Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida





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terça-feira, 24 de maio de 2016

Inspira Estante #20

                                                                                
                                                                            
Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data exclusiva para ser comemorada: 24 de Maio - Dia Nacional do Café.
                                                                                 


Incorporada ao Calendário Brasileiro de Eventos por sugestão da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, a data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por produtores, cooperativas, exportadores, cafeterias e pelas indústrias que, em parceria com o varejo, promovem ações locais com lançamentos de novos produtos e realização de degustações nos pontos de venda.
Bebida milenar, o café tem como grande diferencial a capacidade de estar sempre atual e moderno. As indústrias, não só torrefadoras, mas também empresas fabricantes de produtos afins têm investido continuamente em inovação, e hoje são tantas as variedades e marcas de café, máquinas e acessórios à disposição que é possível ter uma pequena cafeteria em casa.
Essa é uma das razões das pessoas estarem consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas de preparo, adicionando ao café filtrado consumido nos lares, também os cafés ‘espressos’, cappuccinos e outras combinações com leite.
                                                                                  


Para comemorar o Dia Nacional do Café nós apresentamos três sugestões simples e lindas, além de super estilosas, de prateleiras, onde VCS podem guardar todos os apetrechos queridinhos da cafeteria particular e ter os livros favoritos bem ao alcance de nossas mãos!
Tem coisa melhor que um bom livro acompanhado de uma xícara de café passado na hora?????
                                                                                     



Abraços Literários e até a próxima.


domingo, 31 de janeiro de 2016

Click #16- Coffee Art

                                                                                  


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.
Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.




As imagens que  compartilhamos hoje são para VCS que assim como nós são apaixonados  por café.
Especialmente se vierem acompanhados de um bom livro.
E  é claro, tem tudo a ver com o bloguito que tem café até no nome!

                                                                             


VCS conhecem o Coffee Art?

                                                                               

É a arte de produzir figuras na superfície de bebidas à base de café.




Considerada por muitos consumidores o toque final em função de seu impacto visual.




E aí ?????
Qual a imagem que VCS mais gostaram ???????

                                                                               


Para variar o cafezinho de todo dia que tal aprender uma técnica super facinha para dar aquele toque especial na sua bebida favorita ??????
Vamos conferir ??????
Passo a passo e última imagem do blog smartgirls.com.br
                                                             

Material

Tampinha plástica (tipo a do Nescau ou Farinha Láctea, por exemplo)
Caneta e
Estilete


Como fazer

1 – O desenho fica a seu critério, você pode escrever uma ou duas palavrinhas ou quem sabe fazer um desenho simples como uma maçã ???





2 – Por baixo da tampa coloque um jornal dobrado para não riscar a mesa, e fique atento para não se cortar! Muito cuidado!


3 – Se você não sabe desenhar, use a técnica do papel vegetal para riscar os contornos básicos. Depois é só copiá-los na tampinha plástica.


4 – Com a tampinha pronta, é só colocá-la sobre a caneca cheia e polvilhar com chocolate em pó ou canela e se deliciar!


Abraços Literários e até a próxima.


domingo, 24 de maio de 2015

Dia Nacional do Café-



Comemore, fazendo do preparo e consumo de uma xícara de café, um maravilhoso ritual de aroma, sabor e prazer.

