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sábado, 31 de março de 2018

Feliz Páscoa-


                                                                            


A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais.
O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae.
Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska, porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos, principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera eram de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

Entre os judeus, a data marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durante muitos anos. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egito, passando da escravidão à liberdade. Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

Entre os cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo, passagem da morte à vida eterna (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março). A semana anterior a Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.

A figura do coelho está simbolicamente relacionada a esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grande quantidade.
Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo.
O coelho representa simbolicamente o nascimento e a esperança de uma nova vida.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa?
Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.
Já os ovos de Páscoa, de chocolate ou enfeites, também estão neste contexto da fertilidade e da vida.

Então, independente de qual seja sua religião, ou se você não tem uma, vamos aproveitar a data para renovar as esperanças em uma vida recheada de doçura?????????

Uma Feliz e Abençoada Páscoa!

Abraços Literários, beijos doces e até a próxima.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Criaturas & Criadores: Histórias para Noites de Terror


                                                                            


A edição de "Criaturas & Criadores: Histórias para Noites de Terror", linda com sua capa dura roxa e ilustrações em cobre metalizado é uma coletânea de contos que apresenta caprichadas releituras inspiradas em quatro consagradas obras da literatura de terror em versão nacional.

A Criatura, de Raphael Draccon, nos apresenta Elizabeth, uma repórter que acostumada a publicar furos de reportagem em seu canal no YouTube não se abala com os lugares que precisa visitar, nem que seja uma comunidade cercada por homens armados. Seu objetivo ali: desvendar os mistérios do Dr. Victor, responsável pela criação de um monstro que aterroriza até os soldados bem treinados do BOPE.
Um conto bem elaborado com início, meio e fim, e bons personagens numa contextualização instigante onde é possível visualizar cada cena narrada.

Conde de Ville, de Carolina Munhóz – Com bloqueio criativo, Elizabeth já perdeu todos os prazos de seu editor. Não importa o que ela faça, não consegue finalizar o seu próximo conto de terror.
Até que vai à nova, badalada e trevosa boate da cidade que tem uma decor gótica e um proprietário misterioso que alguns frequentadores nunca viram.
Mas Beth consegue conhecer V. em sua primeira visita.
Esse conto, que foi o que menos gostei, tem uma protagonista que não ganha a empatia do leitor, um final estranho, um enredo previsível e até um início que confunde já que o nome da protagonista é o mesmo da primeira história hihihi

Em Por Trás da Máscara, de Frini Georgakopoulos, conhecemos Cristine que está realizando o sonho construído por ela e seu pai. Mas agora que ele nunca mais verá suas apresentações, sua alegria de cantar morreu e ela pode perder a conquistada vaga no importante instituto de música. Uma lenda diz que a voz perfeita conseguirá a ajuda do fantasma do professor mais exigente do instituto se cantar para ele em meio aos escombros do teatro abandonado.
Por mais inusitada que a ideia possa ser, Cris decide arriscar e descobre que seu sonho pode se tornar um pesadelo.
Nesse que é o conto mais longo da antologia, e o que mais gostei, narrativa, personagens e final me agradou muitíssimo, surpreendeu e garantiu suspiros.

O Sorriso do Homem Mau, de Raphael Montes
- Pablo é um profissional respeitado e feliz em seu dia a dia como marido, pai e dentista, quando começa a criar hábitos estranhos e partes do seu dia são apagados de sua memória, como se nunca tivessem acontecido. O que ele faz nesses momentos é algo do qual ninguém se orgulharia.
O autor presenteia os leitores com uma versão estendida de um de seus primeiros trabalhos, com um desenvolvimento arrepiante da história assim como seu desfecho tenso.

Acho que mesmo quem não gosta do gênero pode se interessar pelo livro já que as narrativas da obra não são exaaatamente de terror, mas descrevem a capacidade do homem em fazer o mal, e isso sim é assustador.

Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 27 de março de 2018

Horror na Colina de Darrington-


                                                                               


Sinopse- Em 2004, Benjamin Simons deixa o orfanato em que viveu desde a infância para ajudar seus únicos parentes num momento difícil: com a tia debilitada e o tio trabalhando dia e noite, precisavam de alguém para tomar conta de sua prima Carla, de apenas cinco anos de idade.
No entanto, certa madrugada, a tranquilidade da colina de Darrington é interrompida por um estranho pesadelo que a cada minuto vai tomando formas reais. Logo, Ben descobre-se preso numa casa que abriga mistérios, onde o inferno parece próximo e o mal possui força evidente.
Isso tudo aconteceu quando Ben estava com dezessete anos, e foram experiências das quais ele preferia esquecer completamente…
Passaram-se dez anos, mas aquele pesadelo o acompanha de perto. Ben sente que precisa voltar e sabe que, ou desvenda tudo ou sempre viverá com medo. Então, ele decide contar, e traz numa narrativa angustiante e rica em detalhes tudo o que viveu e todas as batalhas impensáveis que travou para tentar manter a si próprio e a prima em segurança. E se descobre no centro de uma conspiração capaz de destruir sua própria sanidade.

                                                                                 


Horror na Colina de Darrington é o livro de estreia do brasileiro Marcus Barcelos, que possui mais de um milhão de leituras no Wattpad. Na obra que se passa em South Hampton, EUA, ele cria uma trama no estilo norte-americano de terror, não tão comum por aqui, com muitas cenas de horror distribuídas ao longo de doze capítulos e 142 páginas.
A sinopse entrega praticamente tudo, Benjamin é um órfão de 17 anos que sempre viveu no Orfanato St. Charles e que após o pedido de seu tio para ajudá-lo a cuidar da filhinha de cinco anos, se muda para a casa localizada na colina de Darrington.
A casa é estranha, esconde segredos sombrios, fazendo com que ele tenha visões assustadoras e logo se vê às voltas com uma conspiração ligada a elementos com sede de poder, envolvendo pessoas influentes e o sobrenatural.
Como os fatos são narrados em primeira pessoa, pelo próprio Ben, dez anos depois que aconteceram, a “verdade” fica nublada – estaria ele sendo fiel aos fatos ou imaginando coisas?
A certa altura, o próprio leitor se questiona se tudo aconteceu mesmo ou é ilusão de sua mente imaginativa.
O livro é curtinho e a leitura rápida intercalando presente e passado mostrando um pouco da história do protagonista e da casa antes do ocorrido.
No início dos capítulos, há prontuários, documentos, registros telefônicos e matérias de jornal que recapitulam o que irá ser revelado fazendo o leitor ligar os pontinhos no final.

                                                                             


A capa em alto-relevo é linda, a diagramação impecável, as folhas amarelas tornam a leitura confortável e as ilustrações de Thomaz Magno garantem a atmosfera sombria.

Não falta nada nem tem pontas soltas, masssssss achei mais ou menos, fiquei com uma sensação de déjà-vu, como se o autor tivesse se inspirado em váááááárias histórias conhecidas.
De qualquer maneira acho que os amantes de terror vão gostar do livro.

Abraços Literários e até a próxima.


domingo, 25 de março de 2018

A Casa do Lago-

                                                                         


Sinopse- A casa da família Edevane está pronta para a festa do solstício de 1933.
Alice, uma jovem e promissora escritora, tem dois motivos para comemorar: ela criou um desfecho surpreendente para seu primeiro livro e está secretamente apaixonada.
Porém, à meia-noite, enquanto os fogos de artifício iluminam o céu, os Edevanes sofrem uma perda devastadora que os leva a deixar a mansão para sempre. 
Setenta anos depois, após um caso problemático, a detetive Sadie Sparrow é obrigada a tirar uma licença e se retira para o chalé do avô na Cornualha. Certo dia, ela se depara com uma casa abandonada rodeada por um bosque e descobre a história do bebê que desapareceu sem deixar rastros. A investigação fará com que seu caminho se encontre com o de uma famosa escritora policial. Já uma senhora, Alice Edevane trama a vida de forma tão perfeita quanto seus livros, até que a detetive surge para fazer perguntas sobre o seu passado, procurando desencavar uma complexa rede de segredos da qual ela sempre tentou fugir.

                                                                              


Jurava que esse livro tinha como referência A Casa do Lago, filme de 2006, estrelado por Sandra Bullock e Keanu Reeves (que eu ameeeeei, apesar da atmosfera melancólica) e que é uma refilmagem do filme sul-coreano de 2000, Siworae Il Mare. Não é ://
   
                                                                          


