Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Feliz 2019-


                                                                            


Desejos de Victor Hugo ou Os Votos de Sergio Jockymann?
Há uma divergência sobre a autoria do referido poema.
Desejos”  não seria da autoria de Victor Hugo, teria uma versão intitulada “ Os Votos”  de Sergio Jockymann  publicado originalmente em 1980.
Como não sei dizer se é ou não lenda da “ internetês” publico dando os créditos a quem for de direito, Victor Hugo ou Sergio Jockymann, Desejos ou Os Votos, o poema é lindo!

 “Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo inconsequentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituivelmente útil, mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro não insista em rejuvenescer,
e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,
mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso é bom.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta e que você pode fazer algo para começar a mudar isso.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, você tenha uma boa pessoa, alguém do bem.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.
E se isso acontecer, não tenho mais nada para desejar”

Fonte: Folha da Tarde – Porto Alegre – 30 de Dezembro de 1978.
Observação: A pontuação e formatação do texto foram mantidas o mais próximo do original com algumas adaptações.

Agradeço a todos que por aqui estiveram, os bons amigos e os que chegaram agora.
Gratidão pela presença de vocês, pelo carinho e pela amizade.

O Café com Leitura na Rede deseja aos leitores e amigos um Feliz Ano Novo, cheinho de boas novis, amor, amizade, paz, saúde, alegrias, sucesso, café e muitos livros!
Feliz 2019!


Abraços Literários e até a próxima.



terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Feliz Natal


                                                                                


O mundo é o reflexo das nossas ações;  toda ação gera uma reação:  sorrisos geram sorrisos, alegria gera alegria, fazer o bem gera um mundo melhor para todos.

Então ... a mão que se estende a alguém
Retorna a VC também
Trazendo paz ao seu coração
Os braços que abraçam o mundo
E fazem do raso o profundo
Lhe dão a força da inspiração
É na busca por mais alento
Que surge esse pensamento:
Partilhar nunca será em vão.
Assim se constrói a vida
Às mãos, a terra partida
A recompensa dos frutos, então!

Que as nossas mãos sejam sempre portadoras de afagos e carinhos. Que delas deslizem sentimentos de amor  e coragem. Que a harmonia encontre morada em nossos corações. Que o respeito prevaleça. Que as tristezas sejam banidas dando lugar  as alegrias.  Que a luz refaça nossa fé e esperança no futuro. Que a paz reine absoluta aos que anseiam evoluir , pra quem busca o entendimento e  a todos os que habitam o nosso  planeta.
Feliz Natal pra você que teve gesto amigo, deu alento e carinho!

O Café com Leitura na rede  deseja a todos  um Feliz Natal  pleno de  alegrias, sorrisos, abraços, carinho, saúde, paz, bem, luz, amor e claro, muitoooooooos livrooooooos!

Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Jurassic World: Reino Ameaçado- 25º aniversário da franquia


                                                                                  


Celebrando os 25 anos da bem-sucedida franquia de dinossauros iniciada com Jurassic Park, 1993, pelo cineasta Steven Spielberg, a sequência Jurassic World: Reino Ameaçado, quinto filme, tem início após os desastrosos eventos mostrados em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, 2015, que culminaram com a destruição do parque e o domínio dos dinossauros sobre a Ilha de Nublar.
                                                                                


Um vulcão ameaça entrar em erupção e extinguir os animais da face da Terra mais uma vez.
A missão dos protagonistas Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt) é voltar à ilha e salvar a maior quantidade de espécies possível.
Não é mais sobre pessoas resgatando pessoas. É sobre pessoas resgatando dinossauros.
A discussão é mais ampla. Pessoas e dinos tentam escapar de um desastre natural num cenário apocalíptico. Os mocinhos se tornam ativistas e arriscam as próprias vidas para salvar os dinos.
E uma questão ética é colocada: deve-se deixar os animais pré-históricos entrarem em extinção novamente ou deve-se aplicar a eles as tradicionais normas de defesa aos animais?
Personagens marcantes das versões anteriores, como o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum) e o geneticista Henry Wu (B.W. Wong), aparecem como uma referência a trilogia original.
E se em um primeiro momento é a ação quem domina o longa, na segunda metade da história, há uma dose inesperada de suspense, elementos de terror e a criação de cenas assustadoras, quando, por exemplo, um dino geneticamente modificado se confunde com um monstro que veio de um pesadelo perseguindo uma criança.
Dirigido pelo espanhol J.A. Bayona e com Spielberg entre os produtores executivos, o longa marca a volta dos robôs dinos, os animatrônicos.
Apesar do fraco desenvolvimento dos personagens e cenas previsíveis, impossível não fazer uma analogia sobre como o ser humano maltrata os animais por ganância e as falhas humanas, como querer dominar e controlar o que não pode ser controlado.
E se em O Mundo dos Dinossauros, subi na poltrona e gritei como se não houvesse amanhã: “Tiiiiiiiiii Récksiiiiiiii”, aqui chorei de desidratar na cena em o braquiossauro é deixado pra trás :(
O resultado não é um filme coeso, aqui tem mais emoção do que ação e com um final que deixa espaço para mais sequências, massssssss se você tb é dinolover certamente vai amar <3

Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Vidas Secas- 80 anos


                                                                            

Conto de uma emblemática cachorrinha

A edição comemorativa de 80 anos de Vidas Secas (março de 1938), obra-prima universal de Graciliano Ramos, com a saga de família pensada pelo doce animalzinho, carrega na capa e na figura emblemática do livro a cadelinha Baleia.
                                                                                  

A edição especial com capa dura, lombada inspirada em livros antigos, ilustrações, manuscritos nunca publicados, incluindo o capítulo-conto “Baleia” original com as emendas e subscrições de próprio punho do autor.
A trama se passa na caatinga, bioma brasileiro presente no Nordeste do país.
Ao acompanharmos a saga de uma família de retirantes, cabe à cachorrinha ressignificar a trajetória dos personagens.
Em meio à seca, a escassez (metáfora para como os personagens viviam) de comida torna a falta de palavras menos importante.
A comunicação entre os personagens é rasa por simples falta de vocabulário.
Então, Graciliano Ramos confere ao animal consciência, humanizando-o.
Carinhosa com os donos e cuidadosa com as crianças, Baleia demonstra muitas emoções.
Seus olhos parecem com os “de gente” e enchem seus companheiros de jornada com ternura.
Foi a partir de um conto que leva o nome da cachorrinha que a história teve início.
                                                                             


Marco do romance regionalista brasileiro, o livro é narrado em terceira pessoa e mostra os desafios físicos, psicológicos e morais do pai de família Fabiano, analfabeto, com a mulher, sinhá Vitória e os dois filhos pelo sertão.
Uma característica importante sobre a narrativa é a ausência de ordem cronológica.
Com exceção dos capítulos “Fuga” e “Mudança” - os únicos que apresentam uma conexão.
Vidas Secas já vendeu 1,8 milhão de exemplares desde sua primeira publicação e é um livro fundamental!
Como não amar Baleia e se emocionar com o animalzinho ???????
Como não tê-la registrada para todo o sempre no imaginário ???
Esse é certamente um livro que permanece conosco muito e muito tempo depois de terminar de ler, se é que algum dia será possível esquecer ...


Abraços Literários e até a próxima.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Tudo e todas as coisas-


                                                                             

Sinopse- A doença que Madeline tem é rara. Basicamente, é alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não sai de casa. Não saiu uma vez sequer em 17 anos.
As únicas pessoas que vê são sua mãe e sua enfermeira, Carla.
Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ­da ­casa ao lado. Ela olha pela janela e o vê. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que ela está olhando e a encara. Seu nome é Olly.

Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo.
E, é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”

                                                                                 

Enquanto todos curtiam a experiência de ler esse livríneo (é uma experiência) nem liguei para a modinha (sick-lit não é meu gênero literário favorito) até assistir o filme, amar a narrativa ágil e... ser surpreendida pelo final.
Todos dizem que acertaram o desfecho, para mim foi uma surpresa.

                                                                              

Tudo e Todas as Coisas tem seus clichês, mas isso não o desmerece de forma alguma, o carisma dos personagens, a escrita fluída da Nicola Yoon e as diferentes formas que ela criou para representar a trama como ilustrações, tabelas, listas, relatórios de vigia, prontuários médicos, desenhos, short reviews ou a presença de um astronauta atento, além da dinâmica estendida às mensagens trocadas entre Madeline e Olly que dão o tom fofiiiiiiiiinho à narrativa prendem o leitor no início ao fim.


