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sexta-feira, 23 de março de 2018

Extraordinário- Livro e filme


                                                                             


TBR, abreviação de To Be Read, que é a nossa Lista Para Ler. Para dar cabo daqueles livros acumulados nas prateleiras esperando para serem lidos e que vão sendo sistematicamente deixados para o finalzinho da lista ou abandonados e ter a oportunidade não só de variar de gênero (siiiiiiiiim ultimamente só tenho lido thrillers policiais, psicológicos, investigativos, suspense e terror rsrs), mas de gostar de romance, drama, aventura, ação, chick-lit e hots.

Hoje é a vez de “Extraordinário” que praticamente dispensa apresentações. Em algum momento você já ouviu falar do garotinho Auggie Pullman que nasceu com uma deformidade facial e que pela primeira vez frequentará uma escola como qualquer criança de sua idade. De J.R.Palacio a história tem uma legião de fãs e faz parte da leva de obras que tratam o início da adolescência com questões mais sérias.
Recebi o livro há uns quatro anos e não sei porque não li. Talvez porque achei que fosse sobre “doença”. Não é!

                                                                            

                                                                                
O filme é dirigido por Stephen Chbosky (As vantagens de ser invisível) que também é responsável pelo roteiro. Há uma identificação imediata e uma relação de empatia que mistura mensagem edificante e processo de amadurecimento do protagonista, mas o mais interessante é que não é didático nem apelativo, não há exploração da doença, o grande acerto aqui é o compartilhamento de sentimentos comuns. O afeto entre obra e público não está relacionado a condição física do personagem, não há estereótipo e sim a humanização, afetividade, imaginação e humor numa combinação levinha (que faz chorar de mansinho em alguns momentos)
Mais interessante ainda é ter outros pontos de vista em sincronicidade. Estratégia narrativa que funciona bem, já que todo fato ganha força quando vista por outros pontos de interpretação. Além disso, evidencia que essa fase não é complicada apenas para Auggie que tem sua diferença estampada na face, mas também para sua irmã Via, para a amiga Miranda, o melhor amigo JackWill ... num belíssimo mosaico de vidas.
Elenco alinhado, começando pelo talentoso Jacob Tremblay (O Quarto de Jack) que demonstra seu carisma saindo-se muito bem, assim como todo o elenco infantil;  Julia Roberts que num jogo de olhares vive as preocupações de todas as mães que sabem não poderem ser onipresentes; a irmã Via, interpretada por Izabela Vidovic, melancólica adolescente construída com sutileza em arcos mais complexos. Aliás, todos os personagens secundários estão perfeitamente inseridos e alinhados com extraordinária qualidade, com o perdão do trocadilho.
Um roteiro que foge do retrato simples da criança com suas diferenças enfrentando um mundo hostil, e que poderia facinho ser um clichê sobre bullying ou um drama pesaroso, mas apesar das frases de efeito e dos finais felizes, traz em uma estrutura como capítulos de livro, uma boa e realista composição dos novos adolescentes com virtudes e problemas comuns e inerentes a essa geração se tornando uma obra interessante e reflexiva que vale a pena ser conferida.

Abraços Literários e até a próxima.




13 comentários:

  1. Oii, Luli! Que saudade que estava de visitar seu cantinho (aproveitei e li mais de 5 posts haha!) Esse livro mereceu toda a febre que ele apresentou, inclusive a criação do filme (infelizmente não assisti, mas irei). Achei o livro tão chocante, tão emocionante, que nem sei quanto chorei. Amei sua edição e achei super diferentona hahah (e essa foto tambémm!). Achei muito legal que eles fizeram realmente um mix de sentimentos, deixando a doença não ser o foco, e sim as relações. Pelo trailer que assisti, a produção é absolutamente maravilhosa e estou só esperando sair na netflix para poder ver hahah!

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  2. Luli, não li o livro e ainda não consegui assistir ao filme, mas sem dúvida nos faz pensar e muito!