Além da comemoração internacional, 14 de abril, o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, e segundo maior mercado consumidor,Fica atrás só dos EUA,  possui sua própria data para homenagear essa bebida milenar, o Dia Nacional do Café, no próximo domingo, 24 de maio, que foi incorporada em 2005 ao Calendário Brasileiro de Eventos.
Em ambas as datas, a ABIC estimula atividades diferenciadas, assim como incentiva as ações compartilhadas, como uma decoração especial nos pontos de venda, distribuição de brindes e lançamento de produtos em embalagens diferenciadas. Estas ações coincidem com o início do período de maior venda e consumo de café, que são justamente os meses do Outono e Inverno.
A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) está convocando as indústrias, cafeicultores, cooperativas, exportadores, varejo, supermercadistas, cafeterias, imprensa e todos os consumidores para celebrar a data com uma deliciosa xícara de café, não importa a forma de preparo: na cafeteira elétrica, no filtro de papel, no coador de pano, em cápsulas ou sachê.
Além do tradicional café coado ou filtrado, puro ou com leite, pingado, cortado, latte, espresso, cappuccino, ou como ingrediente em  delícias gastronômicas.
O café é um dos produtos básicos que mais se negociam no mundo todo, sendo produzido em mais de 60 países, proporcionado o sustento para mais de 125 milhões de pessoas e sendo particularmente importante para os pequenos cafeicultores, que são os responsáveis pela maior parte da produção. De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), entre os consumidores, o café é uma bebida universalmente popular: mais de 600 bilhões de xícaras são consumidas todos os anos.
Em suas campanhas junto aos associados e ao mercado, a ABIC vai, mais uma vez, reforçar a importância do seu Selo de Pureza, que garante isenção de adulterações, e das suas certificações para os cafés de qualidade nas categorias Tradicional, Superior e Gourmet e para os cafés sustentáveis. E os selos da ABIC estampados nas embalagens das marcas que são monitoradas e analisadas periodicamente, são aliados dos consumidores e garantia de produtos seguros.
Consumido diariamente e em doses moderadas (três xícaras por dia), o café é uma bebida que dá energia e disposição, sendo ainda um momento prazeroso e reconfortante.  
Paixão nacional,  é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros, são quase 83 litros de café per capita por ano. No mundo, é também a segunda bebida mais consumida, perdendo somente para a água. As variações em aroma, sabor e qualidade fez com que o café brasileiro conquiste cada vez mais consumidores.
Hoje o café é considerado benéfico à saúde. Segundo informações divulgadas no site da Abic, estudos mostram que o café pode atuar na prevenção do câncer de cólon e reto, doença de Parkinson e de Alzheimer, apatia e depressão, obesidade infantil, diabetes tipo II, cálculos biliares e câncer de fígado. Também funciona como um antioxidante natural. Contribui ainda para o emagrecimento, uma vez que a ação estimulante da cafeína aumenta o consumo de energia e, consequentemente, o gasto calórico.
Também tem um efeito poderoso sobre as regiões do cérebro que regulam a sensação de prazer, atenção e motivação.
Uma das mais recentes pesquisas diz que o consumo de três xícaras de cafés, normal ou descafeinado, por dia reduz em 10% o risco de adultos entre os 50 e os 71 anos de idade adquirirem doenças cardio-vasculares e respiratórias, de AVC, de ferimentos, de diabetes ou de infecções. Os resultados foram publicados na revista médica New England Journal of Medicine em 17 de maio.
O hábito de tomar café está cada vez mais ligado a momentos especiais, de encontro de pessoas, de prazer e troca de ideias.
O bom e velho café combina com qualquer ambiente e companhia, e é por isso que essa iguaria tem o poder de reunir pessoas.
Nada melhor do que comemorar a data com amigos e familiares, seja em casa, no trabalho ou em uma cafeteria.
Aproveite o Dia Nacional do Café para fazer um bom café em casa: Para coar, derrame um fio de água sobre o pó de modo a manter um nível constante. Não é bom encher o coador até a boca, muito menos ficar mexendo o pó umedecido com uma colher. Importante que aqueça a garrafa térmica com água quente antes de passar o café e fazer o mesmo com as xícaras ao servir. Açúcar ou adoçante ficam a gosto. Depois de servido, o café mantém sua complexidade por até 5 minutos. Na garrafa térmica, o café fica gostoso por até 30 minutos. E esquentar café jamais.


O Café com Leitura na Rede, site e blog,  deseja a todos os seus leitores um excelente Dia do Café!


Abraços Literários e até a próxima.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Caneca Literária #15: Verão Cruel

                                                                          



Caneca Literária de hoje é para VCS que assim como nós gostam de um livro com formato inovador para ler despretensiosamente  acompanhado de uma xícara quentinha de café.
E assim como a nossa protagonista é viciada em internet olha que fofurice as canecas que encontramos na rede.

                                             
                            




Verão Cruel - Alyson Noël

Colby Cavendish, uma ex-nerd, decide mudar radicalmente sua própria imagem. Está ansiosa por participar de festas descoladas com a turma e, se tudo der certo, ficar com o cara mais gostoso da escola, Levi Bonham. Mas seus planos vão por água abaixo quando seus pais a mandam passar férias forçadas na Grécia com sua tia. Presa em uma ilha sem shoppings e sem sinal de celular, ela teme ser rapidamente esquecida por seus amigos. Mas eis que conhece Yannis, um deus grego, e tudo muda. Colby acaba confusa e tudo indica que aquele sentimento será mais que uma simples paixonite de verão.