                                                                               

O livro é narrado por Maddy, uma garota de 18 anos que sofre de uma rara doença chamada Imunodeficiência Combinada Grave (IDCG), também conhecida como “doença da criança na bolha”, o que quer dizer que ela é basicamente alérgica ao mundo.
Madeline vive em uma casa adaptada e passa os dias em seu quarto branco, de paredes brancas e prateleiras brancas.
No seu mundo tudo é branco, exceto as lombadas coloridas de seus livros devidamente descontaminados e selados à vácuo.
Suas únicas companhias são sua mãe, e médica; sua enfermeira e amiga Carla, e seus livros.
O bacana é que Maddy não é como as outras mocinhas dos sick-lit, ela não se queixa o tempo todo da sua doença, não se deixa definir nem se abalar pela sua condição e procura viver a vida da melhor maneira que consegue.
Até o dia em que Olly se muda para a casa ao lado.
Somente quando ele entra em sua vida que Madeline começa a pensar em possibilidades e acompanhar esse relacionamento tão puro (e fadado ao fracasso) foi emocionante.

Será que Maddy colocaria em risco a própria vida por amor? Como sua mãe super protetora vai lidar com a situação? E como fica Olly no meio de tudo isso, sendo que ele próprio tem bastante com o que lidar na própria casa?

Eu amei Tudo e Todas as Coisas, ele é incrivelmente fofo com um final inesperado que superou minhas expectativas.
Os capítulos são bem curtos e é o tipo de livro que você lê de uma sentada.

Aos amantes de YA (Jovem Adulto) digo para se jogarem nessa obra que não chega a ser inovadora, mas conquista pela química entre os personagens cativantes e a doçura do que está sendo contado.
E para quem não é fã de romances (como eu) acredito que todo leitor vai encontrar algo interessante nesse livro, nem que seja repensar o privilégio que é ser livre, conheçam a trama e se permitam surpreender com a história de Madeline.

Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Leve-me com você


                                                                              


Sinopse- August Shroeder é um professor de ciências desacreditado e um alcoólatra em recuperação.
Todos os anos, seu destino nas férias de verão é a estrada. Em seu trailer, ele percorre quilômetros e mais quilômetros nas rodovias para visitar belíssimos parques e reservas naturais.
Seu plano era visitar o Parque Nacional Yellowstone com seu filho, Phillip, mas agora não há ninguém no banco do passageiro — apenas um punhado de cinzas guardado no porta-luvas, em uma garrafa de chá carregada de significado.
Quando o trailer quebra, ele busca conserto na oficina mais próxima. Mas, além do motor home pronto para seguir viagem, ele sai de lá com dois garotos a tiracolo — seus novos companheiros nessa road trip — e a chance de repaginar uma viagem que tinha tudo para ser melancólica e permeada por lembranças doloridas.
É com a sensibilidade e encanto que Catherine Ryan Hyde fala sobre honestidade, luto, perdas, conquistas e transformações trazendo à tona uma discussão sobre a imprevisibilidade da vida e como família nem sempre significa ter o mesmo sangue.


August passa os seus verões nas estradas da América conhecendo parques nacionais e reservas naturais.
Mais um verão chegou e ele está com as malas prontas ao lado do seu fiel amigo Woody, um cãozinho que o acompanha em suas aventuras em um trailer.
Contudo essa não seria uma viagem feliz.
Ele queria viajar com seu filho ao Parque Nacional Yellowstone, mas agora o que resta são as cinzas do garoto guardadas no porta-luvas, em uma garrafa de chá.
O seu objetivo é levar as cinzas de Phillip e jogá-las nos lugares mais fascinantes que encontrar durante o trajeto.

Tudo muda quando o trailer quebra e August conhece o mecânico Wes que tem dois filhos.
Wes está prestes a ir para a prisão e convence Augusta levar as crianças em sua viagem.
A princípio ele não aceita, mas é convencido por Seth, o irmão mais velho, um menino sério e corajoso e Henry, o caçula, tímido e observador que sempre escolhe o silêncio.
Como será essa viagem?????

Durante a jornada, os três e o cão Woody, criam e estabelecem uma forte amizade, e August se torna um pouco “pai” dos garotos.
O livro é divido em três partes: Nas duas primeiras temos Seth e Henry ainda crianças e acompanhamos o crescimento deles assim como os gestos simples de August para protegê-los ao mesmo tempo em que tenta não se apegar.
Na terceira parte há um salto temporal na história e uma inversão de papéis emocionante.

