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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O que significa "Cliffhanger"?????

                                                                       



Cliffhanger, na tradução literal para a língua portuguesa “à beira do precipício”, ou “à beira do abismo”, é um recurso de roteiro utilizado em ficção, que se caracteriza pela exposição do personagem a uma situação limite, como um dilema ou o confronto com uma revelação surpreendente. Geralmente, o cliffhanger é utilizado para prender a atenção da audiência e, em casos de séries ou seriados, fazê-la retornar ao filme, na expectativa de testemunhar a conclusão dos acontecimentos.
O termo teve sua origem por volta do início do século XX, e foi dicionarizada em 1937, no Oxford English Dictionary. Na época o recurso foi utilizado como fim de episódio para os seriados do cinema mudo, quando o personagem ficava literalmente “à beira do precipício”, e muitas vezes as frases "To be continued,” ou "The End?” instigavam a curiosidade da audiência para o próximo episódio.
A idéia do cliffhanger como arremate de episódio se constrói sobre o valor do suspense como garantia de audiência, em que o espectador aguarda com ansiedade o desenrolar da solução, a despeito de essa solução ser, de certa forma, previsível. A situação envolvida no cliffhanger permanece clara na memória do espectador, mantendo-o interessado na história, mesmo com um intervalo considerável entre a situação apresentada e a solução oferecida.
Seria o que se pode chamar, em psicologia, de “efeito Zeigarnik". Tal efeito estabelece que as pessoas costumam se recordar de tarefas incompletas ou interrompidas melhor que de tarefas completadas.
A idéia de terminar a história num ponto onde a audiência ficasse em suspense, à espera da conclusão, remonta a uma época tão antiga quanto à existência das histórias. Foi o tema central e o recurso construtivo de alguns contos conhecidos, tais como As Mil e uma Noites, em que Sherazade, em face da ameaça da execução matinal ordenada por seu marido, o rei Shahryar, conta suas histórias sempre terminando com um cliffhanger, forçando assim o rei a adiar sua execução diariamente, mediante a curiosidade de conhecer o resto da história.
O termo cliffhanger pode ter se originado com o romance em série de 1873, A Pair of Blue Eyes, de Thomas Hardy. Na época, os jornais publicavam romances em capítulos, geralmente um capítulo por mês. Para que o interesse na história permanecesse, alguns autores empregavam diferentes técnicas. Quando sua história foi transformada em série no Tinsley's Magazine, entre setembro de 1872 e julho de 1873, Hardy decidiu levar um de seus protagonistas, Henry Knight, literalmente para a “beira do precipício”, encarando os olhos de pedra de um trilobita fossilizado, iniciando o literal cliffhanger na literatura vitoriana.
Desde que Hardy criou a situação, todos os escritores passaram a utilizar o cliffhanger, e Wilkie Collins ficou famoso por comentar sobre a técnica: "Make 'em cry, make 'em laugh, make 'em wait – exactly in that order" (“Fazendo chorar, fazendo rir, fazendo esperar – exatamente nessa ordem”).
O cliffhanger pode ter migrado para o cinema no mais popular seriado do cinema mudo, The Perils of Pauline (1914), exibido em episódios semanais que apresentavam Pearl White como a atriz principal, uma permanente “donzela em perigo”. Especificamente, um episódio filmado nos arredores de New Jersey Palisades terminava com a heroína literalmente à beira do precipício.
A partir de então, vários seriados utilizaram o recurso, tais como The Hazards of Helen, The Timber Queen, entre outros, em que a heroína sempre terminava o episódio sob uma situação de perigo extremo e, aparentemente, sem solução.
Um outro exemplo cinematográfico, possivelmente o mais famoso cliffhanger, foi o fim do filme de 1969, The Italian Job (Um Golpe à Italiana), onde o veículo usado na fuga ficava literalmente balançando à beira do abismo.


Fonte: Wikipédia


 Abraços Literários.

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