Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida





Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

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A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

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Abraços


Equipe Café com Leitura na Rede.



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O Chamado Selvagem de Jack London-

                                                                                



O Chamado Selvagem de Jack London (gênero ficção, clássico) lançado em 1903 é considerado a obra-prima de London e um de seus principais trabalhos, tendo emocionado milhões de pessoas em todo o mundo contando a jornada do cão Buck,  que é raptado de seu confortável lar e levado para o Yukon durante a corrida do ouro no século 19.
Emocione-se e aventure-se com Buck nessa incrível jornada

Como não se emocionar lendo as aventuras de Buck ???
Um incrível cão doméstico e mestiço, filho de um São Bernardo e uma Pastor Alemão.  Ele  vive em uma grande casa com toda mordomia e ali  reina absoluto, querido por todos.  Só que essa tranqüilidade termina quando Buck é raptado por um dos empregados da casa e levado para Yucon, na época da famosa corrida do ouro dos EUA.
Tem início uma grande jornada onde Buck sofre uma todo tipo de provações e maus-tratos até que chegar as mãos de François e Perrault, garimpeiros que vivem uma vida selvagem. Buck  retorna a suas origens voltando a sentir  seus instintos.  Sem paz nem segurança ali a vida é de muito risco e perigo de morte. Todos os cães são selvagens e só conheciam a lei dos castigos físicos e das presas. Buck aprende a se manter vivo e aprende a cada dia  mais sobre sua nova vida. 

"Não era difícil para ele aprender a lutar, cortando, rasgando e mordendo rapidamente como os lobos, pois assim lutaram os seus antepassados já esquecidos. Eram eles que despertavam a velha vida dentro de si, e os velhos truques que eles imprimiram na hereditariedade da raça eram os seus.”

Puxar trenós na neve pela floresta é uma prova de fogo de aceitação e sobrevivência  e a sua resistência impressiona a todos que estão a sua volta.
Segue sua jornada por infindáveis quilômetros enfrentando obstáculos que o deixam cada vez mais forte e lhe conferindo a posição de líder.
Uma das partes memoráveis desta história é quando Buck é salvo por John Thornton que traz novamente o amor ao seu coração. 

"Buck tinha seu jeito de expressar o seu amor que quase machucava: frequentemente, abocanhava a mão de Thornton, e a apertava tão ferozmente, que deixava a marca de suas presas mesmo durante algum tempo depois. E, como Buck entendia as pragas como palavras de amor, assim também o homem entendia essa falsa mordida como uma carícia.”

Aventuram-se pelas vastidões geladas do Yukon esperando encontrar ouro e ficarem ricos. 
O autor situa a realidade da vida de um cachorro durante a corrida de ouro no século 19 com maestria.
São amigos inseparáveis e Buck daria a sua vida para salvá-lo. Muitas coisas acontecem mostrando sempre o amor e fidelidade de Buck para com Thornton. 
O seu espírito selvagem está cada vez mais aguçado e enquanto o seu dono segue as explorações no rio ele se embrenha na floresta de onde vem o chamado, o uivo  que lhe é tão familiar. Encontra-se com um lobo cinzento e se torna seu amigo.  Passa as noites na floresta em busca dos sinais que o chamam, se aprimora na caça desafiando os perigos e aprendendo a sobreviver nesse mundo selvagem.
O Chamado Selvagem é considerado a obra-prima de Jack London.
É um livro fininho, de leitura fácil, fluída, envolvente e cativante como o próprio protagonista.
VC torce, se envolve, sente empatia pelos sentimentos  e deseja fortemente que Buck consiga superar as dificuldades e seja feliz.
Esse talvez tenha sido o primeiro livro que li, há muito tempo atrás,  e certamente um dos responsáveis pela minha grande paixão pelos livros.
Recomendadíssimo!


Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Promoção de Férias-

                                                                               



Férias é uma delícia não é mesmo ??????
Sombra, água fresca e uma rede!
E nada melhor do que viajar nas férias ...

                                                                                


Ler um bom livro é como ter o mundo nas mãos.
Como é delicioso viajar sem sair do lugar, se sentir transportada para lugares aonde só iria a sonhos, espaços no tempo onde só é possível chegar através da leitura.
Com um livro eu percorro universos e lugares jamais imaginados, mundos sobrenaturais e extraordinários; ambientes  românticos, poéticos, aterrorizantes, assustadores, dramáticos, divertidos, instigantes, incríveis de se conhecer.
Ler é viajar no tempo. Viaje para onde sua imaginação quiser. Basta ler um livro.

Pensando assim nós do Café com Leitura na Rede iniciamos 2014 com uma super promoção de férias!

