Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

Tem algum comentário ou sugestão para fazer?

Escreva para nós no e-mail: cafecomleituranarede@gmail.com


Loja Virtual

A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

Acesse agora mesmo:


Abraços


Equipe Café com Leitura na Rede.



segunda-feira, 18 de junho de 2018

O violino de Auschwitz-


                                                                             


Sinopse- Em Dezembro de 1991, num concerto em homenagem a Mozart, na Cracóvia, a primeira violinista impressiona com um instrumento rústico e humilde.
Quando lhe perguntam
sobre ele, uma notável história se revela: a da vida de Daniel, um luthier, que sobreviveu a Auschwitz.
A inesperada relação com o comandante do campo, um amante da música clássica, e a encomenda de um violino com as especificações de um Stradivadius tornam-se momentos decisivos na vida de Daniel no campo de concentração que põe-se a trabalhar, sem saber o que o aguarda se falhar na tarefa.

                                                                                    


O violino de Auschwitz, da catalã Maria Àngels Anglada, integra vertente da ficção contemporânea, cuja temática é a expressão da dignidade na barbárie.
O desenrolar do livro nos mostra o porque da sobrinha de Daniel ter verdadeira paixão pelo violino, dizendo que ainda que passasse fome não o venderia. 

                                                                                

O livro narra a vida de Daniel, um construtor de violinos (luthier) preso num campo de concentração, e o seu dia a dia rodeado de violência e ódio.

No início ele faz todo o tipo de trabalho que os guardas do campo, impiedosos e imprevisíveis em sua crueldade, lhe mandam fazer, até que uma noite, o comandante do campo - «um sádico» que aprecia música -, lhe incube da tarefa de construir um violino com as especificações de um Stradivadius.
Daniel dedica-se de corpo extenuado e alma exaurida à tarefa, já que enquanto trabalhasse na construção do instrumento estaria salvo, vindo descobrir mais tarde que a sua vida dependia de uma aposta: se conseguisse, viveria; senão, seria entregue ao médico do campo para experiências.
A construção do instrumento é o meio pelo qual reencontra a si mesmo e recria sua identidade.
Daniel é marcante em sua fome, em seu cansaço vigilante e em sua dedicação ao trabalho que ama.

A chegada de Freund, um elo com sua antiga vida, sua presença e as informações que traz sobre sua noiva e sobrinha, o preenchem com esperança renovada e forças que começavam a lhe faltar para continuar lutando pela sobrevivência.
Parceiros de vida e de morte, Daniel construiu um violino perfeito para que Freund o tocasse com maestria, salvando assim a vida de ambos.

O livro alterna dos capítulos da vida no campo de concentração com os dias de hoje e iniciam-se com passagens reais de relatórios ou documentos administrativos dos campos.
Surpresa quando o nome do convidado de olhos compassivos foi revelado como Oskar Schindler,
(1908-1974), empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los em sua fábrica.
Sua história foi contada em livro (Schindler's Ark) por Thomas Keneally e, posteriormente filmada por Steven Spielberg - A Lista de Schindler - no ano de 1993.

O violino de Auschwitz é um retrato do dia a dia nos campos de concentração, de sobrevivência em condições extremas, de barbárie e violência, mas também é uma história de esperança e de como em meio ao horror nasceu um violino com um dos mais belos sons já ouvido e uma história de amizade e lealdade que sobreviveu ao tempo e a guerra.

Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Medianeras-


                                                                               
                                              
Sinopse: Martin é um fóbico em processo de recuperação. Mariana terminou um longo relacionamento.
Suas cabeças são uma bagunça, assim como os apartamentos onde vivem.
Martin e Mariana vivem no mesmo quarteirão e ainda que seus caminhos se cruzem eles não chegam a se encontrar. Caminham pelos mesmos lugares, mas não percebem um ao outro. Como eles encontrar alguém em uma cidade de três milhões de pessoas?
No centro de Buenos Aires, a cidade que os une e também os separa.

                                                                            

O filme começa apresentando os dois protagonistas e suas vidas com problemas e neuroses, ora tendo como narrador Martin, ora Mariana.
Acompanhamos o dia a dia de ambos e a maneira como eles buscam encontrar alguém.
Apesar de vizinhos e de sempre passarem pelas mesmas ruas, Martin e Mariana nunca se encontram.

Medianeras (o título do filme se refere ao “lado esquecido” dos prédios, o lado que não dá nem pra frente nem para os fundos) fala sobre a solidão numa cidade em constante e desordenado crescimento, sobre arquitetura, cotidiano e a cultura virtual.
Mas não uma solidão dramática, e sim a solidão com a qual as pessoas acabam se acostumando.
Os últimos minutos do filme são incríveis! Spoiler (e a cereja do bolo é perceber que a roupa que Martín usa na cena final é a roupa de Wally, protagonista do livro favorito da vida de Mariana. No livro Onde está Wally? O objetivo é encontrar o personagem no meio da multidão, como se ela finalmente tivesse encontrado seu personagem. (Fim do spoiler).

