pedem para cuidar de uma casa remota no Lancashire, surge a oportunidade  perfeita para esquecer as festividades.
Jude Martland, decidiu que este ano não haverá Natal depois de o irmão ter fugido com a sua noiva, e faz questão de evitar a casa da família. No entanto, terá de voltar na Noite de Reis, quando a aldeia de Little Mumming celebra as suas festividades e toda a família é obrigada a comparecer.
De repente, uma tempestade de neve surge do nada e toda a aldeia fica isolada. Sem fuga possível, Holly e Jude encontram muito mais do que esperavam - parece que o Natal vai ser bastante interessante!





O Presente dos Magos
O. Henry

Este conto do norte-americano O. Henry (1862-1910), recolhido em livro em 1906, é um dos textos mais populares da língua inglesa e emociona com a história de um jovem casal apaixonado, que entrelaça amor e pobreza, destino e acaso na Nova York do começo do século XX.





Uma Chance Para Recomeçar
Lisa Kleypas

Holly é uma garotinha que precisa de uma família.
Mark Nolan é um homem que precisa de uma esposa.
Maggie Collins é uma mulher que acredita na magia.
Proprietária de uma loja de brinquedos, Maggie vive do que ama. E, quando conhece Holly Nolan, o que ela vê é uma garotinha necessitando desesperadamente de um pouco de mágica.
... Para transformar os sonhos em realidade!
Três vidas solitárias. Três sonhos que se cruzam. Três pessoas que estão prestes a descobrir que o Natal é a época em que tudo é possível, quando os desejos dão um jeito de encontrar o caminho para casa.


Qual o  livro de Natal  favorito de vocês?
Qual livro vocês indicam??
Qual livro vocês gostariam de ler???

Fico por aqui com uma vontade enooooooorme de comer rabanadas.
Abraços Literários e até a próxima.



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A Arte das Capas #29

                                                                              

                                                             
 A capa de livro é a identidade visual de uma obra literária. Uma nobre embalagem, que desperta os sentidos, desejos, sonhos e emoções, e tem muita história para contar...
                     
    





Essa é a coluna em que mostramos os  livros e suas capas pelo mundo.
Temos  certeza que muita gente, assim como nós, adora capas de livros!
                                                                              

                                                                              

                                                                                

                                                                                   

                                                                              

                                                                               


Nesse mês escolhemos para a coluna as diferentes capas pelo mundo de A Garota no Trem de autoria da Paula Hawkins, um thriller psicológico que se tornou um dos maiores fenômenos editorial dos últimos tempos.    
(1) Brasil, (2) Estados Unidos, (3) Bangladesh, (4) Bulgária, (5) Eslováquia, (6) Espanha, (7) Israel, (8) Pérsia, (9) Turquia e (10) Geórgia.
Apesar de achar que as capas tem mais ou menos os mesmos elementos e todos esses elementos estarem inseridos na trama, minhas preferidas são a do Brasil, da Bulgária e da Pérsia, a 1, 4 e 8 respectivamente.

E VCS  qual capa elegem como a favorita ????


A resenha vocês conferem aqui.


Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

As Gêmeas do Gelo-


Eu sou a Kirstie.
Eu sou a Lydia.
Eu sou confiante e animada.
Eu sou pensativa e sossegada.
Eu estou viva.
Eu estou morta.
Qual delas sou?


Sinopse- Um ano depois de Lydia, uma de suas filhas gêmeas idênticas, morrer em um acidente, Angus e Sarah Moorcroft se mudam para a pequena ilha escocesa que Angus herdou da avó, na esperança de conseguirem juntar os pedaços de suas vidas destroçadas.
Mas quando sua filha sobrevivente, Kirstie, afirma que eles estão confundindo a sua identidade — que ela é, na verdade, Lydia — o mundo deles desaba mais uma vez. Quando uma violenta tempestade deixa Sarah e Kirstie (ou será Lydia?) confinadas naquela ilha, a mãe é torturada pelo passado — o que realmente aconteceu naquele dia fatídico, em que uma de suas filhas morreu?

