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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Assombração da Casa da Colina


                                                                               


Sinopse- Considerada uma das melhores histórias de terror do século XX, A Assombração da Casa da Colina promete calafrios aos seus leitores. Vista por mestres como Stephen King e Neil Gaiman como a rainha do terror, Shirley Jackson entrega um livro perturbador sobre a relação entre a loucura e o sobrenatural.
Sozinha no mundo, Eleanor fica encantada ao receber uma carta do dr. Montague convidando-a para passar um tempo na Casa da Colina, um local conhecido por suas manifestações fantasmagóricas.
O mesmo convite é feito a Theodora, uma “sensitiva”, e Luke, o herdeiro da mansão.
Mas o que começa como uma exploração bem-humorada se transforma em uma viagem para os piores pesadelos de seus moradores.
Com o tempo, fica cada vez mais claro que a vida e a sanidade de todos está em risco.


A Assombração da Casa da Colina de terror mesmo não tem nada :p o que temos é uma pegada de suspense psicológico.

A narrativa gira em torno do antropólogo Dr. John Montague que quer escrever uma obra definitiva sobre causas e consequências de transtornos psíquicos em uma casa conhecida como assombrada.
Para isso ele aluga um imóvel famoso por episódios inexplicáveis e planeja passar uma temporada lá na companhia de convidados cujos perfis possam ser útil à pesquisa.
Obviamente, escolhe pessoas com alguma desordem psicológica: a pertubada Eleanor, a sensitiva Theodora e um dos herdeiros da casa, Luke.

Durante boa parte da obra a autora descreve a casa, desde quem a construiu até a atual proprietária, a Sra. Gloria Sanderson. Infelizmente o enredo não aproveita as histórias lá vividas.
A autora tem uma boa escrita e se empenha na construção do psicológico de cada personagem, mas quase não usa as informações que ela mesma plantou desperdiçando camadas que poderiam criar personagens bem construídos e instigantes.

Há um clima de tensão pela expectativa criada de que algo assustador acontecerá a qualquer instante (e que não acontece :p).
Acho que a ideia seria mais interessante se o grupo realmente vivenciasse as experiências que “imaginavam” ter.
Tudo vira uma grande confusão onde nada faz sentido.
Talvez a proposta da autora fosse criar uma interpretação dúbia sobre existir assombração na casa ou tudo não passar de imaginação da mente dos convidados, mas não funcionou e o término rápido da leitura piorou ainda mais a situação.

"A casa da colina, desprovida de sanidade, se erguia solitária contra os montes, aprisionando as trevas em seu interior; estava desse jeito havia 80 anos e talvez continuasse por mais 80.”

A protagonista dessa história no fim das contas é a Casa, que de tão mencionada torna-se o quinto morador.
Nada nela soa agradável ou convidativo e de certa maneira parece que foi feita para aprisionar quem ali entra. 
Na narrativa a autora argumenta que uma assombração não proporciona um mal físico nem traz perigo quanto a integridade corporal. Ela é descrita como letal, descobre sua fraqueza, aquela que você nem sabia que existe e usa para atingi-lo.
O livro não é um terror com fantasmas, espíritos ou sobrenatural, acho importante esclarecer para que o leitor do gênero não se decepcione. A assombração é o que a casa à tona de mais sombrio que temos dentro de nós mesmos.
                                                                            

Clássico da literatura de terror teve uma “livre adaptação” com a série “A Maldição da Residência Hill” na Netflix onde traz várias referências à obra.

Abraços Literários e até a próxima.





domingo, 12 de maio de 2019

Feliz Dia das Mães



Parabéns à todas as mamães, e quando digo mães, não me refiro apenas à condição biológica de gerar e trazer um ser humano ao mundo, mas, sobretudo à capacidade de amar concebida em seus corações.


Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos
momentos incertos.
Nos fortalece quando tudo ao
nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses
para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar e mais amar!
Amar com um amor incondicional.
Afeto desmedido e incontido.
Mãe é um ser infinito.


Feliz Dia das Mães!!!!!


Abraços Literários, beijos poéticos e até a próxima.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

O Vitral Encantado-


                                                                              


Sinopse: O avô de Andrew Hope acabou de falecer e lhe deixou seu casarão como herança.
Ele era um grande mago e Andrew herdou também o campo de proteção da propriedade (o que automaticamente o torna responsável pela segurança de todos os que vivem ali) e um curioso artefato: um vitral de muitas cores e claramente mágico.
Quando o jovem Aidan Cain, caçado pelos temidos Perseguidores, surge em sua porta à procura de abrigo, Andrew encontra nele um amigo para desbravar os arredores do casarão. E com Aidan ele vai descobrir que o passado de sua família pode ter muito mais magia do que imaginava.
Diana Wynne Jones nos proporciona uma aventura delicada e cheia de humor britânico moderno. 
O Vitral Encantado é um prato cheio para os fãs de Neil Gaiman e outros autores de fantasia. 