Os personagens são bem “reais” e é possível perceber o amadurecimento deles no transcorrer da narrativa.
Essa é a grande sacada do enredo, pois os personagens são problemáticos, comuns e invariavelmente lidam com problemas sérios.
Com ótima ambientação, é uma viagem transformadora sobre honestidade, luto, maus tratos na infância, perdas e conquistas se aprofundando no que é essencial na vida de todos nós: o amor.

                                                                              

A edição com folhas de bordas azuladas têm um mapa da região em que a história se passa proporcionando maior imersão.

Uma história simples e reflexiva sobre questões interpessoais, sem reviravoltas e com assuntos importantes.
A autora retrata a importância da família deixando claro que não precisa ser de sangue.
Dá vontade de viajar com esse quarteto <3
O selo DarkLove da DarkSide® Books é isso bebês: pura emoção!

Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Novembro Azul Literário-


                                                                                


Novembro Azul, que tem como símbolo o laço azul, é uma campanha de conscientização dirigida aos homens que tem como objetivo alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce com relação ao  câncer de próstata e outras doenças masculinas.
O bloguito traz uma seleção de cinco livros com capas azuis para compartilhar com vocês e se quiserem dar uma olhadinha nos escolhidos do ano passado é só clicar  aqui.



Eragon

Eragon é o romance de estreia de Christopher Paolini, uma história repleta de ação, perigosos vilões e locais fantásticos. Com dragões e elfos, cavaleiros, lutas de espadas, inesperadas revelações e, claro, uma linda donzela que é muito bem capaz de cuidar de si própria. O protagonista é um pacato rapaz do campo que, ao encontrar na floresta uma pedra azul polida, se vê da noite para o dia no meio de uma disputa pelo poder do Império, na qual ele é peça principal.
Para viciados em literatura fantástica medieval e claro, dragões!



A extraordinária garota chamada Estrela

A garota chamada Estrela é tão mágica quanto o céu do deserto, tão estranha quanto seu rato de estimação e tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela captura totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução de liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e emocional sobre os percalços de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.



A mais pura verdade

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal com um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido, um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.



Animais Fantásticos e Onde Habitam

A acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana que foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros. O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o animal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.
Estas breves descrições são apenas uma amostra do que o leitor pode encontrar em Animais fantásticos & onde habitam, de J. K. Rowling, escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander, e com prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts atribui-se a responsabilidade pelos bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. 
Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem.
Este exemplar é uma duplicata do Animais fantásticos & onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. 




A Bússola de Ouro

O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman, se passa em um mundo muito parecido com o nosso — mas com algumas curiosas diferenças. Ciência e religião se confundem. Todo ser humano possui um daemon, um animal inseparável que na infância toma várias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe fazê-lo funcionar.
Lyra é uma menina levada que vive na tranquila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra.
Lá, crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger some, ela parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores.
Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências.
Entre ursos usando armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o amigo de seu trágico destino.



E aí fofis, já leram algum desses livros?
Qual gostariam de ler??
E qual livro de capa azul vocês indicam???


Abraços Literários e até a próxima.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Presentes da Liliane-

                                                                                


Liliane do blog Paulamar é um amor de pessoa.
Gentil, atenciosa, educada e com talento nato para DIYs sempre feitos com muito capricho.
Recebi uma caixinha recheada de surpresas e coisas lindas demais.
Porta-guardanapos que vou guardar para usar no Natal, mídias que queria muito assistir e agora vou poder maratonar e um lindo tapetinho para a Ágata (que eu acho ia ficar muito lindo na minha mesa do note, massssss a gatusca amoou <3)
Liliane é uma querida, uma dessas pessoas que a gente quer trazer guardada num potinho e cuja amizade permanecer por toda a vida <3
Gratidão Lili!

                                                                        

                                                                             






Abraços Literários e até a próxima <3


domingo, 18 de novembro de 2018

O icônico ratinho Mickey faz 90 anos



A exibição do filme “Steamboat Willie”, em 18 de novembro de 1928, no Coloy Theatre de Nova York, é a data que marca o nascimento do Mickey Mouse, personagem icônico criado por Walt Disney (1901-1966) que mudou a história do entretenimento.

