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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um Dia de David Nicholls-

                                                                              


Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dexter e Emma levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia - 15 de julho
Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.
Fenômeno editorial, Um Dia é sucesso absoluto de crítica e público, e teve o roteiro adaptado para o cinema pelo próprio autor, David Nicholls.
O filme traz a atriz Anne Hathaway no papel de Emma Morley  e Jim Sturgess como Dexter.

Um livro que te faz pensar  e repensar a vida depois que você o termina.

Um livro que faz com que você olhe para a própria vida e sinta-se inspirado a mudar, melhorar, reinventar-se.  A não perder tempo e a dizer aquilo que sente quando sente, porque nunca se sabe como será o dia de amanhã.

Esse livro é “Um Dia”, de David Nicholls.

Neste romance, somos levados até o dia 15 de Julho de 1988, quando Dexter Mayhew e Emma Morley passam uma noite juntos logo depois sua festa de formatura da faculdade.
Juntos. Apenas isso. Apenas um dia.
O que era para ser uma simples extensão da comemoração, porém, começa a se tornar algo a mais, mesmo que no fundo nenhum dos dois se dê conta disso. Talvez o timing deles estivesse errado. Talvez eles devessem ter dito coisas. Ou ter feito coisas.
Talvez tudo pudesse ter sido diferente.
Os anos se passam e nem Dexter nem Emma levam a vida que esperavam ou sonhavam ter. Mas talvez a vida seja assim mesmo, nem todos os sonhos podem se realizar, não é mesmo? Então eles tocam suas vidas, mas continuam a esbarrar no desejo incontrolável que têm de conversar um com o outro.
Amigos? Não, mais que isso.
Namorados, amantes? Também não.
Melhore amigos? É, melhores amigos parece bom.
O tempo passa, suas vidas tomam caminhos diferentes. Empregos, família, encontros… Será que o timing vai dar certo dessa vez? Será que é hora de dizer alguma coisa? Será que estão esperando demais?
Ao longo da trama você é convidado a desvendar todos os sentimentos e angústias que se passam nos corações de Emma e Dexter, narrados com perfeição por David Nicholls. O estilo despojado, com leitura fácil e passagens que podem te fazer rir em um segundo e te fazer chorar no outro sem nem perguntar se você precisa de uma pausa para acalmar os ânimos ou talvez beber um copo d’água. Simplesmente mágico!
A cada capítulo embarcamos naquele fatídico dia, 15 de Julho, nos anos subseqüentes,
por quase vinte anos.
O que ele realmente significou? O que aconteceu entre Dex e Em, Em e Dex? Quais as conseqüências que isso trouxe para a vida de ambos?
Será que poderia ter sido diferente?
São nessas perguntas que passamos a espelhar nossa própria vida, independente da idade que temos. O modo como tudo é passado faz com você se identifique com os protagonistas. A perspectiva de não saber o que fazer com o diploma, os empregos que não são bem o que queríamos, a vontade de ter uma família e o medo de não conseguir, sentimentos que nascem e  que temos medo de deixar  crescer – mas que cresce mesmo assim, como se tivessem uma vida secreta, quase que por pirraça para nos olhar bem nos olhos dali algum tempo e dizer ‘Ahá, finalmente me encontrou! Eu estava aqui o tempo todo enquanto você se ocupava com outras coisas mais importantes como a sua carreira ou o que cozinhar no jantar. Tomara que não seja tarde demais agora.’
Tudo isso com personagens que poderiam muito bem ser nossos pais, vizinhos, professores ou amigos imaginários. Personagens absolutamente reais. Provavelmente são coisas pelas quais todos nós já passamos ou vamos passar.
Dex e Em são assim. Pessoas, como eu e você.
Pessoas que tomam decisões erradas, que se arrependem e que buscam o que todo ser humano busca no fim das contas: Ser feliz.
E são pessoas que descobrem que a felicidade pode se esconder no alto de um monte com um amigo meio bêbado e uma mochila para piqueniques. Em férias  com regras de convivência completamente inaceitáveis na Grécia. Em um passeio por um labirinto escuro no meio de um casamento entediante. No apartamento pequeno cheirando a mofo, ou num cafezinho sem compromisso em Paris.

Dex e Em, Em e Dex.
Pessoa
s que, acima de tudo, descobrem que a felicidade tem a sagaz habilidade de se esgueirar às escondidas, procurando por nós,  por vinte e tantos anos, mesmo que você insista em fechar a porta na cara dela. Ou então que ela pode se eternizar em apenas vinte e quatro horas despreocupadas, quando você nem sabia o que ia fazer no dia seguinte.
Dex e Em, Em e Dex.
Vinte anos.
Duas Pessoas.
Um Dia.
15 de julho.
Perfeito!



Abraços Literários.

2 comentários:

  1. Post perfeito para um dia 15 de julho rsrsrs
    Impossível não se apaixonar pela Em da mesma maneira que é provável a identificação com o Dex.
    Livro e filme são imperdíveis e necessários.
    Parabéns pela resenha.
    bjs e um café em Paris para nós.

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  2. Oi Jerônimo.
    Que bom que vc gostou, obrigada pelos parabéns.
    A Em é mesmo mto fofa e a identificação com o Dex se dá na medida em que ele é um personagem bem real, do tipo que vira e mexe comete seus erros, e é impossível não torcer pelos dois juntos, não é ?
    bjo

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