Ao ler o romance As Gêmeas do Gelo, que se desenrola grande parte em uma ilha inóspita, o leitor tem a sensação de estar ele próprio preso em uma pequena porção de terra sendo conduzido pelo enredo.
A cada página, o autor S.K.Tremayne ou Tom Knox (ambos pseudônimos do escritor e jornalista britânico Sean Thomas) não dá nenhuma alternativa a não ser se deixar levar pela narrativa em primeira pessoa da protagonista, Sarah, que combina habilmente momentos de reflexão profunda com outros de puro delírio.
Esse devaneio a acompanha nas profundezas mais obscuras de sua alma abalada pela perda de uma das filhas gêmeas, Lydya, que morreu ao cair de uma varanda.
Sarah tenta seguir a vida ao lado do marido, Angus (que acaba de herdar uma ilha da avó), e da outra filha, Kirstie, de 7 anos. Até que a menina diz que foi Kirstie quem morreu e que ela é Lydia.
Como as duas são idênticas, a mãe logo se dá conta que há poucas evidências palpáveis que as diferenciem.
Quando o inverno chega e uma violenta tempestade deixa mãe e filha isoladas na ilha, Sarah tem de encarar seus medos.
 A história  é instigante, mas não acho que  lembra A Garota no Trem a não ser pelo fato de ser um drama/thriller psicológico, também não é exatamente incrível. 
O enredo é bem construído e prende mesmo o leitor do início até ... bom se você assim como eu é fã incondicional dos thrillers psicológicos/suspenses então lá pela metade você já matou a charada e descobriu o que aconteceu, porque e “o” porque do comportamento dos três personagens do livro, embora seja incongruente.
As peças vão se encaixando milimetricamente e cada detalhe é calculado, mas me perdoem os fãs, não é exatamente original e (pecado capital numa obra literária) apresenta resquício de moralidade.
Por mais que seja um bom romance e não digo o contrário, é bom mesmo, mas não senti peninha dele acabar, tipo quero desvendar o mistério, mas não quero terminar de ler o livro. 

''E foi então que ouvi o grito de uma das minhas filhas. Aquele grito que nunca irá desaparecer. Nunca irá me deixar. Nunca.”
 Olha só o quote acima, como é possível os pais confundirem por tanto tempo qual filha morreu no acidente?
Como em todo thriller acontecem reviravoltas, mas aqui as peças se encaixam naturalmente, não é preciso muito esforço para decifrar o enigma.
No começo há sim uma dúvida que paira no ar, os pontos de vista são concretos, estudados e os argumentos são bons, mas no decorrer da narrativa o vilão não é tão vilão, a mocinha que não consegue angariar a empatia tem seus esqueletos guardados no armário e os dramas psicológicos são óbvios ao contrário das situações estranhas e aparentemente inusitadas.
Eu gosto de preparar o ambiente para ler um livro assim com em um ritual e se são livros de suspense ou terror leio à noite para dar criar maior envolvimento nos momentos de tensão e olha  o ar misterioso desse livro não dá medinho não.

''Tudo o que eu mais desejo, naquele instante, é que Kirstie vá embora. E, talvez, Lydia também. Estou com medo das minhas filhas, dos dois fantasmas daquela casa, dos dois fantasmas em minha cabeça. As gêmeas do gelo, derretendo uma dentro da outra.”
Para proporcionar os dois pontos de vista da história o autor escreve em primeira pessoa quando conhecemos a visão de Sarah, em terceira pessoa em alguns capítulos onde acompanhamos Angus e a surpresinha final que levando em consideração a leitura não é tão surpresa assim.
O que se passa na cabecinha dos pequenos é sempre instigante, a confusão em seus pensamentos é perturbador, mas também é reconfortante perceber como são espertos, inteligentes e autênticos. Em As Gêmeas do Gelo não sabemos exatamente o que se passa na cabeça da gêmea sobrevivente, entretanto é através dos pais que nos damos conta do que acontece na família. Percebemos a confusão na cabeça deles e como isso influência os pensamentos da filha.