Verão Cruel conta a história de Colby Cavendish por meio das páginas do seu diário. O livro começa com a protagonista sendo enviada para a Grécia, pois seus pais estavam se separando e resolveram poupá-la deste desgaste emocional.
Se no início a personagem é fútil, vazia e superficial, inclusive fazendo escolhas conscientemente erradas, no decorrer da narrativa acompanhamos o amadurecimento, o crescimento de Colby que decide se reinventar e acerta em cheio!
A história conta com  personagens interessantes e bacanas, principalmente na Grécia, aonde Colby vai se hospedar com a tia, que é um amor de pessoa,e que mesmo não aparecendo tanto na história, é um personagem marcante e decisivo na trama.
A autora tentou passar a mensagem de como somos apegados às redes sociais mostrando o “desespero” da personagem principal quando descobre que na casa da sua tia não tem WiFi, mas não foi muito convincente já que na viagem de Colby há muito a ser explorado e  estamos falando de três meses na Grécia e ao lado de um deus grego!
Também exagerou ao passar a imagem de  “mimizenta” da protagonista.
 Adolescente é adolescente e não quer perder uma balada por nada, mas chamar de "Verão Cruel" ser enviado para uma ilha paradisíaca é meio forçado. Ela passa tanto tempo reclamando que chega um momento em que temos vontade de “abandonar” a protagonista e “conversar” apenas com os outros personagens.
Verão Cruel é um livro com poucas páginas, mas nem por isso é uma leitura rápida nem leve.
Totalmente contado pela personagem principal, Colby Cavendish, o livro se divide entre momentos em que a garota está escrevendo em seu diário, respondendo e-mails ou retornando mensagens e cartões postais.
E isso é bem interessante.
No diário Colby nos conta que criou um blog - daí o nome do livro - para contar aos seus "amigos" sobre suas indesejadas férias de verão em uma ilha na Grécia e a visão maçante que ela tem do local.
E é  por esses meios que conhecemos a história
Do que realmente senti falta e isso porque achei necessário foram imagens. Em seu blog, a personagem descreve certas imagens e nesses momentos não temos nada para ver além dos textos.

Uma curiosidade, a primeira coisa que me chamou atenção no livro: ele não tem capítulos! Nunca tinha lido um livro sem divisões definidas e essa estrutura deixou a narrativa bem fluída.
Gostei bastante.

Recomendado.



Abraços Literários e até a próxima.

sábado, 21 de junho de 2014

Caneca Literária #12: Jardim de Inverno de Kristin Hanna

                                                                           
       

Esse é o livro que escolhemos para a nossa caneca literária de junho, nesse dia 21,  que marca o início do inverno.
Pura emoção!

                                                                             



Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas. A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história. Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são.
“Difícil não rir um tanto e chorar ainda mais com a história de mãe e filhas que se descobrem no último momento.” – Publishers Weekly. A história que sua mãe conta é como nenhuma outra já ouvida por elas antes — uma história de amor cativante e misteriosa que dura mais de sessenta anos e parte da Leningrado congelada e devastada pela guerra até o Alasca, nos dias atuais. A obsessão de Nina por descobrir a verdade as levará a uma inesperada jornada ao passado de sua mãe, onde descobrirão um segredo tão chocante, que abala a estrutura da família e muda quem elas acreditam ser.

O livro começa em 1972 com Meredith e Nina ainda crianças encenando uma peça de teatro baseada em uma das muitas histórias que a mãe lhes conta, com o único intuito de agradá-la, mas Anya reage de modo inesperado e cruel.
Após esse episódio, as meninas passam a evitar qualquer tipo de envolvimento emocional com a sua mãe, passam a conviver sob o mesmo teto como estranhas. 

"Mamãe havia mudado naquele dia, e Meredith também. Fiel à sua palavra, a irmã nunca mais ouvira os contos de fadas da mãe, mas essa fora uma promessa fácil de cumprir, já que mamãe jamais voltara a contar uma história.”  (p. 55)
O momento dos "Contos de fadas” era o único momento em que Anya demonstrava algum tipo de calor humano com relação às filhas.