A obra de Kate Morton é o típico livro que conta com minucioso processo de criação.
A narrativa tem, início em 1910, passa para 1930 e salta para 2003, nos apresentando os diferentes costumes sociais que caracterizam cada época.
O enredo é construído em cima do misterioso desaparecimento de um bebê, filho caçula da família Edevane. Parte da história é mostrada através da filha do meio do casal Edevane, Alice, uma jovem imaginativa que dedica seu tempo a criar histórias.
A segunda parte acontece setenta anos depois, quando a detetive Sadie toma conhecimento do caso, nunca solucionado, e decide investigá-lo.
A partir daí, a autora alterna passado e presente em um intricado quebra-cabeças, criando um labirinto em torno do mistério.
Pontos de vista de cada envolvido são apresentados, e assim conhecemos as biografias, as motivações e os segredos de cada um.
No presente, a obsessão da detetive Sadie pela história se mescla a um caso mal resolvido dela própria, criando uma trama paralela à principal.
Só que a autora é tão imaginativa quanto sua personagem Alice, e elaborou tantos detalhes, interligações e segredos que a história ficou cansativa. O excesso de detalhes (o mínimo dos mínimos dos detalhes :p) faz de A Casa do Lago um livro que não instiga nossa curiosidade para virar as páginas buscando pelo desfecho.
Outra questão é o tanto de reviravoltas que em vez de deixar o leitor sem fôlego se acumularam parecendo que você está lendo vários livros em um só, inclusive o desfecho tem uma pegada de dramalhão.

Fãs de thrillers e suspenses certamente não vão cair de amores pela leitura, masss para leitores que gostam de narrativas com segredos familiares, dramas e amores mal resolvidos, o livro é uma opção.

Abraços literários e até a próxima.


sexta-feira, 23 de março de 2018

Extraordinário- Livro e filme


                                                                             


TBR, abreviação de To Be Read, que é a nossa Lista Para Ler. Para dar cabo daqueles livros acumulados nas prateleiras esperando para serem lidos e que vão sendo sistematicamente deixados para o finalzinho da lista ou abandonados e ter a oportunidade não só de variar de gênero (siiiiiiiiim ultimamente só tenho lido thrillers policiais, psicológicos, investigativos, suspense e terror rsrs), mas de gostar de romance, drama, aventura, ação, chick-lit e hots.

Hoje é a vez de “Extraordinário” que praticamente dispensa apresentações. Em algum momento você já ouviu falar do garotinho Auggie Pullman que nasceu com uma deformidade facial e que pela primeira vez frequentará uma escola como qualquer criança de sua idade. De J.R.Palacio a história tem uma legião de fãs e faz parte da leva de obras que tratam o início da adolescência com questões mais sérias.
Recebi o livro há uns quatro anos e não sei porque não li. Talvez porque achei que fosse sobre “doença”. Não é!

                                                                            

                                                                                
O filme é dirigido por Stephen Chbosky (As vantagens de ser invisível) que também é responsável pelo roteiro. Há uma identificação imediata e uma relação de empatia que mistura mensagem edificante e processo de amadurecimento do protagonista, mas o mais interessante é que não é didático nem apelativo, não há exploração da doença, o grande acerto aqui é o compartilhamento de sentimentos comuns. O afeto entre obra e público não está relacionado a condição física do personagem, não há estereótipo e sim a humanização, afetividade, imaginação e humor numa combinação levinha (que faz chorar de mansinho em alguns momentos)
Mais interessante ainda é ter outros pontos de vista em sincronicidade. Estratégia narrativa que funciona bem, já que todo fato ganha força quando vista por outros pontos de interpretação. Além disso, evidencia que essa fase não é complicada apenas para Auggie que tem sua diferença estampada na face, mas também para sua irmã Via, para a amiga Miranda, o melhor amigo JackWill ... num belíssimo mosaico de vidas.
Elenco alinhado, começando pelo talentoso Jacob Tremblay (O Quarto de Jack) que demonstra seu carisma saindo-se muito bem, assim como todo o elenco infantil;  Julia Roberts que num jogo de olhares vive as preocupações de todas as mães que sabem não poderem ser onipresentes; a irmã Via, interpretada por Izabela Vidovic, melancólica adolescente construída com sutileza em arcos mais complexos. Aliás, todos os personagens secundários estão perfeitamente inseridos e alinhados com extraordinária qualidade, com o perdão do trocadilho.
Um roteiro que foge do retrato simples da criança com suas diferenças enfrentando um mundo hostil, e que poderia facinho ser um clichê sobre bullying ou um drama pesaroso, mas apesar das frases de efeito e dos finais felizes, traz em uma estrutura como capítulos de livro, uma boa e realista composição dos novos adolescentes com virtudes e problemas comuns e inerentes a essa geração se tornando uma obra interessante e reflexiva que vale a pena ser conferida.