Talvez o mote do livro não seja o suspense, mas sim sobre casamentos que se desgastam com o tempo, a falta de confiança no parceiro, a falta de confiança em si mesma, dúvidas em relação aos filhos, culpa por ter mais afinidades com um filho do que com o outro,  filhos que se sentem distantes dos pais, irmãos que não sabem delinear a própria personalidade e definir quem é o outro. Nesse sentido o livro é muito bom, tudo tratado de maneira profunda e que o autor consegue acrescentar  temas e elementos no enredo.
Alguns acham que o final foi deixado em aberto.
A principal deixa está nas palavras da filha sobrevivente quando acontece o acidente, mas também você encontra pistas nas imagens que estão distribuídas pelas páginas do livro.
O final não é arrebatador nem surpreendente e talvez não pudesse ser outro.     
Se recomendo? Sim.
A leitura é acessível e instigante e como sempre digo, cada leitor tem uma interpretação pessoal, o que um não gosta o outro pode simplesmente amar.



Abraços Literários e até a próxima.

sábado, 26 de novembro de 2016

Passarinha-

                                                                               



Sinopse: No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer ajudar o pai – a si mesma e a todos a sua volta -, mas sendo uma menina de dez anos de idade, com Síndrome de Asperger, ela não sabe como lidar com isso. Quando ela lê a definição de desfecho no dicionário, ela percebe que é o que ela e seu pai precisam. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco: o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.” 


Caitlin é uma menina de 10 anos, inteligente, perspicaz, educada e com síndrome de Asperger (um transtorno do espectro autista que se diferencia do autismo clássico por ser uma forma mais leve da síndrome) que precisa lidar com a perda de seu irmão, Devon, e suas próprias dificuldades.
O irmão era quem melhor a compreendia, lhe ensinava habilidades comportamentais úteis e a ajudava a compreender o mundo.
Mas ele foi morto em um tiroteio na escola onde estudava.
Depois do “dia em que tudo desmoronou”  Caitlin precisa lidar sozinha, com a ausência do irmão, a tristeza do pai e a vida.
Na escola, mesmo com sessões diárias com a orientadora, a Sra Brooks, que tenta ajudá-la, Caitlin tem dificuldades em se relacionar,  sofre bullying por parte dos outros alunos e preconceito até dos professores que querem que ela viva conforme os “padrões”, mas ninguém tenta compreender que apesar das percepções diferentes, seus sentimentos são iguais aos de todo mundo.
 Curioso é a interpretação de como Caitlin lida com isso: na maior parte das vezes parece não se importar com o que os outros pensam e descreve a rejeição como um fato simples e sem importância, porém  o leitor sente a empatia com a protagonista, acentuada pela narração em primeira pessoa (assim sendo apresentando uma leveza sem igual e profundos significados) e se coloca no lugar dela enxergando o mundo com seus olhos.
Essa premissa é muito importante já que é um livro para se colocar no lugar do outro,  faz a gente sair da zona de conforto.
Durante a leitura a terapeuta de Caitlin, tenta fazê-la desenvolver sua empatia, mas  todos nós precisamos desenvolver essa “ferramenta”.  Quantas vezes  realmente nos colocamos no lugar dos outros? Tentamos entender seus sentimentos?
Caitlin tem dificuldade em lidar com as emoções e, portanto, tem reações que, para quem vê de fora do contexto parecem inusitadas, mas fazem sentido, quando compreendemos os seus porquês.
Tudo parece simples  aos seus olhos,  não faz rodeios e não diz o que não quer dizer.
Ela nos convida a “captar o sentido” (expressão que usa para dizer que entendeu algo) do mundo pela perspectiva de uma criança com Asperger.
Você vai sorrir com seus pensamentos práticos e chorar com suas tristezas.
Mas a síndrome não define Caitlin. Ela é uma personagem vibrante, cheia de personalidade, vívida, talentosa, especialmente para desenhar, e inteligentíssima.
Seu livro preferido é o Dicionário. Sua busca pelo significado é uma pequena aventura, tocante, cheia de sensibilidade e ternura. Quando descobre a palavra desfecho, entende que é disso que ela e seu pai precisam após o que aconteceu a Devon.
A leitura é uma imersão.
Você vibra e torce por ela, sente o que ela sente (a tal da empatia), sente intensamente e se emociona na medida exata.
No início do livro há nota de tradução da Editora Valentina, “Passarinha”  é um romance de símbolos, impossíveis de traduzir fielmente para o português. 
 O livro fala do filme O sol nasce para todos, (filme favorito de Caitlin e Devon) que se traduzido literalmente  seria Matar Passarinho.
As pouquíssimas vírgulas e os diálogos não sinalizados por travessões ou aspas simbolizam os pensamentos rápidos da protagonista, no estilo  Caitlin, de narrar.

