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sábado, 19 de outubro de 2013

O Centenário de Vinícius de Moraes-

                                                                            




Hoje, Vinícius de Moraes, compositor, cantor, poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cronista e crítico de cinema, se estivesse vivo, completaria 100 anos.
Sua propensão à diversidade fez com que transitasse por caminhos curiosos, como lançar um álbum para crianças, “A Arca de Noé” (1980), e compor trilhas sonoras para novelas, como por exemplo, “O Bem Amado” (1973) e “Fogo sobre Terra” (1974).
Compositor de cerca de 300 músicas e autor de aproximadamente 400 poemas, o artista revolucionou a literatura e a música. 
Um dos parceiros mais célebres foi o compositor Toquinho, com quem compôs “Para Viver Um Grande Amor” e que se refere a genialidade de Vinícius dizendo que ele foi capaz de traçar novos rumos na música, porque compunha de forma simples. Suas letras tinham uma linguagem convidativa, cotidiana e comum a todos nós. Ninguém fazia melhor do que ele nem ia tão direto ao ponto.
Talvez por isso tantos apaixonados tenham tomado emprestadas as palavras de Vinícius. Todos tiveram em algum momento, um poema ou uma canção dele como trilha sonora de seus romances.
Seu sucesso com o público se deve à sua capacidade de reconhecer o nascimento de uma melodia ou de uma letras. Ele era mestre na relação do som das palavras com os acordes.
A maestria ganhou status e sucesso internacionais a partir de 1956, quando o poeta encontrou o compositor Antônio Carlos Jobim. Juntos, compuseram, entre outras, as músicas: “Se todos fossem iguais a VC”, “Chega de Saudade”,  “Garota de Ipanema”, “Canção do Amor Demais”, “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Água de Beber”, “Ela é Carioca” e “Lamento”.
Vinícius ainda teve parcerias afinadas com outros músicos, como Carlos Lyra, Badem Powell e Pixinguinha.

Nossa homenagem ao poetinha, como era chamado, é o soneto que ainda hoje é uma exaltação ao amor e que sempre emociona:


“Soneto de Fidelidade”

“E assim quando mais
tarde me procure
Quem sabe a morte,
angústia de quem vive
Quem sabe a solidão,
fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do
amor (que tive):
Que não seja imortal,
posto que é chama
Mas que seja infinito
enquanto dure.”

(Vinícius de Moraes)



Abraços Literários e até a próxima.


2 comentários:

  1. Olá parabéns pelo post.

    Chega de Saudade

    Vai minha tristeza
    E diz a ela que sem ela não pode ser
    Diz-lhe numa prece
    Que ela regresse
    Porque eu não posso mais sofrer
    Chega de saudade
    A realidade é que sem ela não há paz
    Não há beleza
    É só tristeza e a melancolia
    Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
    Mas se ela voltar, se ela voltar
    Que coisa linda, que coisa louca
    Pois há menos peixinhos a nadar no mar
    Do que os beijinhos que eu darei
    Na sua boca
    Dentro dos meus braços
    Os abraços hão de ser milhões de abraços
    Apertado assim, colado assim, calado assim
    Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim
    Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim
    Não há paz
    Não há beleza
    É só tristeza e a melancolia
    Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
    Dentro dos meus braços
    Os abraços hão de ser milhões de abraços
    Apertado assim, colado assim, calado assim
    Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim
    Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim
    Não quero mais esse negócio de você longe de mim
    Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim

    Minha colaboração pelo centenário do poetinha.
    ; * e + ; *

    ResponderExcluir
  2. Oi Jerônimo!
    Que bom que gostou do post e agradecemos muitíssimo pela sua colaboração.
    Essa música é lindíssima, escolheu bem garoto!
    Bjs

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