                                                                                    


Hoje, aos 90 anos, o ratinho mais famoso do mundo tem traços e comportamentos diferentes de quando surgiu. E foram essas transformações ao longo dos anos que o mantiveram atual e querido.
O personagem que em suas primeiras aparições era magrinho e fumava, reinventou-se, tornou-se fofiiiinho e agora está mais agitado dentro do contexto do nosso tempo.
O ratinho, que nasceu “humanizado” para que houvesse empatia, fez sucesso desde o começo, tanto que as pessoas pediam para repetir as sessões e deu base para que seu criador construísse um império: a Disney. Que de olho na manutenção da marca no futuro, se prepara para lançar uma plataforma online como a Netflix. A ideia é oferecer a possibilidade de filmes e séries na hora que quiser disponibilizando conteúdos exclusivos.
Quando falamos em Disney, logo pensamos em um mundo de fantasia formado por heróis, princesas e personagens fantásticos.
E é o Mickey um dos principais responsáveis pelo surgimento desse império.
Graças ao seu sucesso Walt Disney investiu em outros personagens e frentes de negócios.
Fantasia” filme de 1940 estrelado pelo ratinho, por exemplo, foi marco de animação e garantiu destaque para a empresa no mundo do cinema, embora não tenha sido bem recebido na época.
Na Itália, ele é Topolino. Na Alemanha, Micky Maus. Em espanhol, é o Raton Mickey. Em sueco, Musse Pigg, e Mi Lao Shu é o seu nome em mandarim.
Como não amar?????????

Abraços Literários e até a próxima.



quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O Boneco de Neve (Harry Hole #7)- Livro e Filme


                                                                             


Sinopse- No dia da primeira neve do ano, na fria cidade de Oslo, o inspetor Harry Hole se depara com um psicopata cruel, que cria suas próprias regras. O terror se espalha pela cidade, pois um boneco de neve no jardim pode ser um aviso de que haverá uma próxima vítima. No caso mais desafiador da sua carreira, Hole se envolve em uma trama complexa e mortal, com final surpreendente. 


                                                                             


O Boneco de Neve, aclamado livro do autor Jo Nesbø, lançado em 2007 - sétimo volume na série Harry Hole - apresenta um thriller de investigação criminal envolvendo o famoso detetive na caça de um serial killer que sempre aparece quando cai o primeiro floco de neve.
Muitos disseram ser necessária a leitura dos livros anteriores da franquia.
Sinceramente não acho que faça diferença para entender o perfil dos envolvidos na trama e não há dificuldade em acompanhar a narrativa..
Apesar de ser o sétimo volume da série, pode ser lido como único por tratar de um caso isolado.
Na obra acompanhamos o detetive anti-heroi, sombrio, alcoólatra, atormentado, marcado por perdas e erros que provocaram traumas, mas inteligente e justo.
Excelente no que faz é obsessivo, racional e intuitivo na medida exata, além de ser tratado como lenda no centro de investigações.

                                                                                


Todos os personagens são suspeitos em algum momento!
A trama é sinistra e bem orquestrada. Nós conhecemos o killer na infância, mas não sabemos quem ele se tornou quando adulto.
Os bonecos de neve são mensagens, e decifrá-las é o maior desafio enfrentando pelos investigadores.
Jo Nesbø é detalhista na descrição das cenas do crime e também ao traçar o perfil de seus personagens.
Os capítulos são pequenos e a mudança constantes dos cenários, situação e espaço de tempo promove ainda mais suspense.
É o tipo de história que constrói um clima de tensão durante a investigação e de repente te apresenta novas possibilidades e teorias, as pistas já não parecem tão verídicas e novos fatos são colocados em jogo, personagens irrelevantes crescem, isso sem falar nos sustos e a sensação de "como eu não vi isso antes?”.
Destaque para os personagens secundários de Katrine Bratt, que divide ótimos momentos de interação com o protagonista; Rakel, um antigo caso de Harry; Arve Støp e Gunnar Hagen que são essenciais para o desenvolvimento da trama.

Não é o tipo de livro que dá pra deixar de lado, guardar na mochila ou esquecer na gaveta.
Precisa estar ao alcance das mãos prontinho para ser lido em qualquer oportunidade.
O autor soube entregar uma obra completa que vai agradar os fãs do gênero e siiiiiim mereceu todo o hype que teve.


                                                                              


O longa baseado no livro de mesmo nome acompanha o detetive Harry Hole (Michael Fassbender) e suas investigações sobre as ações de um serial killer que deixa um boneco de neve sempre que faz uma nova vítima.
O filme acerta ao instigar a dúvida sobre a identidade do assassino, proporcionando pistas falsas sobre vários personagens e causando aquela sensação que sentimos ao assistir um bom suspense e achamos que descobrimos a solução do mistério, mas acabamos nos surpreendendo.
Apesar de problemas de bastidores como um longa feito às pressas pelo diretor Tomas Alfredson, errinhos no roteiro (e edição) e alguns enganos nas atuações, não houve grandes danos colaterais.
Pra quem gosta do gênero é uma ótima oportunidade de conferir a obra de Jo Nesbø e se encantar com belas cenas de neve filmadas na Noruega.