A trama trata de assuntos como preconceito, falta de compreensão, amadurecimento e luto de forma simples e eficaz.  
A narrativa é clara, objetiva, e os capítulos curtos com temas pré-definidos ajudam a leitura a fluir ao mesmo tempo em que convidam a refletir.
É um daqueles livros de premissa simples e delicada, também é um daqueles livros que fazem você perceber o mundo de uma forma diferente, que fazem mudar o modo de pensar.
E que todo mundo deveria ler.


Recomendadíssimo.


Abraços Literários e até a próxima.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Novembro Azul Literário-

                                                                                



O Novembro Azul, que tem como símbolo o laço azul e o bigode, é uma campanha de conscientização dirigida aos homens que tem como objetivo alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce com relação ao  câncer de próstata e outras doenças masculinas.
O bloguito traz hoje uma seleção de livros com capas azuis para compartilhar com vocês.

                                                                                 


A Batalha do Apocalipse
Eduardo Spohr

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. 
A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas, magia, romance e suspense.


                                                                                  


Peter Pan
James Matthew Barrie

Peter Pan quer ser eternamente menino.
Na história criada pelo escritor escocês J.M. Barrie e publicada pela primeira vez no início do século XX, Peter e a fada Sininho levam seus amigos Wendy, João e Miguel para conhecer o lugar em que vivem, a Terra do Nunca, onde o tempo não passa.
Uma sucessão de aventuras espera a turma, eles vão se deparar com um navio pirata e ter que enfrentar o temível Capitão Gancho, conhecer a aldeia dos índios e os meninos perdidos em uma história cheia de emoções e mensagens.


                                                                                


Confie em mim
Harlan Coben

Preocupados com o comportamento cada vez mais distante de seu filho Adam – principalmente depois do suicídio de seu melhor amigo, Spencer Hill –, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada de importante. Porém, quando eles já começavam a se sentir mais tranquilos, uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: "Fica de bico calado que a gente se safa."
Perto dali, a mãe de Spencer, Betsy, encontra uma foto que levanta suspeita sobre as circunstâncias da morte de seu filho. Ao contrário do que todos pensavam, ele não estava sozinho naquela noite fatídica. Teria sido mesmo suicídio?
Para tornar o caso ainda mais estranho, Adam combina de ir a um jogo com o pai, mas desaparece misteriosamente. Acreditando que o garoto está correndo um grande perigo, Mike não medirá esforços para encontrá-lo.
Quando duas mulheres são atacadas por um assassino, uma série de acontecimentos faz com que a vida de todas essas pessoas se cruzem de forma trágica, violenta e inesperada.
Confie em mim é um suspense eletrizante, mas também um convite à reflexão sobre temas mais profundos. Neste livro, Harlan Coben aborda assuntos atuais, como a facilidade de acesso às informações na era da internet, e questiona os limites no relacionamento entre pais e filhos: quando é hora de intervir? Quando o melhor é simplesmente confiar? Até onde você iria para proteger as pessoas que mais ama na vida?





Cisne
Eleonor  Hertzog

Ninguém sabe exatamente quais são os critérios de seleção da Escola Avançada de Champ-Bleux, mas não há como discutir sua eficácia. Seus exames de ingresso não erram nunca! Entre milhares de candidatos de todos os pontos da Terra, apenas duzentos e cinquenta são escolhidos a cada semestre. E, num mundo onde ser cientista é o maior status que alguém pode desejar, a Escola Avançada de Champ-Bleux forma aqueles que são disputados a peso de ouro.
Doris e Henry Melbourne são cientistas formados por Champ-Bleux.
Aparentemente, são biólogos marinhos. Aparentemente, suas vidas se centram no Cisne, barco de pesquisas onde moram com os filhos. E, também aparentemente, são terráqueos... Seus filhos acreditam em todas essas aparências – ao menos por enquanto. Seguindo os passos dos pais, os jovens Melbourne fizeram os exames de ingresso para Champ-Bleux. Enquanto, cheios de expectativa, aguardam os resultados para saber se ao menos um deles entrou na Escola Avançada, veem-se envolvidos numa questão diplomática entre Terra e Tarilian, o único outro mundo habitado que os terráqueos conhecem. Inesperadamente, o futuro das relações entre os dois mundos vai ser decidido em um barco no meio do oceano! Mal sabem eles que isso é apenas o começo...





