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sábado, 12 de outubro de 2013

Caneca Literária #6: Emília no País da Gramática de Monteiro Lobato-

                                                                             



A coluna Caneca Literária traz hoje uma sugestão super bacana de leitura para o dia das crianças. O dia em que comemoramos a criança que sempre existirá dentro de cada um de nós!

                           
                                                                             



O livro Emília no País da Gramática, de Monteiro Lobato,  é literalmente um passeio não só pelo país da gramática mas da língua como um todo.
Sem aquelas 1000 regras e suas 500 exceções, Monteiro Lobato interpreta a gramática da língua portuguesa de forma leve e descontraída desvendando através dos personagens que frequentam o sítio da Dona Benta, a sintaxe, morfologia e semântica da língua portuguesa, suas origens e seu funcionamento com noções extremamente pertinentes.
A interpretação de Monteiro Lobato vai além das definições dadas pelas falas dos personagens, todo o cenário e as próprias características físicas e mentais dos personagens transmitem noções concretas da língua, seja o fluxo de palavras nas cidades caracterizando a vivacidade da língua, sua dinâmica, seja a brincadeira da Emília, Pedrinho e Narizinho de "podar" a raiz das palavras e "enxertar" sufixos e prefixos para formar novas palavras, ou mesmo Emília abrindo a caixa dos pontos de interrogação e afirmando que os conhece muito bem, pois são mexeriqueiros e curiosíssimos.
Na entrada, são recebidos por barulhos de vespas, os sons orais. Emília é a mais questionadora de todos e já começa a expor suas dúvidas e indignações com tantos nomes difíceis- xingamentos, como diz- e tantas normas.
Ao longo do livro, eles visitam diversas cidades, como são chamadas as divisões dos grupos de palavras. Passam pela Portugália, onde vivem as palavras da língua portuguesa, Galópolis, de língua inglesa; pelas variações como as gírias, neologismos; visitam as que já estão morrendo e quase não são mais usadas, no Arcaísmo e vão até ao cemitério, onde se encontram as palavras latinas, que já estão mortas.
Durante o passeio, vão percebendo que por mais que haja rixas entre alguns grupos, uns se julguem mais importantes que os outros, não haveria como escrever uma oração sem todas as palavras juntas. Verbos, adjetivos, substantivos, todos são importantes  e indispensáveis para a expressão e interpretação  do pensamento.
Ao longo da jornada, questionam o porquê de tantas formas diferentes de se conjugar verbos,  o emprego do aumentativo e diminutivo às coisas, se não poderiam mudar para formas mais fáceis.
A turma aprende também que os gramáticos não podem mudar a língua, apesar de quererem que ela pare em certo ponto do tempo. A língua não para nunca, sempre muda e evolui.
Após passarem por todas as classes gramaticais, pronomes pessoais, possessivos, artigos definidos e indefinidos, palavras estrangeiras, e tantas outras, cercam-se de um mistério: o sumiço do Visconde de Sabugosa e do ditongo ÃO, desprezado por apenas ajudar a formar algumas palavras.   Quem quer ajudar a desvendar o mistério do sumiço do Visconde ??????

Não é  só uma boa literatura, que proporciona ao leitor o prazer peculiar das palavras, mas uma fonte de conhecimento prático riquíssima que merece atenção podendo ser aproveitada de diferentes maneiras tanto na sala de aula quanto para nosso  conhecimento e uso no dia a dia.
Além de ser divertido, ensina a gramática de português desde o alfabeto à análise sintática. É perfeito para ajudar as crianças em provas de português, tanto em gramática quanto em redação, já que  a  leitura ajuda muito na redação.
Recomendadíssimo.


Beijos literários enormes e até a próxima!


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