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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Feliz Dia das Crianças-

                                                                                



Para comemorar o dia das crianças, selecionamos alguns títulos para os pequenos, para a galerinha que vai começar a ler agora e para leitores de todas as idades que sempre vão trazer em seus corações as crianças que foram um dia.
Entrem conosco nesse universo mágico da literatura J
Vamos carimbar o passaporte para um mundo de aventuras!

                                                                                 


 Tom- André Neves
Esse livro mexe profundamente com quem o lê.
É forte, mas também é delicado como uma festa de pássaros coloridos no céu.
Trata-se da história de um menino solitário e calado, que ninguém consegue decifrar. Tom sonha? Onde estão guardadas suas fantasias? Um dia ele revela o segredo de seu mundo interior, e tudo o que você quer é não parar de olhar para as lindas ilustrações, e pensar no seu próprio mundo interior e em todas as coisas que o livro disse na sutileza das entrelinhas.


                                                                                


A Coisa Perdida- Shaun Tan
Quando assisti ao curta de animação A Coisa Perdida, achei que era uma das histórias mais bonitas que já tinha visto pelo realismo fantástico que leva a gente para o mundo dos sonhos e das coisas que não precisam fazer sentido para serem belas. 
O livro que deu origem ao filme fala de uma coisa perdida na praia, uma criatura meio máquina, meio bicho, com ar triste. Às vezes as coisas simplesmente não pertencem a lugar nenhum. Às vezes, nem a gente encontra nosso próprio lugar.

Lindo texto e ilustrações.


                                                                                 


Acendedor de sonhos- Dorothée Piatek
Este é um daqueles livros que tratam das questões ambientais de maneira sensível.
A ilustração é tão delicada quanta a história comovente, de um tempo onde a noite era eterna, o sol não aparecia, plantas não existiam e água era uma raridade.
O que havia era um acendedor de sonhos que tinha a tarefa de trazer um pouco de luz à escuridão toda. Um dia, ele se depara com uma criança que pede sua ajuda para encontrar água e salvar a única plantinha que existia na Terra: uma flor feita de sol.
Daí os caminhos dos dois se cruzam numa busca pela vida, mostrando que o planeta em que vivemos é um bem precioso e que precisa ser cuidado com amor.


                                                                              

                                                                                
 Os fantásticos livros voadores de Modesto Máximo- William Joyce
Essa adaptação de um curta de animação conta a história de Modesto Máximo que escreve um livro onde registra suas alegrias, tristezas e esperanças, até que um furacão passa, sua vida dá uma reviravolta e apenas suas memórias foram preservadas.
Ao olhar para o céu, vê uma moça voadora que o leva a uma biblioteca na qual ele pode ouvir os sons vindos das histórias.
Aventura fantástica, lindamente ilustrada, com um final surpreendente.


                                                                                     


A Ervilha que não era torta- Maria Amália Camargo
O clássico A Princesa e a Ervilha, de Hans Christian Andersen revisitado neste livro de maneira divertida, mostrando o que acontece quando o príncipe não é tão príncipe e a história não termina feliz para sempre.
Nela tudo é diferente, e realidade, doçura e humor estão presentes nos traços de cada página.


                                                                               


Mizu e a Estrela- Margarida Cristina Vasquez
A beleza das ilustrações retrata a delicadeza da história passada no distante país africano de Zimbábue.
Mizu é o menino que, certo dia, se afasta da aldeia sem ser visto. Onde ele foi? O que foi fazer?  Ele ganha uma amiga muito diferente. Quem será?
Acompanhando a história, vamos saber o que acontece com Mizu e também conhecer os planaltos ondulados da paisagem e os costumes daquele povo.



Abraços Literários e até a próxima


sábado, 18 de abril de 2015

Dia Nacional do Livro Infantil-

                                                                                 


José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba e estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar.
Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o "Cenáculo” e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, cujo título era o mesmo daquela república de estudantes.
Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Viveu um tempo como fazendeiro e foi editor de sucesso.
Mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado”.

Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920,  fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional.
E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema. No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques à Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice.
Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimentos e ideias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.
Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.
E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.
Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros. Lobato recobrou o antigo prestígio, trazendo para a empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.

Absolutamente coerente que nesta data, 18 de abril,  seja comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil.


E a data se repete ...

Ano brinca em trezentos e sessenta e tantos dias e volta às páginas dos Livros Infantis, combinando com a gente a boa lembrança de homenagear o seu dia.
Como é bom viver as cores e sentir os sabores doces de um mundo maravilhoso de contos.
Os criadores desses mundos são frutos colhidos na nossa lembrança. São árvores frondosas, cheias de felicidade, que com amor escrevem para nós. Nada melhor do que lembrar suas criações e repetir sempre quem faz os contos infantis. Merecem ter sempre as inspirações de como viver com os bichos falantes, os príncipes encantados e as princesas beijadas por sapos.
Contar estórias pitorescas de subir num pé de feijão pra encontrar outro mundo encantado.
Ter contato com bruxas malvadas e falar com espelhos mágicos.
Sonhar com estrelas e achar lindo o romance da Lua com o Sol.
Fazer do mar um viveiro de peixes falantes e coloridos ávidos da boa vida encantada.
Ter um velhinho de barba muito branca trazendo presentes para serem depositados numa Árvore de Natal.
São contos e realidades que fazem os sonhadores meninos de hoje serem os homens felizes de amanhã.
Duvido que algum de nós não tenha lido um Conto Infantil, que seja, na sua vida.
Então, Criadores dos Sonhos Coloridos, agradecemos por toda  coletânea infindável que existe em nossas mãos, para lermos e contarmos para os nossos pequeninos antes de dormir.
Viva o dia 18 de Abril. Ele é o dia dos Maravihosos Contos Infantis.

Autor: Paulo Kwamme




Abraços Literários e até a próxima.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dia Nacional do Livro Infantil-


                                                                            


No dia 18/04, o Brasil comemora o Dia Nacional do Livro Infantil e escolheu este dia por ser a data de nascimento de um dos nossos ícones da literatura infantil: Monteiro Lobato, tradutor, escritor, contista e ensaísta. Algumas de suas obras mais conhecidas são:  O Sítio do Picapau Amarelo, O Marquês de Rabicó,  Reinações de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Caçadas de Pedrinho, Memórias da Emília. Histórias de Tia Anastácia, O Minotauro e Os Doze Trabalhos de Hércules entre outros.

                                                                                  



José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, venceu um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
Nessa fase de sua formação, Lobato entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Viveu um tempo como fazendeiro e foi editor de sucesso. Mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado", o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.
No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimentos e ideias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.


Para comemorar o dia de hoje,  qual livro de sua infância VC recomenda ??????

Abraços literários e até a próxima.