Abraços Literários e até a próxima.



quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Halloween Literário-


                                                                                 


Para o Halloween vamos de livrinhos da DarkSide® Books de dois dos maiores nomes do gênero terror, Lovecraft e Poe?
Então vamos conhecer os bonitos da vez.

                                                                                  
                                                                             

                                                                     
Em H.P. Lovecraft: Medo Clássico Vol. 1 – Miskatonic Edition e H.P. Lovecraft: Medo Clássico Vol. 1 – Cosmic Edition, somos presenteados com uma seleção especial de contos do autor que revolucionou o horror e a ficção científica no século XX.
Os livros têm tradução com notas comentadas de Ramon Mapa, estudioso da obra e ilustrações de Walter Pax. A obra conta ainda com uma seleção de cartas e documentos coletados pelo historiador Clemente Penna na Brown University especialmente para esta edição.
A DarkSide Books preparou duas opções (o texto em ambas é o mesmo) para esta edição, a Miskatonic Edition e a Cosmic Edition.
Segundo a editora, a “Miskatonic Edition” é uma obra-prima para a biblioteca do leitor, inspirada na universidade que o escritor criou em seus contos. 
                                     
                                        


Já a “Cosmic Edition” é uma viagem ao recantos mais alucinados da mente de Lovecraft, mesclando loucura e realidade. 
O meu tem essa capa amorzinho da Cosmic <3
                                                
                                                                              



E para os leitores que desde cedo se aventuram pelo gênero, a Caveirinha, linha infantil da editora apresenta O fantástico alfabeto Lovecraft que explora toda a mitologia do autor de A a Z para que os pequenos possam dar seus primeiros passos com o professor do fantástico.



                                                                               


Já em Edgar Allan Poe: Medo Clássico Volume 2 o autor superou a morte, sua musa, e continua a ocupar o posto incontestável de autor mais influente e macabro da literatura dark.
O pai das histórias de suspense e mistério volta a assombrar os leitores em uma nova coletânea cuja obra foi preparada com o mesmo padrão de qualidade sobrenatural do primeiro volume, um dos maiores best-sellers da editora dedicada inteiramente ao terror e à fantasia.

No primeiro volume, resenha que vocês conferem (aqui), conhecemos a fantástica casa de espelhos de Poe, suas máscaras e segredos, seu ímpeto aventureiro, suas mulheres etéreas e, é claro, seu corvo imortal.
Agora, exploramos seus devaneios sobre a finitude humana, o desamparo da perda e a solidão do nunca mais.
Reunindo contos, poemas e cartas que trazem à tona um lado ainda mais sombrio do genial Edgar Allan Poe: Medo Clássico Volume 2 mostra toda a força das suas palavras em doze obras-primas de ficção, como “William Wilson”, “O Homem da Multidão”, “O Demônio da Perversidade”, “Uma Descida ao Maelström”, “A Verdade Sobre o Caso do sr. Valdemar” e “Lenore”.

Um capítulo extra apresenta cartas pessoais do autor, uma rara oportunidade para o leitor conhecer o homem por trás da obra. Repleta de mistérios e cantos obscuros, a vida pessoal de Poe foi tão intrigante quanto suas narrativas mais fantásticas.

E aí bebês estão prontos para uma madrugada de leitura ???
Diz aí pessoas fofis qual livro ou filme vocês elegeram para o Halloween????

Abraços literários, sustos, travessuras, guloseimas e até a próxima.