Quotes:
"Estoy convencido de que las separaciones y los divorcios, la violencia familiar, el exceso de canales de cable, la incomunicación, la falta de deseo, la abulia, la depresión, los suicidios, la neurosis, los ataques de pánico, la obesidad, las contracturas, la inseguridad, la hipocondría, el estrés y el sedentarismo son responsabilidad de los arquitectos y empresarios de la construcción. De estos males, salvo el suicidio, los padezco todos" (Martin na introdução do filme)

"Si mi vida fuera un juego, como el Juego de la Vida, me tocó el frustrante castigo de retroceder 5 casilleros." (Mariana na introdução de sua personagem)

"Si aún cuando se a quien estoy buscando (Wally) no lo puedo encontrar, como voy a encontrar al que estoy buscando si ni siquiera sé cómo es." (Mariana)

Constando da lista de TODOS os filmes sugeridos para arquitetos assistirem, vai muito além, é muito, muitooooooo fofiiiiiinho, impossível não torcer bastantão pelos protagonistas <3
Conto de fadas urbano inspirado nos versos de Ain't no Montain High Enough o filme é sobre questões que precisam ser refletidas, roteiro ágil e direção com bons e estilosos recursos, contemporâneo, ótimo uso de animações, rápido, delicado, cheio de ideias interessantes, estética colorida e despojado.
Apaixonante é a palavra ideal para descrever a película!

Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 12 de junho de 2018

Feliz Dia dos Namorados-


                                                                              


E aí pessoas über fofis? Vamos embarcar no mais conhecido soneto de Camões, para celebrar o Dia dos Namorados?

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões


Abraços literários, beijos poéticos e até a próxima.



quinta-feira, 31 de maio de 2018

Vingadores- Guerra Infinita


                                                                             


Expectativas nas alturas, muitos personagens, dependência de acontecimentos de outros filmes e muito longo. Vingadores: Guerra Infinita tinha tudo para decepcionar, mas o filme é uma boa conversão dos quadrinhos para as telonas, que mesmo um espectador casual pode assistir sem perder o fio da meada pela familiaridade que o roteiro imprime.
A história é simples: Thanos, o vilão (visto em cenas esparsas ao longo de alguns dos 18 filmes anteriores e que se manteve misterioso por 10 anos) quer destruir universo e, para isso, tenta recolher seis MacGuffins (as Joias do Infinito, seis gemas que concentram as forças do universo), com duas dúzias de super-heróis (que andavam dispersos por rixas e colocaram de lado suas pendengas para unirem-se contra o inimigo em comum) tentando impedi-lo.
As Joias do Universo (A Joia do Espaço sob custódia de Asgard, a Joia do Tempo no pescoço do Doutor Estranho, a Joia do Poder que foi entregue por Peter Quill aos cuidados de uma força policial, a Joia do Éter nas mãos do mercenário Colecionador (Benício Del toro), a Joia da Mente na testa do androide Visão, são peças-chave do Marvelverso (Universo Marvel) e um dos elementos que interligam os filmes produzidos até aqui. Só uma delas a Joia da Alma tem paradeiro ignorado.
A própria mitologia da Joia da Alma é inserida com perfeição na narrativa mencionando que a joia está conectada à estrutura paterna entre Thanos e Gamora quando o Titã adota a menina verde antes do massacre de metade da população de seu planeta e revela, provavelmente, a única fraqueza de Thanos.

As lutas e batalhas se desenrolam pelas galáxias e também por Nova York e na África Central, realinhando afinidades entre os personagens e alterando correlações de forças.
Thanos reduz o brilho de todos os super-heróis e cria camadas ao antagonista, onde não há vilania pela vilania, de maneira que, por mais absurdo que seja, entendemos o personagem.
Seu objetivo relacionado com a superpopulação (ou como dar um jeito nela) é explicado (e exagerado), ele acredita que o destino de todo planeta habitado é atingir um ponto de inflexão, a partir do qual os recursos serão insuficientes para a população crescente e mais sensato do que enfrentar a escassez, a desertificação, a poluição e a morte lenta é impedir que esses males se instalem, desarmando a bomba demográfica. O que para ele implica exterminar metade de cada uma das populações do universo.