Abraços Literários e até a próxima.




quarta-feira, 21 de março de 2018

Mural de Recados-


                                                                             
                                                                                                               
Oieeeeee pessoas fofis!
Nãooooooo, eu não fui abduzida, nem (snif) não estava de férias.
Desculpinhas pelo sumiço, estava me descabelando de estudar para as provas, o início da temporada de entrega do IR está de arrepiar, não tinha nenhum post programado, não li nenhum livro nas duas últimas semanas e os filmes que assisti ainda não resenhei, acontece né non????
Então aqui vai um apanhado de textos atrasadinhos que já eram para ter sido publicados, todos já sabem, mas quero deixar registrado.

                                                                        


A corrida pela 90ª cerimônia do Oscar, que aconteceu no longínquo dia 04, foi o que todos esperavam, não houve um grande favorito, já que nenhuma produção monopolizou os prêmios.
A Forma da Água levou o maior número de estatuetas, 4 (o de melhor filme, melhor diretor, melhor trilha sonora e melhor direção de arte), já que proporcionalmente teve o maior número de indicações (13).
Dunkirk levou de Melhor edição e montagem, melhor mixagem e melhor edição de som
Gary Oldman levou o de melhor ator por O Destino de uma Nação
Frances McDormand de Três anúncios para um crime levou a estatueta de melhor atriz
Sam Rockwell o de melhor ator coadjuvante também em Três anúncios para um crime
Melhor atriz coadjuvante quem levou foi Allison Janney por Eu, Tonya
Corra, Get Out ganhou o de melhor roteiro original
Me chame pelo seu nome ganhou o de melhor roteiro adaptado
Melhor animação ficou com Viva – A Vida é uma Festa
e Melhor filme estrangeiro ficou com Una mujer fantástica (Chile)


                                                                           

Outro texto atrasadinho, massssssss que eu não poderia deixar de fazer, é sobre a histórica e transgressora temporada Malhação – Viva a Diferença que terminou no último dia 05 e que foi anunciada como finalista do Prix Jeunesse International 2018 (projeto voltado a temática juvenil com qualidade, e do qual Cao Hamburguer já levou o prêmio por Bernardo & Bianca).
Diferente das outras temporadas essa não teve um casal protagonista, mas cinco garotas diferentes entre si, que se conheceram em um vagão de metrô por ocasião do parto de uma delas e pela primeira vez a história foi ambientada em São Paulo.
De Cao Hamburguer (Castelo Rá-Tim-Bum, Pedro & Bianca e Um menino muito maluquinho) e com direção de Paulo Silvestrini apresentou o universo dos adolescentes de maneira real, sem mimimi, com temas complexos e pertinentes ao cotidiano dos jovens que renderam debates precisos como gravidez na adolescência, famílias modernas, a necessidade de valorização do ensino público desgastado com poucos recursos e pela falta de vagas, Síndrome de Asperger, inconsequências juvenis, automutilação, drogas, preconceito racial e social, homofobia, bissexualismo, assédio sexual e alcoolismo.
A amizade das “five”, Lica (Manoela Aliperti), Keyla (Gabriela Medvedovski), Ellen (Heslaine Vieira), Tina (Ana Hikari) e Benê (Daphne Bozaski) alinhavou a narrativa enquanto acompanhamos o amadurecimento das jovens sendo impossível não criar empatia e identificação em vários momentos.
Sucesso de público e crítica, o final emocionante da temporada, assim como no início, teve outro parto, o da educadora Dóris (Ana Flávia Cavalcanti) feito pelas “five”, com quadros similares aos do primeiro capítulo realizados com delicadeza e sensibilidade fazendo com que os personagens e a história permaneçam conosco por muito tempo depois da palavrinha fim.


                                                                                

Também quero deixar registrado meu agradecimento à querida Liliane do blogPaulamar (aqui) pela sua amizade, carinho e fofurice, e dizer que ameeeeeeeeei <3 a caixa recheada de presentes que ela me enviou todos perfumado com carinho e afeto!
Gratidão!


                                                                             

Por fim quero dizer que como há algum tempo minhas leituras têm invariavelmente sido sobre thrillers investigativos, policiais e psicológicos ou terror vou atacar de lista de leitura, fazer aqueles potes com papeizinhos e sortear entre aqueles livros que estão parados esperando a vez :)

Sintam-se abraçados, beijados, tenham os cabelos puxados, sejam torturados por cócegas, vençam guerras de travesseiros e até a próxima.