A culpa é das estrelas
John Green

Hazel é uma paciente terminal.
Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha diminuido — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico.
Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


                                                                                 


A teoria de tudo
Jane Hawking

A história de Stephen Hawking é contada pela luz da genialidade e do amor que não vê obstáculos. Quando Jane conhece Stephen, percebe que está entrando para uma família que é pelo menos diferente. Com grande sede de conhecimento, os Hawking possuíam o hábito de levar material de leitura para o jantar, ir a óperas e concertos e estimular o brilhantismo em seus filhos entre eles aquele que seria conhecido como um dos maiores gênios da humanidade, Stephen.
Descubra a história por trás de Stephen Hawking, cientista e autor de sucessos como Uma breve história do tempo, que já vendeu mais de 25 milhões de exemplares. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos, enquanto conhecia a jovem Jane, Hawking superou todas as expectativas dos médicos sobre suas chances de sobrevivência a partir da perseverança de sua mulher. Mesmo ao descobrir que a condição de Stephen apenas pioraria, Jane seguiu firme na decisão de compartilhar a vida com aquele que havia lhe encantado. Ao contar uma trajetória de 25 anos de casamento e três filhos, ela mostra uma história universal e tocante, narrada sob um ponto de vista único. Stephen Hawking chega o mais próximo que alguém já conseguiu de explicar o sentido da vida, enquanto Jane nos mostra que já o conhecia desde sempre: ele está na nossa capacidade de amar e de superar limites em nome daqueles que escolhemos para compartilhar a vida.
O livro que inspirou o filme A Teoria de Tudo.



E aí, já leram algum desses livros?
Qual gostariam de ler??
Qual seu livro com capa azul???
Conta para a gente!



Abraços Literários e até a próxima.


domingo, 20 de novembro de 2016

Dia Nacional da Consciência Negra-

                                                                                



O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado no Brasil, no dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, em 20/11/1695, um escravo que foi líder do Quilombo dos Palmares e simbolizou a luta do negro contra a escravidão.
Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.
A data foi incluída em 2003 no calendário escolar nacional. Contudo, somente a Lei 12.519 de 2011 instituiu oficialmente o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
No dia da Consciência Negra o objetivo é fazer uma reflexão sobre o relevo da cultura e do povo africano e o impacto que tiveram na evolução da cultura brasileira.

Eu queria fazer um post diferente para comemorar a data, andei navegando por aí e encontrei dois posts bacanas de blogs bacanudos.
O Listas Literárias, que é um dos blogs mais bacanérrimos que eu conheço, escrito pelo Douglas e a Gislaine, e é uma referência para todos os blogueiros literários, fez uma lista dos grandes escritores negros, que vcs leem aqui, e o Amor Livrônico da linda da Débora que entende tudo de literatura e que fez um post fofíssimo sobre autores nordestinos que vcs conferem aqui.
Inspirações para o nosso bloguito compartilhar alguns dos livros que temos e que foram escritos por grandes escritores negros da literatura nacional.




Castro Alves, o poeta dos escravos
O navio negreiro



Machado de Assis
Dom Casmurro



Cruz e Souza, o mestre do simbolismo brasileiro
Broquéis



Lima Barreto
Clara dos Anjos



Luís Gama
Primeiras Trovas Burlescas



Solano Trindade
Canto Negro



Maria Firmina dos Reis
Úrsula
O primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e também  o primeiro da literatura afro-brasileira


E aí já leram algum desses livros?
Qual deles gostaria de ler??


