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sábado, 20 de dezembro de 2014

A Arte das Capas #15

                                                                        



A capa de livro é a identidade visual de uma obra literária. Uma nobre embalagem, que desperta os sentidos, desejos, sonhos e emoções, e tem muita história para contar...
A Arte das Capas é a coluna em que mostramos  livros e suas capas.
Bacana pra que vocês conheçam novos livros e novas capas também, já que temos  certeza que muita gente, assim como nós, adora capas de livros!
 Nesse mês de dezembro, não poderia ser diferente, nós trazemos um livro com a temática natalina,  encantador e altamente  recomendado, O Presente de Cecelia Ahern.

                                                                       



 Todos os dias, Lou Suffern luta contra o tempo. Ele tem sempre dois lugares para ir, tem sempre duas coisas a fazer. Quando dorme, sonha com os planos do dia seguinte, e, quando está em casa, com a esposa e os filhos, sua mente está, invariavelmente, em outro lugar. Numa manhã de inverno, Lou encontra Gabe, um morador de rua, sentado no chão, sob o frio e a neve, do lado de fora do imenso edifício onde Suffern trabalha. Os dois começam a conversar, e Lou fica muito intrigado com as informações que recebe de Gabe; informações de alguém que tem observado uniões improváveis entre os colegas de trabalho de Lou, como os encontros da moça de sapatos Loubotin com o rapaz de sapatos pretos... Ansioso por saber de tudo e por manter o controle sobre tudo, Lou entende que seria bom ter Gabe por perto — para ajudá-lo a desmascarar associações que se formam fora de suas vistas — e lhe oferece um emprego. Mas logo o executivo arrepende-se de ajudar Gabe: sua presença o perturba. O ex-mendigo parece estar em dois lugares ao mesmo tempo, e, além disso, Gabe lhe fala umas coisas muito incomuns, como se soubesse do que não deveria saber... Quando começa a entender quem é realmente Gabe, e o que ele faz em sua vida, o executivo percebe que passará pela mais dura das provações. Esta história é sobre uma pessoa que descobre quem é. Sobre uma pessoa cujo interior é revelado a todos que a estimam. E todos são revelados a ela. No momento certo.

                                    
                                                                          


                                                                      

 O Presente, título brasileiro de The Gift foi publicado originalmente em 2010 pela escritora irlandesa Cecelia Ahern, mais conhecida por seu livro best-seller P.S. Eu Te Amo (2004).
O Presente nos apresenta duas histórias bem peculiares. A primeira em tempo real: A história do Garoto do Peru, que no Natal, simplesmente joga um peru pela janela da casa de seu pai e acaba parando na delegacia onde os policiais Raphie e Jéssica se encontram. Raphie nos apresenta a segunda história: a de um homem ambicioso e rico chamado Lou. Essa história contada pelo policial serve para fazer refletir o Garoto do Peru e o leitor que vai acompanhando a narrativa.

                                                                       


                                                                            
 "As pessoas, como as casa, guardam seus segredos. Às vezes, os segredos as habitam; outras vezes, são elas que habitam seus segredos. Elas os envolvem fortemente com os braços para protegê-los, prendem a verdade na língua. Mas, após algum tempo, a verdade prevalece e se ergue acima de tudo. Ela se torce e se retorce dentro das pessoas, cresce até que a língua, inchada, não seja mais capaz de segurá-la; então chega o momento em que a pessoa precisa cuspir as palavras, arremessar a verdade com força pelos ares e deixá-las se espatifar no mundo. A verdade e o tempo sempre trabalham juntos." (p.13)

Lou simplesmente negligencia tudo e todos por causa do seu trabalho, ele quer subir na vida a qualquer custo. Quando a empresa na qual trabalha passa por uma reformulação,  Lou, obviamente, quer esta promoção. Ele  é um exemplo magnífico de profissional, mas infelizmente não é um bom pai, marido, irmão e filho, deixando sua família sempre  em segundo plano.
Nesse ínterim, Lou conhece o misterioso mendigo Gabe que lhe dá um presente, simbólico, porque o verdadeiro presente só conseguimos conhecer no final da leitura.

A simples e misteriosa história contada pelo policial Raphie consegue comover tanto o rebelde Garoto do Peru (que pode ser qualquer um de nós leitores) como a si mesmo. Raphie percebe que embora não seja ambicioso como Lou, tem perdido tempo com coisas que não valem tanto a pena assim.
O final da história, embora fiquemos torcendo para que seja feliz, é coerente e realista.

“As pessoas contam histórias, e aqueles que as ouvem devem decidir se acreditam nelas ou não.”

 “... quando é preciso ter um pouco de fé em alguma coisa, todo mundo fica louco (...). Se milagres tivessem equações químicas, todos acreditariam neles. É decepcionante.”

Fora a escrita inusitada e envolvente, lidamos com uma trama surpreendente.
Existem muitos fatos desconhecidos, inúmeras incógnitas, e ainda pormenores que trabalham com a fé do leitor e sua crença naquilo que não somos capazes de compreender.
Todos nós temos um pouco de Lou e com esse livro, com esse presente, talvez possamos descobrir pelo que vale a pena lutar.
Poucas vezes um título justificou tão bem uma história. Como um belo presente  a obra encanta e emociona. Desde o início da leitura fica claro que o objetivo da trama é presentear, tanto seus personagens quanto seus leitores, com lições de vida.
É possível escolher o que é  prioridade; o tempo é nosso maior presente; VC pode  ser despedido do seu casamento, namoro ou relacionamento familiar; VC ainda pode viver verdadeiramente a vida, basta querer; VC sabe o que quer de verdade, sabe quais são os verdadeiros valores da vida, basta escutar seu coração.
Com fatos reais do cotidiano apressado e estressante de nossa atual sociedade, Cecelia Ahern aborda com maestria os verdadeiros valores da vida, nos fazendo refletir sobre prioridades, rotina, ambição, tempo, e principalmente fé.  
 O Presente é um livro reflexivo que deveria ser lido sempre – como um lembrete – e em especial nos finais de ano, já que o enredo de passa no Natal, uma época exemplar para reflexões e recomeços.

                                                                    


   
E aí leitores,  nós queremos saber, qual dessas lindas capas VCS acham a mais estilosa ?????
Contem para nòs!


Abraços Literários e até a próxima.


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