Me
apaixonei assim que vi a capa do livro Cartas Amarelas!
O
autor é o Gui Poulain, da web série “O Chefe e a Chata”.
Em
seu blog ele conta que a ideia surgiu em 2012 quando foi estudar
confeitaria em Paris e que como sempre teve o hábito de enviar
cartas pelo correio para os amigos, em envelopes amarelos, começou
na época a coluna intitulada Cartas Amarelas, no blog Moldando Afeto, para compartilhar o que vivia por lá e a descoberta de novas
alquimias, fossem na mistura de ingredientes, fosse na convivência
com novas pessoas descobrindo uma nova cultura.
Esse
livro reúne 50 “cartas amarelas” que contam essa história
e 70 receitas, entre ilustrações e fotografias, tudo recheado de
afeto.
Cada
detalhezinho da obra foi pensado pra que ele saísse o melhor
possível: foi pensado pra quem quer tê-lo à mão na cozinha, por
isso, capa dura e costura das foscas páginas para protegê-lo de
acidentes e evitar que as páginas se soltem com o uso, mas
também pra quem quer deixar ao lado da cama pra ler uma carta antes
de dormir. Seu formato, 18,5 x 25 cm é confortável pra quem quiser
ler onde for, e ao mesmo tempo grande o suficiente para destacar cada
trabalho em ilustração e imagens.
São
232 páginas com receitas divididas em categorias: Receitas pra quem
mora sozinho; Receitas de família; Uma pequena volta pela França em
5 receitas; Piquenique; Receitas para se fazer e comer a dois; Para
reunir os amigos; Para um aniversário com ternura; Doces docinhos e
outros nem tão doces assim; Pra deixar o verão mais fresquinho; A
grama mais verde é aquela que você cuida; Delicadeza, receitinhas
para distribuir afeto; Pra quem precisa gastar pouco tempo cozinhando
e É bom deixar as coisas irem, coisas pesam.
Cartas
Amarelas não é
apenas um livro de receitas.
Ali
tem muito afeto envolvido. Um
charmoso, colorido e caprichado compilado
de ilustrações,
caligrafias, receitas, textos e fotografias.
Os
textos, escritos em formato de cartas, relatam momentos vivenciados
em Paris, durante o período de um ano em uma vibe ao mesmo tempo
nostálgica e cheia de esperança.
A
caligrafia remete à poetice e é acolhedora dando a sensação de
que fomos transportados para Paris.
Ler
as cartas é uma delícia, mesmo quando curtinhas trazem mensagens
fofas e é possível imaginar os lugares assim como sentir cada
abraço final: doce, cheio de farinha, apertado ou distante...
No
final tem o índice que separada as receitas doces das salgadas,
todas com informações.
Um
amorzinho <3
Abraços
literários e até a próxima.