                                                                              



Na nossa loja virtual VC encontra diversos títulos de diferentes gêneros literários por precinhos incríveis.
Livros por R$10 e R$5 ??????? VC só encontra aqui, com a qualidade que VC merece e com o atendimento 5 estrelas que VC conhece e aprova.
Aguardamos sua visita na nossa loja virtual aqui e também no nosso cantinho no Livronauta, aqui!




Abraços Literários e Excelentes férias!

domingo, 12 de janeiro de 2014

O que é Fan Art ??????

                                                                            


Fanart ou fan art é uma obra de arte baseada em um personagem, fantasia  ou história que foi criada por fãs.
O termo pode ser aplicado tanto à arte feita por fãs de personagens de determinado(s) livro(s), como também arte derivada de mídias visuais, como quadrinhos, filmes e/ou games. Geralmente se refere a obras de arte de artistas amadores ou artistas não pagos por seu trabalho. É um trabalho feito por fãs de sua própria imaginação sobre a obra original.
O termo tem origem da língua inglesa onde "fan" se refere ao indivíduo fanático por determinado assunto; e "art" à "arte", composição artística (desenho, ilustração, pintura).
Essa expressão é freqüentemente usada ao se falar de desenhos de anime ou mangá.
Nós que somos apaixonadas por imagens e por arte de uma maneira geral, não poderíamos deixar passar a oportunidade de deixar registrado três das nossas fanarts  preferidas.
                              
                                                                                 


Do memorável filme E O Vento Levou que dispensa apresentações, do personagem inesquecível Hachiko do filme Sempre Ao Seu Lado e por fim da personagem guerreira Katniss Everdeen da trilogia Jogos Vorazes.

                                                                                 



Esperamos que VCS gostem!
Agora queremos saber,  qual personagem  VCS  acham que merece uma linda fanart????
Deixem seu comentário e vamos trocar figurinhas.


Abraços Literários.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Caneca Literária #9: Na Companhia das Estrelas de Peter Heller-

                                                                               




Sinopse - Na Companhia das Estrelas - Às vezes, um bom coração é tudo de que um homem precisa - Peter Heller
Em um mundo devastado pela doença, Hig conseguiu escapar à gripe que matou todo mundo que ele conhecia. Sua esposa e seus amigos estão mortos, e ele sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado com seu cachorro, Jasper, e um único vizinho, que odeia a humanidade, ou o que restou dela.
Mas Hig não perde as esperanças. Enquanto sobrevoa a cidade em um avião dos anos 1950, ele sonha com a vida que poderia ter vivido não fosse pela fatalidade que dizimou todos que amava. Hig é um guerreiro sonhador. E tem uma imensa vontade de gente, apesar da desilusão que se abateu sobre ele. Por isso é capaz de arriscar todo seu futuro quando, um dia, o rádio de seu avião capta uma mensagem...
Voe com Hig e Jasper e se encante ao descobrir que um mundo melhor pode estar em cada um de nós.

Essa é a nossa primeira Caneca Literária de 2014 e escolhemos um livro para quem gosta de um excelente texto poético, de uma encantadora história reflexiva, de olhar as estrelas e conhece  o valor da fidelidade de um cão: um livro perfeito!

                                                                           



Uma tragédia biológica se abateu sobre a população da Terra e dizimou praticamente todas as pessoas. Entre os que desenvolveram imunidade a gripe, muitas acabaram com uma doença no sangue altamente transmissível.
Hig já vive nesse mundo pós apocalíptico há nove anos, ele não tem a doença, mas perdeu todos os que conhecia, exceto Jasper seu cachorro e um vizinho que o ajuda a defender o perímetro.
Bangley é um sobrevivente, um homem duro, hábil atirador e que salva a pele de Hig várias vezes, isso porque os poucos seres humanos que sobraram não são exatamente o melhor da humanidade. Assim, os dois homens totalmente diferentes se unem para sobreviverem.
O livro é surpreendente, pela sinopse, o desenvolvimento do enredo e os personagens bem construídos, mas principalmente a forma como foi escrita. Narrado em primeira pessoa, transporta os leitores para dentro da cabeça de Hig, fazendo-nos conhecer seus sentimentos e pensamentos mais íntimos.
Hig é um bom homem, sensível, cativante, envolvente e simples que trava uma batalha interna diariamente sobre o quanto vale a pena continuar lutando para (sobre)viver.
Ao longo da história suas lembranças nos mostram o que aconteceu com o mundo, como tudo mudou e como é difícil o que restou.
Os sobreviventes são  pessoas desesperadas, gananciosas, prontas para esquecerem qualquer resquício de civilização, dominados pela selvageria: quem quer viver tem que aprender a matar e isso causa perplexidade,  pois dá para acreditar que se a história fosse real as pessoas poderiam se transformar dessa maneira.
A história é reflexiva pois nos faz pensar em um mundo que não gostaríamos de viver e ao compartilhar as emoções de Hig somos levados para dentro da narrativa, nos sentimos parte de tudo e nos colocamos no lugar do protagonista que sente falta de humanidade, amor, conversas e  frequentemente sente saudades do que não houve tempo de acontecer.
Para quem pensa que o livro é uma referência ao filme "Eu sou a Lenda", ele não é.
A única semelhança é que se passam em um mundo pós apocalíptico, em todos os outros sentidos as histórias são completamente diferentes.
O livro ainda consegue transmitir um sentimento poético, Hig consegue encontrar beleza nesse mundo pós apocalíptico, motivos para viver e se sentir feliz, em meio as suas pequenas alegrias;  é um encanto estar na companhia de Hig.
Um livro difícil, mas marcante, que fala de um mundo pós apocalíptico, mas principalmente de esperança, bondade e poesia, um livro do tipo que depois que terminamos de ler, permanece conosco por muito e muito tempo!



