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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Frankenstein, um querido monstro de 200 anos-

                                                                                    



Há duzentos anos nascia um clássico. No ano de 1816 em uma noite chuvosa na suíça, a inglesa Mary Shelley, trancafiada em Genebra por conta do mau tempo, rabiscava num pedaço de papel o que se tornaria um mito.
A namorada do poeta inglês Percy Bysshe Shelley apostou com o futuro marido quem conseguiria escrever o melhor enredo. Nasceu, então, 'Frankenstein’, ou 'Moderno Prometeu’, um tipo de obra tão surpreendente, inovadora e bem escrita que gera discussões e se mantém atual até os dias de hoje.
Esta é a versão mais conhecida de como surgiu um dos maiores clássicos de todos os tempos, que inspirou inúmeras obras literárias, teatrais, cinematográficas e televisivas ao longo dos tempos.
Diz-se também que a torturada criatura foi inspirada em fatos reais, a partir do mistério que cercava o alquimista Konrad Dippel, um cientista do século 17, que se especula, realizava experiências secretas e bizarras para tentar reanimar o corpo humano.
Dippel morava no castelo Frankenstein, na Alemanha, e por isso as histórias da época diziam que ele assinava o termo “von Frankenstein”.
O fato é que nunca houve nenhuma citação de Mary sobre o folclore Konrad Dippel, mas há relatos de que ela teria ouvido a história  durante o tempo em que passou na Suíça.
E Victor Frankenstein, convenhamos, gera comparações com Dippel suficientes para se considerar tais afirmações.
Vale destacar que  a  autora não se inspirou apenas nos lugares, mas também no espírito do local, especialmente o do filósofo Jean-Jacques Rousseau, natural de Genebra. “A criatura explica no livro que ele nasceu bom, mas a rejeição da sociedade o transformou em mau. Essa é a essência de Rousseau.”
Pouco importa de onde veio a inspiração de Mary, Frankenstein criou um novo gênero de terror e foi um marco na cultura ocidental. Tanto que novas versões de sua história continuam a aparecer, dando os mais inusitados toques a este impressionante conto. Prova disso é o recente filme 'Victor Frankenstein', estrelado pelo eterno Harry Potter, Daniel Redcliffe, e o novo professor Xavier da franquia 'X-Men’, James McAvoy.
A editora Landmark conhecida por relançar clássicos acaba de colocar no mercado a primeira versão de Frankenstein em edição comentada e bilíngue (inglês-português).

A primeira versão para as telonas da história de Mary Shelley, Frankenstein, surgiu em 1931, um curta de pouco mais de 10 minutos, dirigido por J. Searle Dawley.
Frankenstein, o filme considerado o maior clássico de Frankenstein veio 20 depois.
 A Universal Studios adaptou a história, chamou o diretor James Whale e cunhou a eterna figura do monstro com a cabeça quadrada com parafusos. A obra levou os fãs à loucura e se tornou um estrondo.
A Noiva do Frankenstein (1935)- O sucesso em 1931 foi tanto que ganhou uma sequência tendo como foco a criação de uma companheira para o monstro, com Elsa Lanchester no papel da versão feminina da criatura. O longa foi refilmado em 1985, como 'A Prometida’.
O Filho de Frankenstein (1939)- E já que a franquia era um sucesso surgiu novamente em um intervalo de quatro anos, 'O Filho de Frankenstein’. O longa que fechou a trilogia da Universal mostra o filho do Dr. Frankenstein de volta ao local onde tudo começou, na tentativa de ressuscitar o monstro e transformá-lo numa criatura boa.
O Jovem Frankenstein (1974)- Como a maioria dos filmes de sucesso, Frankenstein ganhou diversas sátiras, sendo considerada a melhor e mais engraçada delas a de 1974 que apresentava um doutor  atrapalhado e contou no elenco com os hilários Gene Wilder e Peter Boyle.
Frankenstein de Mary Shelley (1994)- Considerado a melhor adaptação do livro de 1818, o filme conta com um elenco de peso: Robert De Niro na pele do Monstro, Kenneth Branagh como o doutor e Helena Bonham Carter no papel da jovem Elizabeth.
Frankenweenie (2012) (fofo fofo fofo 1000 vezes owm)- Tim Burton também deu sua contribuição para a sétima arte em uma das adaptações mais inusitadas da história de Mary Shelley. Na animação, também de Burton, de 1984, o Monstro é criado por um garoto a partir do cadáver de seu cachorrinho. O público aprovou e o longa foi indicado ao Oscar em sua categoria.
Victor Frankenstein (2015)- O mais recente filme sobre o ser criado em laboratório tem sua história contada a partir de Igor (Daniel Radcliffe), o jovem e perturbado assistente do Dr. Frankenstein (James McAvoy) — até então, apenas um estudante de medicina.

No próximo post vamos resenhar  essa última adaptação cinematográfica do querido monstro.



Até lá e abraços literários!



8 comentários:

  1. adoro filmes de frankenstein. beijos, pedrita

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  2. Frankenstein é mesmo um clássico, gosto bastante :)
    Beijinhos ...
    Guloso qb

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  3. Não li o livro, mas assisti o filme Frankstein de Mary Shelley.
    big beijos

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  4. Oi Luli!
    Eu trouxe o bolo e vim p/filar um cafezinho, mas fiquei com medo do FRANKENSTEIN e voltei kkkk
    Brincadeirinha!
    Eu adorava ver os filmes de Frankentein, os que vc mostra de 2012 e 2015 eu ainda não vi, mas fiquei curiosa.
    Bjsssss

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  5. Que legal seu post. Gostei das diferentes versões. :P
    Seguindo o blog!

    Beijos,
    Postando Trechos

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  6. Olá
    Eu ficava arrepiada quando via o monstro frank, crus credo nem dormia direito,
    depois foram usando o personagem em animações infantis e até me afeiçoei coma figura bizarra dele.
    beijinhos e bom fim de semana.

    http://eueminhasplantinhas.blogspot.com.br/

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  7. Acho que vi todas as versões que já fizerem sobre esse personagem, e sinceramente eu adoro esse tipo de filme e livro! São os meus favoritos!

    Bjos ❤ 😍

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