Para lidar com tanta gente em tão pouco tempo, os roteiristas promoveram a divisão em grupos.
1) Hulk (Mark Ruffalo), Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), o Homem de Ferro (Robert Downey, Jr.), (os dois metidos de cavanhaque em choque egocêntrico especialmente ao opor ciência à magia), e o Homem-Aranha (Tom Holland),
2) Thor (Chris Hemsworth) na nave dos Guardiões da Galáxia com Rocket (Bradley Cooper), Groot (Vin Diesel) e o Senhor das Estrelas (Christ Pratt),
3) O Capitão América (Chris Evans) e seu grupo renegado formado pela Viúva Negra (Scarlett Johansson), Falcão (Anthony Mackie), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), o Visão (Paul Bettany), o Máquina de Combate (Don Cheadle) e, finalmente, o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e Wakanda.
Essas conexões promovem momentos que fazem os fãs aplaudirem entusiasmados como as entradas triunfais (uma a cada 10 minutos de filme hihihi) do Hulk como um foguete verde, do Capitão América nas sombras e do Homem de Ferro com sua armadura.
E apesar das diversas equipes, temos o respeito às mitologias de cada personagem, com referências a cada um deles e o cuidado visual que mantém a identidade de cada um, com destaque para Thor que ganha gravidade, deixando seu lado cômico de lado.
Como parte da divisão de funções e de grupos, a Ordem Negra, ou os minions  de Thanos, que são enviados para a Terra para recolher as joias do Doutor Estranho e do Visão.

Considerações finais, teorias de conspiração e spoilers.
Pestinhas e praguinhas curiosos é só selecionarem o texto em branco :p

Início do texto (O filme começa com Thanos, espancando o Hulk (sériooooo) e  exterminando os asgardianos Loki (Tom Hiddleston) tendo o pescoço quebrado e Heimdall (Idris Elba) o ventre perfurado diante de nossos incrédulos olhos. Como assim LOOOOO (LOVE) OKI é assassinado?
Metade dos personagens foi eliminado na película: Loki, Heimdall, Gamorra, Visão, Feiteiceira Escarlate, Pantera Negra, Wakanda, Mantis, Senhor da Estrelas *****, Drax, Falcão, Bucky Barnes, Groot, Dr Estranho, Peter Parker, Nick Fury, Maria Hill :((
Ninguém acha que o Homem-Aranha, o Doutor Estranho e os Guardiões da Galáxia morreram, não é mesmo ???????????
Até porque já está programado o Pantera Negra 2 hihihi
Nem (pela segunda vez) o Visão (e não, ele também não morreu).E siiiiiiiiim, Vingadores 4 estreia daqui a um ano, portanto acreditem pessoas fofis, aconteceu uma über viagem no tempo do Capitão América, uma (em 14 milhões) ida à outra dimensão do Doutor Estranho, uma ilusão de ótica ou magia asgardiana do lindo do Loki <3 Ou qualquer outra coisa!
Afinal personagens de HQ não morrem (para sempre) nunca!!!!!) Fim do texto.


Guerra Infnita abre espaço para uma reformulação inevitável do UCM já que a eliminação de parte dos heróis significa que eles podem ser trazidos de volta em contextos diferentes.
E que venha a Capitã Marvel, como ficou evidente na cena pós-crédito, e que o time seja reforçado pelo Clint Barton e pela dupla em miniatura Homem-Formiga e Vespa.


Abraços Literários, beijos marvelmaníacos e até a próxima.


terça-feira, 29 de maio de 2018

Pó de Lua-


                                                                             
  

Em 2011 a publicitária Clarice Freire criou no Facebook uma página para reunir seus escritos e desenhos. Batizou de 'Pó de Lua', sua receita infalível 'para tirar a gravidade das coisas' com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenho e fragmentos de palavras. Da internet para as páginas de um livro, a autora recifense surpreende seus leitores com uma proposta diferente. Pó de lua, o livro, tem o formato de um dos cadernos moleskine em que a autora exercita sua criatividade.
Inspirada pelas fases da lua - minguante, nova, crescente e cheia - ela trata de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, ilustradas com desenhos.
                                                                             

                                                                               
                                                                                                                                                    
Pó de Lua é uma obra linda. Como um caderno moleskine ele traz – aliado a um design charmoso e a ilustrações fofas – pensamentos, palavras, versos e poemas que refletem a alma da autora e os sentimentos humanos de pertencer, amar e se despir de medos e preconceitos.
A obra segue as fases da lua, mesmo assim a narrativa não tem uma linha previsível, já que se trata de versos, frases e poemas onde a autora brinca com as palavras e os sentimentos, falando de amor, dor, recomeços, liberdade e felicidade.
Traduz sentimentos em palavras, o que faz do livro uma coletânea de emoções que nos fazem enxergar além e compreender que o verdadeiro sentido da vida é a valorização do que verdadeiramente nos faz bem.
Com versos envolventes, o jogo que a autora faz com as palavras é inteligente e as mensagens reais, transmitidas com simplicidade sobre o que vivemos no dia a dia cria uma identificação fácil com os poemas.
Escrito de forma leve e desenhada – com ilustrações da própria autora, que em alguns momentos parecem realmente feitas à mão – o livro pode ser lido rapidamente.
Destaque para a diagramação da Intrínseca que deu vida a um livro único com cara de diário.
Pó de Lua faz refletir com poetice e delicadeza sobre momentos importantes da vida.