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Outubro Rosa Literário-

                                                                               
                                                                           
Outubro Rosa, que tem como símbolo o laço cor-de-rosa, é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
E isso vale também para os homens e os pets!
O bloguito traz indicações de livros com capas cor-de-rosa para compartilhar com vocês.
E quem quiser dar uma olhadinha na seleção do ano passado é só clicar (aqui)




O Pássaro

Uma história romântica e surpreendente que irá prender sua atenção desde a primeira página. Você está preparado? Caroline Mondevieu é filha de um poderoso barão e tem tudo o que uma dama da época poderia querer: status, riqueza e um ótimo partido para se casar. Seus sonhos, no entanto, vão muito além de vestidos caros ou um bom marido; ela quer ser dona do próprio destino. Tudo parece perdido quando ela encontra Bernardo, um charmoso e irritante domador de cavalos. Eles não conseguem se entender até perceberem que, para alcançar o sonho em comum da liberdade, deverão passar por cima das diferenças e se unirem em um arriscado plano que promete transformar suas vidas para sempre. Grandes emoções os aguardam nessa jornada: perseguição, mistérios, ciganos e o despertar de um sentimento que insiste em se manter escondido. Mas o que parece tão simples envolverá mais magia e coincidências que eles podem imaginar, além da descoberta de segredos, até então, muito bem guardados




No mundo da Luna

A vida de Luna está uma bagunça! O namorado a traiu com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina do que com ela e seu chefe vive trocando seu nome.
Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas e o quadro de jornalistas diminuiu drasticamente. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo dela. Embora não tenha a menor ideia de como fazer um mapa astral e não acredite em nenhum tipo de magia, Luna aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser criar um texto em que ninguém presta atenção?
Mas a garota nem desconfia dos perigos que a aguardam e, entre muitas confusões, surge uma indesejada, porém irresistível paixão que vai abalar o seu mundo. O romance perfeito não fosse com o homem errado. Sem saída, Luna terá que lutar com todas as forças contra a magia mais poderosa de todas, que até então ela desconhecia: o amor.
Com seu estilo ágil e fluido, Carina Rissi criou em No mundo da Luna uma leitura viciante, permeada de humor, magia e paixão, que vai conquistar você do início ao fim.




Rosa

Em uma margem, as palavras que contam a história da distância entre o pai e o filho. Em outra, as imagens que seguem o percurso do filho em busca do seu passado. Atravessamos de uma margem a outra, oscilando entre o tempo das palavras e o das imagens. Cabe a nós alcançar a terceira margem.
Em 2014, o original inédito do livro, que faz uma homenagem ao universo de Guimarães Rosa, venceu o tradicional Prêmio João-de-Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte.




Tio Flores

Edinho quer ser costureiro como o Tio Flores. Mas antes ele precisa conhecer os fios que unem o passado ao presente. Inspirada em histórias reais vividas na região do rio São Francisco, Eymard Toledo propõe uma reflexão sobre os descaminhos que podem ser trilhados em nome do progresso. Um delicado conto tecido nos afluentes da memória.




Precisava de Você

Esqueça todo e qualquer romance que você já leu até hoje. Precisava de Você é um (des)romance narrado por Lola, (mais) uma garota de coração quebrado. Após o seu breve – porém intenso – romance com Gabriel Vegas, ela decide esquecê-lo escrevendo todas as suas memórias em um caderno velho, do primeiro ao último dia. E, aos poucos, ela descobre que podemos precisar de alguém de diferentes modos.



O nome da rosa

Durante a última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano na Itália, paira a suspeita de que os monges estejam cometendo heresias. O frei Guilherme de Baskerville é, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias, conduz uma narrativa violenta, que atrai o leitor por seu humor, crueldade e erotismo.



A rosa e a adaga

Inspirada nos clássicos contos do livro As mil e uma noites, produzidos entre os séculos XII e XVI, Renée Ahdieh criou uma história que conquistou leitores e chegou ao topo da lista de best-sellers do New York Times.
A jovem Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela concentra forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor.
Com uma narrativa envolvente e repleta de referências à cultura árabe, a autora desenvolve um universo de intriga política, magia negra e relações complexas.



E aí bebês já leram algum desses livros????
Qual gostariam de ler??
Qual a indicação de livro com capa cor-de-rosa de vocês????
Conta aí!!!!

Abraços Literários e até a próxima.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Literatura Infantil-



Para os pequenos, a galerinha que está começando a ler agora e para leitores de todas as idades que dão vozes às suas crianças interiores, escolhi alguns livrinhos que chegaram por aqui nesse 2018, vamos conhecer as narrativas por trás dessas capas lindinhas?


Lina e o balão de Komako Sakai – Editora Pequena Zahar

Durante um passeio, Lina ganha um balão amarelo. Mas ele não é um simples balão amarelo para ela: é seu amigo. Vão brincar juntos, comer juntos, dormir juntos. O problema é que essa amizade é, por assim dizer, frágil, e um vento leva seu novo amigo para o alto de uma árvore. A menininha fica muito triste com essa possibilidade de perda e vai precisar confiar na sua mãe para tentar manter esse laço de amizade.