                                                                           


O Vitral Encantado é um infantojuvenil com gostinho de quero mais.
Na obra nosso protagonista Andrew, que trabalha em uma faculdade e sonha em escrever um livro, recebe como herança deixada pelo avô uma gigantesca propriedade com um campo mágico de proteção que a cerca.
O lugar é de uma singularidade e magia intensas, e ao invés da calmaria e tranquilidade que ele esperava encontrar, uma sucessão de aventuras e acontecimentos extraordinários aguardam por ele, tudo intimamente relacionado ao vitral colorido na porta da cozinha.
Então temos o aparecimento do sr Brown, dono das outras propriedades além de Melstone House.
O que ele quer? Tomar posse da herança de Andrew.
Será que ele conseguirá?

O livro narrado em terceira pessoa é uma delícia de ler, cheio de sacadas divertidas e inteligentes ao estilo inglês, mexe com a imaginação e tem a escrita fluída, encantadoramente mágica, cheia de mistério, aventura e fantasia.
Um infantojuvenil para crianças de todas as idades.

Abraços Literários e até a próxima.

domingo, 21 de abril de 2019

Feliz Páscoa


                                                                          


A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais.
A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae.
Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska, porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera eram de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
Entre os judeus, a data marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durante muitos anos. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egito. Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
Entre os cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março). A semana anterior a Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A figura do coelho está simbolicamente relacionada a esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grande quantidade. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. O coelho representa simbolicamente o nascimento e a esperança de uma nova vida.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.
Já os ovos de Páscoa, de chocolate ou enfeites, também estão neste contexto da fertilidade e da vida.


Desejo a todos uma vida nova, recheada de doçura, esperança e fé.


Feliz Páscoa!!!!!!!!


Abraços Literários, beijos achocolatados e até a próxima.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Fúria em Alto Mar


                                                                            


Sinopse- Um general rapta o presidente da Rússia. Para efetuar o resgate, um comandante de submarinos contará com a força de operações especiais da marinha dos Estados Unidos.

Filmes de ação militar são tão comuns que poderiam constituir um gênero à parte, no entanto são mais frequentes as guerras em campos de batalhas.
Assim sendo o exército tem um destaque maior do que a aeronáutica ou a marinha. E estes tem maior destaque os que se situam acima das águas do que os no fundo do mar.
É no universo submarino que se desenvolve a maior parte da trama de Fúria em Alto Mar, techno-thriller de ação militar repleto de nomes conhecidos que se inspira em Caçada ao Outubro Vermelho.
                                                                               


Desenvolvido no já conhecido jogo político entre Estados Unidos e Rússia (que há de se convir em tempos estranhos como os que vivemos talvez não seja tão datado) Fúria em Alto Mar tem como principais oponentes um general norte-americano (Gary Oldman) e o presidente russo (Alexander Diachenko). Entre eles, nas profundezas do oceano, está o Caçador de Assassinos (título original do filme), submarino que tem no comando um oficial acostumado a subversão (Gerard Butler).
                                                                          


É decisão dele, mesmo contrariando os conselhos dos auxiliares imediatos, a operação que resgata a tripulação de um submarino russo, liderado pelo capitão Andropov (o sensacional Michael Nyqvist).
Logo a inteligência norte-americana decifra que a ameaça russa é interna e há um golpe em curso. Como de praxe em situações assim, sob a ótica norte-americana, caberá aos soldados norte-americanos salvarem o próprio país e o mundo inteiro :p
Se um grupo de elite segue por terra com a missão de resgatar o líder russo aprisionado, quem irá resgatá-los será os que estão submersos. E a única maneira de chegar até o ponto de encontro é seguindo as orientações de quem conhece como ninguém o terreno: Andropov, o oficial russo.
Aqui não há muitas nuances a serem exploradas durante o desenrolar da trama. De um lado temos os russos com militares tomando o poder em nome de uma suposta ameaça que se assemelha a uma teoria conspiratória lunática. Do outro lado Oldman e o rapper Common (investindo cada vez mais em sua carreira como ator) em reações extremadas.
A ação em si termina por ser verificada tanto por essa milícia na superfície (liderados por Toby Stephens), como pelas manobras arriscadas do submarino com Butler no comando.

Em suma, Fúria em Alto Mar não tem ondas gigantescas nem naufrágios, há uma “Batalha Naval” em andamento com variantes de elenco estelar, tensão suficiente para manter a atenção com boas cenas de ação. A cena do campo minado é de gelar os ossos.
Techno-thriller que prende a atenção do início ao fim.

Abraços Literários e até a próxima.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Deixada para trás-


                                                                                   


Sinopse- Nicole Cutty e Megan McDonald são alunas do ensino médio na pequena cidade de Emerson Bay, Carolina do Norte. Quando elas desaparecem de uma festa na praia em uma noite quente de verão, a polícia inicia uma busca maciça. Nenhuma pista é encontrada e a esperança é quase perdida, até Megan milagrosamente aparecer depois de escapar de um bunker na floresta.
Um ano depois, o best-seller de sua provação transformou Megan de heroína local à celebridade nacional. É uma história triunfante e inspiradora, exceto por um detalhe inconveniente: Nicole ainda está desaparecida.
A irmã mais velha de Nicole, Livia, é uma perita forense e espera que um dia o corpo de Nicole seja encontrado. Em vez disso, a primeira pista vem de outro corpo que aparece de um jovem ligado ao passado de Nicole. Livia vai até Megan para pedir ajuda, esperando descobrir mais sobre a noite em que as duas foram levadas. Outras meninas também desapareceram e Livia está convicta de que os casos estão conectados.
Mas Megan sabe mais do que ela revelou em seu livro. Flashes de memória se juntam apontando para algo mais monstruoso do que sua memória descreve.
E quanto mais ela e Livia cavam, mais elas percebem que às vezes o verdadeiro terror está em encontrar exatamente o que você está procurando.


