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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cine Clube #10: Sempre Ao Seu Lado-

                                                                             



O filme é baseado em uma história real que aconteceu no Japão no início do século XX, onde Hachi  ia com o seu dono Parker até a estação do metrô de Shibuya e o esperava voltar no final da tarde todos os dias.

Sempre ao seu lado é um filme americano, gênero drama  com direção de Lasse Halestrõm, tendo como elenco Joan Allen, Richard Gere, Sarah Roemer, Jason Alexander, Cary-Hiroyuki Tagawa, Erik Avari e Davenia Mc Fadden. A produção é de Richard Gere, Bill Johson e Vicki Shigekuni Wong e trilha sonora de Jan A.P. Kaczmarek.
O filme é uma adaptação da história verídica vivida por um cachorro japonês da raça akita, que tinha o nome de Hachiko, um drama vivido pelo animal com a perda de seu dono, remete ao espectador a força de uma grande amizade ou o verdadeiro amor, o amor infinito, que ultrapassa até os mistérios da morte.
A história começa quando um filhote de cachorro akita, é encontrado perdido em uma estação de trem pelo professor universitário Parker Wilson (interpretado pelo ator Richard Gere).
Parker tenta encontrar o verdadeiro dono do cão sem sucesso e acaba se apegando ao cãozinho, levando-o para casa.
Ken, amigo de Parker, é quem faz a revelação de que não foi ele quem encontrou o filhote, mas sim que o cão foi quem o escolheu como dono. E ele explica também que o nome Hachi, escrito na coleira, significa oito em japonês,  mas também há o significado universal de infinito.
E é infinito o amor de Hachi por Parker.

Uma curiosidade colocada no filme foi a brincadeira com a bolinha, que Ken explica não fazer sentido para Hachi. “Cachorros japoneses não pegam a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito”, foi explicado por Ken.
Essa inserção é perfeitamente colocada no contexto.
No decorrer do filme o tempo vai passando ao passo que Hachi e Parker criam laços de amizade, lealdade e amor sem limites.

Todos os dias Hachi acompanhava Parker até a entrada da estação de trem, onde este ia para o seu trabalho, e ao ouvir no final da tarde o barulho do trem voltando o cãozinho saia correndo para esperar seu dono no mesmo lugar, e foi assim durante dois anos seguidos, onde sob o sol de verão ou a forte neve do inverno Hachi não deixava de cumprir o seu papel de amigo fiel.
Numa dessas tardes Parker não retornou do trabalho, deixando seu grande amigo esperando por toda a noite. Hachi não sabia, mas seu dono nunca mais voltaria para casa, devido a um grave acontecimento,  tornando eterna a sua espera.
A esperança de Hachi pelo retorno de Parker era tão grande que todos os dias, por longos dez anos, no mesmo horário o cãozinho esperava seu dono na entrada da estação de trem. 
Foi construída uma estátua com a imagem do amigo fiel a espera de seu dono na praça em frente à estação de trem, que foi o lugar onde Hachi fechou os olhos pela última vez à espera de Parker, símbolo maior do verdadeiro amor.
O autor foi muito feliz ao fazer esta adaptação, pois o filme retrata valores essenciais como a verdadeira amizade entre os dois.
Um filme  maravilhoso, emocionante, exemplar, adorável, inesquecível, admirável e com brilhantes atuações, podendo ser indicado a todos indistintamente sendo uma boa referência para toda família, pois é livre a sua classificação.

Com essa coluna Cine Clube, encerramos o mês em que comemoramos o amor, deixando registrado aqui essa forma de amor, intensa, desinteressada, sincera, fiel, plena e infinita, que é o amor e a lealdade dos cães.
Não é à toa que a expressão “fidelidade canina” designa as relações onde a lealdade se faz presente incondicionalmente e faz jus aos cães, nossos companheiros de jornada, a quem devemos tanto, com os quais só temos a aprender e aos quais temos tanto a agradecer.


Abraços Literários e até a próxima.

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