O Passeio de Pablo Lugones - Editora Gato Leitor

“Preparada, filha?” A menina mal responde e sai voando na bicicleta. Desta página em diante, o leitor percorrerá um longo passeio pelo tempo, acompanhando pai e filha em suas pedaladas. Lado a lado, eles envelhecem abrindo caminho para as descobertas.




O sol se põe na Tinturaria Yamada de Claudio Fragata – Editora Pulo do Gato

Sentado à porta da tinturaria, o senhor Yamada tenta relembrar a cantiga que entoava com os irmãos quando era apenas um menino, em Kyoto. O sol aquece suas lembranças, ele fecha os olhos e repete os versos até recuperá-los dos esconderijos do tempo.




A ilha do vovô de Benji Davies – Editora Salamandra

Um dia, o avô de Syd o convida a conhecer o sótão. Em meio a objetos antigos, recolhidos em viagens, há uma porta que abre para um mundo de fantasia. Syd e o avô não estão mais em casa, mas em um navio a caminho da ilha do vovô. Lá, eles brincam e vivem momentos muito felizes até que é chegada a hora de voltar. Mas o idoso não vai sair daquele paraíso. Este é um caminho que o menino precisa fazer sozinho. É com essa metáfora que o livro fala sutilmente sobre morte e perda.




No sótão de Hiawyn Oram – Editora Pequena Zahar

Às vezes, tudo que a gente precisa é de um pouco de espaço para deixar a imaginação fazer seu trabalho. O menino deste livro tinha muitos brinquedos espalhados pela casa, mas não conseguia se divertir. Até que um dia ele subiu no sótão, que estava praticamente vazio, e começou a preencher de aventuras sua vida entediante. Que mágica tinha aquele sótão? O tipo de mágica que nossos filhos precisam: espaço livre, tempo ocioso, uma agenda sem cobranças e nenhuma proposta de brincadeira óbvia.



A volta dos gizes de cera de Drew Daywalt - Editora Salamandra

Se no primeiro livro (lembram dele no ano passado? Clica aqui) os gizes de cera se revoltaram, no segundo tudo o que alguns querem é voltar a ser usados. Desta vez, Diego recebe uma pilha de cartões-postais de seus amigos injustiçados. O bordô, por exemplo, foi esquecido no sofá há dois anos e acabou quebrado. O vermelho-neon foi largado em um hotel e só quer voltar para casa. O amarelo e o laranja, que brigaram no primeiro volume, derreteram no sol e se grudaram. O giz que brilha no escuro está sozinho no porão e com medo dos monstros que ajudou a desenhar. Diego vai arranjar um jeito de agradar a todos os gizes que ele esqueceu, perdeu ou desprezou ao longo do tempo nessa narrativa cheia de humor.




Direitos do pequeno leitor de Patricia Auerbach – Editora Companhia das Letrinhas

Um livro é um grito de liberdade. Assim, todo pequeno leitor precisa saber que pode tudo com a leitura. Desde se imaginar como o herói de uma história, fazer amigos imaginários e ler onde e como quiser. Esse é o manifesto que Patricia Auerbach fez para as crianças neste livro, inspirado na obra Como um Romance, em que Daniel Pennac encoraja os leitores a transgredirem a leitura, pulando páginas ou até abandonando livros antes do fim. E que Odilon Moraes ilustra com elementos de outras histórias infantis, como Alice no País das Maravilhas e Onde Vivem os Monstros.




Assopre, ponha o curativo e sarou! de Bernd Penners – Editora Brinque-Book

Sabe quando a gente dá um beijinho para sarar? É mais ou menos isso o que este livro faz. Mas o leitor, aqui, precisa interagir colando os curativos nos animais machucados – o macaco bateu a testa, a ovelha arranhou a barriga e o cachorro torceu a pata, por exemplo. E não basta grudar o adesivo, é preciso doar também uma dose de afeto, pois para cada machucado há o pedido de assoprar e dar um beijo. Por ser cartonado, o livro permite a brincadeira de colar e descolar, sem medo de amassar.



Eu pirei no A Volta dos gizes de cera, desidratei de chorar com A Ilha do vovô e queria um curativo pra sarar o dodói da saudade da minha pequerrucha <3
E aí bebês me contem qual livro vocês acharam mais fofoludo?????


Abraços Literários e até a próxima.