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domingo, 4 de outubro de 2015

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #18



 Este espaço,  intitulado Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos,  foi criado,   porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau em  uma sala;  devem estar ao nosso alcance sempre.
Com a leitura podemos, encontrar e descobrir mundos que existem dentro de nós mesmos.
É  por isso que convidamos você, hoje a embarcar com a gente nessa linda oração, que com a devida licença poética, é uma doçura em forma de poesia,  que escolhemos para desejar neste Dia  Mundial dos Animas  e em todos os outros dias, paz, amor, esperança, fé, união e alegria!

Antes vamos conhecer um poquitito da vida do santinho padroeiro dos animalitos!

                                                                                 


São Francisco de Assis
04 de outubro

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 1181 ou 1182 – 3 de outubro de 1226), foi um famoso frade e santo católico da Itália. Depois de uma juventude mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando a vida de Cristo; desenvolveu uma profunda identificação com os seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.
Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação, quando se dedicou aos mais pobres e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.
Dante Alighieri, disse que ele foi uma “luz que brilhou sobre o mundo” e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus.
Sua vida e sua mensagem deram origem a inúmeras representações na arte, na pesquisa acadêmica, nos aspectos políticos de sua atuação e em seu misticismo pessoal.
Sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou quando ele ainda era vivo e permanece inabalada até os dias de hoje.
Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.


Cada uma de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.


Senhor!

Faça de mim um instrumento da tua paz!
onde houver ódio,
que eu leve o amor
onde houver ofensa
que eu leve o perdão,
onde houver discórdia
que eu leve a união,
onde houver dúvidas
que eu leve a fé,
onde houver erros
que eu leve a verdade,
onde houver desespero
que eu leve a esperança,
onde houver tristeza
que leve a alegria,
onde houver trevas
que eu leve a luz!

Ó Mestre! Faça que eu procure mais
Consolar, que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado...

Pois:
É dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se nasce para a Vida Eterna.


Beijos poéticos e abraços literários!
Até a próxima.




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