Se vocês já se sentiram perdidos em pensamentos, “tirem a gravidade” das coisas.
É essa a proposta poética do livro num emaranhado de palavras que libertam sensações e tiram o peso do dia a dia e dá pra ler de uma sentada.

Abraços Literários e até a próxima.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

A Qualquer Custo-


                                                                              

A Qualquer Custo é um dos melhores filmes que já assisti no gênero western!
Com direção de David Mackenzie e roteiro de Taylor Sheridan acompanhamos a história de dois irmãos, Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster), que planejam um bem engendrado roubo a uma rede de bancos do Texas Midlands Bank, numa época de recessão.
Toby e Tanner, proporcionalmente foras da lei pobres e personagens humanos ricamente construídos, “em seus pontos de vista” têm uma boa razão para fazer o que estão fazendo.
O filme tem ótimas atuações de Pine, Foster e Jeff Bridges, o patrulheiro que assume obstinadamente o caso.
É uma releitura, porém, como se fosse um western com cowboys de outro tempo.
O gênero determina o ritmo do filme, masssss não aquele western com mocinhas em perigo e duelos e sim uma interessante versão atualizada, inclusive o vilão não é um vilão de carne e osso, mas uma instituição.
A forma frenética seguida, as montagens bem valorizadas aproveitando cada ação dos personagens – em ação ou em diálogos – mostrando de forma dinâmica o plano dos irmãos, uma trilha sonora intensa que vai do rock ao country e uma fotografia sensacional em que prevalece os tons de verde, amarelo e mostarda, a película evidencia como a constante visualização das desigualdades pode se tornar extremista em atitudes até então sequer cogitadas.
Os irmãos nos levam, enquanto espectadores, assim como os moradores locais, ao mesmo desejo de liberdade, enquanto o patrulheiro acredita num código moral que o faz caçar simplesmente pelo que ele acredita ser errado, ainda que ele próprio seja politicamente incorreto, mostrando seu lado ¨texano racista¨ sempre fazendo comentários para seu parceiro Alberto Parker (Gil Birmingham), que releva constantemente as situações.
Toby e Tanner estão em rota de colisão – com a lei e com eles mesmos – mas A Qualquer Custo não vai te levar para onde se espera, o filme cresce a cada ação desestabilizada de seus protagonistas.
A história está do lado “bom” das coisas, mesmo que esse lado seja na verdade, o errado.

Prende a atenção do início ao fim e se no final romantiza certos elementos, no decorrer da narrativa faz um retrato bastante interessante da realidade.

Para quem gosta do gênero western é imperdível.

Abraços Literário e até a próxima.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Campanha Vá ao Teatro-


                                                                              


A Campanha Vá ao Teatro organizada pela Apetesp (Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo) que promove a venda de ingressos a preços populares vai até o dia 03/06 em diversos teatros da capital de São Paulo.
É um modo de divulgação da arte e permitir que mais pessoas tenham a experiência cênica.
O festival tem, no total 50 peças, e um dos destaques do programa é “O Escândalo Philippe Dussaert” com o fofo do Marcos Caruso no FAAP que tem a R$ 20,00 de 5ª  à sábado às 21 h e domingos às 18 h.
Algumas excelentes opções são: “Muito Louca” com Fafy Siqueira e Suely Franco, “O Pai” com Fúlvio Stefanini, “O Longe é Aqui”, “Contos de Bruxas e Princesas”, “Francisco de Assis”, “Os Miseráveis”, “O Cortiço”, “ Aladim”, “A Bela e a Fera”, “Os Saltimbancos”, “O Mágico de Oz”, “A Minha Vida Após a Morte”, “Quem Ama Bloqueia”, “Os Rapazes da Rua Augusta”,
E Foram Quase Felizes para Sempre”, “ Como se Fora esta Noite”, “Panos e Lendas” e “1 Milhão de Anos em 1 Hora”, entre outras.

A Programação completa está no site https://bit.ly/2JFe0dG
De R$ 5,00 a R$ 20,00


Abraços Literários e até a próxima.