    Beijo!
    Cores do Vício

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  3. Luli, preciso urgentemente dar um adianto na minha TBR! Como sou muito emotiva, evito filmes como Extraordinário, mas acredita que após sua resenha deu vontade de ler o livro? Legal por você ter citado que o livro não é sobre a doença. Tenha um ótimo dia, beijos!

    Blog Paisagem de Janela
    www.paisagemdejanela.com

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  4. Olá, querida Luli!
    Eu assisti esse filme e me fez lembrar muito de um primo de terceiro grau que tem a mesma deformidade.
    Esse do filme tem os pais para apoiarem e o meu primo é filho de mãe solteira, que tem 6 filhos cada um um pai e ainda era usuária de drogas. Hoje o menino cresceu, mora em outro estado, foi morar com um tio,estudou, passou em um concurso federal, está feliz mesmo com suas deformidades.

    Excelente final de semana junto a sua família!
    Um beijo no seu ♥
    Andréa

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  5. Eu gostei bastante do filme, principalmente da interpretação do garoto Jacob Tremblay, mas entendo que em alguns momentos o roteiro exagera na vontade de emocionar a cada cena.

    Acredito também que algumas soluções dos problemas que surgem no caminho do protagonista estão longe da realidade. Infelizmente o mundo é bem mais cruel e injusto do que é mostrado aqui.

    Bjos

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  6. I really want to read something from this author!thanks for sharing..

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  7. Oi, Luli!

    Máscaras de cílios são tudo de bom, né?! hahaha! Sempre uso! ;D

    Obrigada! Vou mandar seus parabéns pra minha mãe (ela vai ficar contente com a mensagem)!

    Menina, tô precisando fazer uma Lista Para Ler. Tem muitos livros meus parados aqui que precisam desempacar! Bom, nunca li nem vi "Extraordinário". Acho que também por achar que era só sobre a doença do menino. Mas legal saber que não é isso! Vou ver se confiro pelo menos o filme.

    Ótimo sábado!

    Beijo! ^^

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  8. Minha mãe viu o filme e disse que gostou bastante.

    Tem sorteio novo la no blog, te convido a participar! http://www.cobaiaamiga.com/2018/03/resumo-da-semana-sorteio-makes.html

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  9. O livro não li ainda, mas vi o filme, antes de bloquearem no you tube kkk, bloquearam de todo mundo , snif.
    Eu também estou assim, cheia de livros atrasados na estante kkkk, já passouu dos 50, socorrooo.
    Bjus, LuLyloca.

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  10. Luli querida, antes de saber do filme nem sabia que tinha o livro. Não sei se leria o livro tendo oportunidade de vê o filme(ainda não vi).
    Sábado, aqui em casa a amiga comentou do filme. Gostou pouco.
    Imagino que não haja receitas prontas para cuidar do filho com problema físico.
    De todo jeito aprendi a não deixar que essa deformidade ou qualquer uma me chamasse atenção para não constranger o deformado.
    Não é fácil. E tem pessoas que se valem da deformidade para tirar vantagens.
    O livro é bem escrito?

    Tenho(ganhei) e já li o livro "AS ventagens de ser invisível" e achei tão sem graça que não teria interesse em vê o filme.
    Penso que faz tanto tempo que fui adolescente que não entendo os problemas e as crises deles.

    Tem um gato branco na foto de sua postagem?

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  11. não consegui ler nem ver ainda, mas sempre ouvi coisas boas sobre! :D

    xoxo
    Guria do Século Passado

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  12. Não gosto desse tipo de história, então nem li o livro e nem me interessei pelo filme.

    Beijos/Kisses.

    Anete Oliveira
    Blog Coisitas e Coisinhas
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  13. Oi Luli!
    Li esse livro há muito tempo atrás e me apaixonei!Que história fantástica.Impossível não se apaixonar pelo nosso protagonista,não sofrer junto com ele e não se colocar no lugar dele.
    Ainda não vi o filme,não sei porque.O elenco foi muito bem escolhido,sem falar que o diretor é simplesmente sensacional,ele consegue transmitir muito sentimento,pelo menos foi assim em As Vantagens de Ser Invisível.Quero demais ver logo!
    Beijos!

    http://livreirocultural.blogspot.com.br/

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