Abraços Literários.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #4

                                                                                



Este é um espaço para que a magia do nosso Cantinho de  Leitura esteja disponível  para VCS  24 horas por dia.
Isto porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau em  uma sala; devem estar ao nosso alcance sempre.
Os poemas que os lábios proferem, os ouvidos alcançam e encontram eco no coração, no espírito, na própria alma,  e enleva.
É por isso que convidamos você a embarcar com a gente!


E para começar o novíssimo 2014,  O Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos traz para  leitor  Carlos Drummond de Andrade e sua  Receita para o Ano Novo!
         

                                                                                  



Receita de Ano Novo
Carlos Drummond de Andrade


Para você ganhar um  belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo  novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.



Um Feliz 2014 com muito café e bastante leitura na rede para todos nós!


Abraços Literários.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014-

                                                                               



O Blog e Site  Café com Leitura na Rede deseja a todos os leitores, amigos, clientes e internautas um FELIZ ANO NOVO, recheado de livros, histórias, narrativas, enredos, tramas, leituras e releituras!
Abraços Literários!


Esse é um dos meus poemas favoritos!
Recentemente soube de uma divergência sobre a autoria do referido poema.
Desejos não seria da autoria de Victor Hugo, teria uma versão, na verdade seria  um original,  Os Votos de Sergio Jockymann  publicado originalmente em 1980.
Como não saberia dizer se é ou não lenda do “território da internetês” publico dando os créditos a quem for de direito, uma vez que em hipótese alguma cometeria uma injustiça com quem quer que fosse.
De qualquer maneira Victor Hugo ou Sergio Jockymann, Desejos  ou Os Votos, o poema é simplesmente maravilhoso.


 “Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconseqüentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.

                                                                              


E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituívelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro não insista em rejuvenescer,
e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,
mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente por mais ridículo que seja e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impor.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que,
sendo mulher, você tenha um bom homem
e que sendo homem tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.
E se isso só acontecer, não tenho mais nada para desejar”

Fonte: Folha da Tarde – Porto Alegre – 30 de Dezembro de 1978.
Observação: Toda pontuação e formatação do texto foram mantidas de acordo com o original.


                                                                          

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal-



                                                                               



Papai Noel existe, sim!





Em 1897, Virgínia O’Hanlon Douglas, de 8 anos, escreveu para o jornal inglês The Sun perguntando se Papai Noel existia, já que alguns de seus amigos diziam que tudo não passava de fantasia. O jornal publicou a resposta: “Seus amiguinhos estão errados. Provavelmente foram afetados pela descrença de uma época em que as pessoas só acreditam  naquilo que veem. Papai Noel existe, sim! Isso é tão certo quanto a existência do amor e da generosidade. Ah, como seria triste o mundo sem Papai Noel!
Não haveria a poesia e a fantasia para fazer a nossa existência suportável. VC poderia até pedir ao seu pai para contratar homens para vigiar as chaminés e assim flagrar  Papai Noel, mas, mesmo que VC não o visse descendo por elas, o que isso provaria ????
Nada! Ninguém vê o Papai Noel, mas não há sinais de que ele não existe. O fato é: as coisas mais reais são aquelas que ninguém vê. Papai Noel sempre existirá, fazendo felizes os corações das pessoas.”

Portanto, sonhe muito, pois é a partir dos sonhos e fantasias de ontem que surgem as grandes realizações de amanhã.


O Café com Leitura na Rede blog e site deseja a todos os seus leitores, clientes e amigos um Feliz e Iluminado Natal!