Em Deixada para trás conhecemos a história de Nicole e Megan, duas jovens estudantes de Emerson Bay, na Carolina do Norte, que desaparecem de uma festa à beira do lago.
A polícia e os habitantes locais se empenham nas buscas, mas seus esforços não resultam em nada. Quando eles estão quase perdendo a esperança de desvendar o que ocorreu na noite do desaparecimento, Megan escapa do cativeiro e volta em segurança para casa.
Um ano depois ela lança um livro contando o que sofreu naquelas duas semanas de cativeiro.
As vendas disparam e ele se torna um best-seller.
Entretanto, a outra garota, Nicole ainda não foi encontrada e Livia, perita forense, irmã mais velha dela está decidida a saber o que aconteceu na noite do seu desaparecimento e depois de encontrar um corpo nas redondezas surgem pistas que podem estar ligadas ao sequestro de Megan e Nicole, trazendo de volta os antigos acontecimentos à tona.

Um suspense investigativo bem trabalhado e com uma narrativa de tirar o fôlego intercalando entre presente e passado com capítulos narrados do ponto de vista de Lívia, Nicole e do sequestrador, envolvendo cada vez mais o leitor na narrativa que fica ansioso para saber como a trama será resolvida.

Com diversas reviravoltas, o livro é envolvente e o thriller eletrizante torna a leitura bem ágil.
No final as peças se encaixam e todas as perguntas são respondidas de maneira simples, mas satisfatória.

Uma boa leitura para quem gosta de thriller investigativo.

Abraços Literários e até a próxima.

sábado, 30 de março de 2019

A Mula


                                                                             
                                                                  
Os lírios (paixão do protagonista que os cultiva e que com eles ganhou muitos prêmios) são, junto com Earl Stone (A Mula a que se refere o título do filme), os personagens principais desse que é o novo e filme de despedida de Clint Eastwood.

                                                                              

                                                                            
O filme, mistura de drama e road movie existencial dirigido e estrelado por Eastwood, que tem no elenco Bradley Cooper, Laurence Fishburne, Michae Peña, Dianne Wiest e Andy Garcia, é adaptação de um caso real, que gerou o artigo do New York Times, “The Sinaloa Cartel's 90-Year-Old Drug Mule”, por Sam Dolnick.

Na narrativa somos apresentados a um Earl individualista, que ignora a família e os avisos repetidos dos conselheiros financeiros para guardar dinheiro.
A Mula” é aquele personagem que leva a vida inteira para entender que o que importa na vida é a família e os amigos.

Sozinho e falido recebe uma proposta de trabalho no qual tudo o que ele tem que fazer é dirigir.
Sem se dar conta, ou melhor, fingindo que não se dá conta (ele tem sempre um ar de quem não entende o que está acontecendo, o que é antes funcional já que insere à imagem inocência), torna-se um transportador de drogas, uma mula, a serviço de uma quadrilha hispânica.
Aproveitando a “oportunidade” oferecida, (até porque o velhinho é capaz de passar despercebido pelas autoridades que combatem o narcotráfico, e suas excentricidades como a dificuldade em lidar com celulares, por exemplo, o tornam fofinho aos olhos dos mais jovens, e ele sabe como tirar proveiro da situação), Earl acaba fazendo um trabalho tão bom que sua carga cresce e um receptador é designado para trabalhar com ele.

Contudo, o receptador não é o único de olho em Earl, que também entra no radar do agente Colin Bates, do órgão de combate às drogas (DEA). Porém, embora seus problemas financeiros tenham se tornado coisa do passado, os erros cometidos por Earl começam a pesar sobre ele e não se sabe se ele conseguirá corrigi-los antes que as autoridades ou os membros do cartel consigam pegá-lo.
Além disso, o filme fala sobre o preconceito que vem com a idade, a discriminação com os latinos e até um encontro pontual com mulheres motoqueiras.

O veterano Clint Eastwood tem 60 anos de atuação, mais de 70 créditos como ator e 40 anos numa carreira de responsabilidade como diretor, e agora, com quase 89 anos de idade estrela, dirige e produz a sua última película, para um merecido descanso, longe das telonas, entretanto há que se levar em consideração que desde 2008, o ator vem declarando sua aposentadoria e continua lançando filmes :p

Não esperem um “Menina de Ouro” ou um “Gran Torino”, mas como de costume Eastwood está acima da média.

Qual seu filme favorito de Eastwood?
Conta pra mim nos comentários!

Abraços Literários e até a próxima.