Abraços Literários e até a próxima


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O Pessegueiro-

                                                                               



Sinopse- Willa Jackson vem de uma antiga família que ficou arruinada gerações antes. A mansão Blue Ridge Madam, construída pelo bisavô de Willa durante a época áurea de Walls of Water, e outrora a mais grandiosa casa da cidade, foi durante anos um monumento solitário à infelicidade e ao escândalo. Mas Willa soube há pouco que uma antiga colega de escola – a elegante Paxton Osgood – da abastada família Osgood, restaurou a Blue Ridge Madam e a devolveu à sua antiga glória, tencionando transformá-la numa elegante pousada. Talvez, por fim, o passado possa ser deixado para trás enquanto algo novo e maravilhoso se ergue das suas cinzas. Mas o que se ergue, afinal, é um esqueleto, encontrado sob o solitário pessegueiro da propriedade. Os ossos, pertencentes ao carismático vendedor ambulante Tucker Devlin, que exerceu os seus encantos sombrios em Walls of Water setenta e cinco anos antes, não são tudo o que está escondido longe da vista e do coração. Surgem igualmente segredos há muito guardados, aparentemente anunciados por uma súbita onda de estranhos acontecimentos em toda a cidade.

 Um livro que surpreende pela história simples, mas cheia de mistérios, lições e valores que encantam por apresentarem diferentes perspectivas e pela sensibilidade com a qual é contada.

“Bem-vindo a Walls of Water, um lugar onde o aroma das flores envolve o ar e os pássaros parecem ter algo a dizer.”

A narrativa em terceira pessoa nos apresenta, Willa Jackson e Paxton Osgood, moradoras da pequena cidade Walls of Waterum, e suas avós  Georgie Jackson e Agatha Osgood que foram grandes amigas no passado.
A vida dessas mulheres se cruzam e elas descobrem que juntas precisam desvendar os mistérios que envolvem suas famílias.
A família Jackson detinha  grande poder e a posse da maior propriedade da cidade,  a mansão Blue Ridge Madam até que do dia para a noite tudo mudou! Os Jackson perderam tudo e um grande escândalo se abateu sobre eles. 
Georgie nunca mais foi a mesma, e Agatha muito menos. Unidas por um grande segredo, e um pessegueiro, suas vidas afetaram de forma indireta o futuro de suas netas, assim como suas percepções e conhecimento de si mesmas.

“Qual é o segredo que une as famílias Jackson e Osgood?
Será que a verdadeira amizade consegue transpor as barreiras do tempo?”

Muitos anos depois com a reforma da famosa propriedade, segredos que deveriam ficar enterrados para sempre vêm à tona.
A partir daí vários mistérios surgem envolvendo a mansão, as duas famílias e um pessegueiro plantado no jardim da casa.
Willa e Paxton se unem para desvendar os mistérios que ligam suas avós e, acabam encontrando apoio uma na outra.
Com o objetivo de descobrirem a verdade e o sentido de suas próprias motivações, iniciam uma jornada de amores, amizade e sensações que com a qual jamais poderiam sonhar.
Mais do que uma leitura sobre um mistério o livro é mágico e encantador não só pela história em si, mas pela forma como é contada, com elementos que nos proporcionam sensações e emoções como os cenários da cidade muito bem descritos e os mitos. Durante a leitura vc se sente como se realmente estivesse em Walls of Water.
A leitura é envolvente do início ao fim e a trama bem delineada.
Os personagens são bem reais, bem construídos e Sarah Addison Allen, a autora consegue nos transportar para a mente de cada um deles nos apresentando seus sentimentos, angústias e sonhos.
Da autora já havia lido Encantos do Jardim e A garota que perseguiu a lua, e fiquei fascinada com sua narrativa poética e mágica.
 O Pessegueiro nos traz muito mais do que romance,  fala sobre o família, amizade, sentimentos, sensações, felicidade, lealdade, tradição, reflexão, sonhos, segredos e significados, e vai além, fala sobre a vida.

Um livro que pode ser julgado pela capa já que a suavidade, delicadeza e beleza estão presentes também em cada página da obra, e pela diagramação que está linda com suas páginas amareladas, diferentes galhos de pessegueiro que iniciam cada capítulo assim como as primeiras frases formando uma onda.

                                                                              



Recomendadíssimo.

Abraços Literários e até a próxima.