A história dá um pulo para o ano de 2000 e observamos uma Meredith mãe de família, casada com o melhor amigo Jeff. Com medo de se tornar fria emocionalmente como sua mãe, ela se transforma numa dedicada e extremada mãe para Maddy e Jillian, tão dedicada que abriu mão da própria vida e de seu relacionamento.
Já Nina tornou-se uma fotógrafa internacional. Capaz de captar através de suas lentes momentos preciosos,  foge de relacionamentos sérios, mas no momento está saindo com Danny, um atraente irlandês de 39 anos que é correspondente de guerra.
Vivendo em mundos diferentes, as duas vão ter que se reunir após vários anos quando  seu pai fica doente. Cumprindo uma promessa feita a ele, as garotas vão ter que se unirem, abrandarem as mágoas do passado, para descobrirem o que realmente aconteceu com a sua mãe.
Anya é uma personagem surpreendente. Conforme vamos conhecendo sua verdadeira história, nos deixamos envolver e vivemos com ela  através de suas lembranças os horrores da guerra, as perdas, a insanidade e é impossível não se emocionar. Ela é uma sobrevivente. Absolutamente tocante.

A capa é linda, delicada e está totalmente relacionada com a trama, inclusive a borboleta. O livro certamente se tornou um dos meus favoritos.

"Pelo que pareceu uma eternidade, nenhuma das duas disse nada. Por fim, mamãe falou:
- Seu pai pensa que não posso lidar com a morte dele.
- E você pode? - Nina perguntou com simplicidade.
- Você ficaria surpresa com o que o coração humano pode suportar.”

Em “Jardim de Inverno”, Kristin Hanna nos apresenta a uma história emocionante do inicio ao fim. Já nas primeiras páginas o jeito de narrar da autora chama a atenção, é uma escrita doce, que transmite ao leitor todas as sensações referidas no livro. Conseguimos sentir as emoções dos personagens. Hannah é uma autora que não tem pressa ao escrever, e constrói seus personagens de forma única.
Meredith e Nina, apresentam personalidades distintas. Anya num primeiro momento se mostra como uma mulher fria emocionalmente, entretanto, ela tem uma história de vida. O único momento que ela chegava a transparecer algum carinho com Nina e Mere era quando lhe contava contos de fadas, esse era o momento que as filhas sentiam a ternura na voz de sua mãe. Mas esse conto de fadas não estava completo, Anya ainda não o contou por inteiro. E quando o marido falece, ele a faz prometer que contará toda a história às filhas.
Assim através desse conto, ela revive a própria vida. Somos levados à Segunda Guerra Mundial, e vamos conhecer a história de uma mulher que foi obrigada a fazer muitas escolhas, uma mais difícil que a outra.
A autora criou uma obra que mescla contos de fadas, segunda guerra, personagens marcantes, envolventes, reais, que carregam suas cruzes, e que possibilitam a identificação do leitor com eles. 
A narrativa viaja entre o passado e presente, e na trama  uma história dentro da outra se mescla. 
É admirável a forma como esse livro foi escrito, e ainda nos presenteia com um epílogo surpreendente.
É um livro para se emocionar e para aprender. Aprender que não há amor maior que o de uma mãe por um filho e que o perdão (inclusive  perdoar a si mesmo) é libertador.


Abraços literários e até a próxima.



quarta-feira, 7 de maio de 2014

O Guarani de José de Alencar-

                                                                                



O Guarani de José de Alencar foi o primeiro livro que ganhei de presente, um dos primeiros livros que li e um dos meus favoritos.

Sinopse: José de Alencar, um dos grandes patriarcas da literatura brasileira, pelo volume e mensagem de sua obra, deu à ficção produzida no século XIX, um tratamento monumental. Escritor romântico enfocou os mais importantes aspectos da nossa realidade: o índio e o branco; a cidade e o campo; o sertão e o litoral. A presente obra, que lhe granjeou popularidade ao ser lançado em folhetim, era lida avidamente, até nas ruas, à luz dos lampiões. O romance conta a história de amor entre o índio Peri e a moça branca Ceci, um dos casais mais famosos e conhecidos da literatura brasileira, tendo como cenário o Brasil do século XVII.


O Guarani foi o primeiro romance indianista escrito por José de Alencar. Sim, o autor se aventurou também por essa característica romântica.
 Na tentativa de criar um herói de identidade nacional, Alencar conta a história do índio Peri, o “bom selvagem”, e sua comovente devoção pela portuguesa Cecília.
Peri que no passado salvou a vida de Ceci ganha o apreço do pai da menina que grato o convida para morar com eles. Peri abdica de sua tribo para viver perto de sua amada e protegê-la.
A história se passa no período de pré-descobrimento, e a intenção de Alencar foi, basicamente, mostrar a influência do colonizador português sobre os índios, corrompendo sua cultura e religião.
Esse livro traz características marcantes do autor, como a riquíssima descrição de espaço, uma descrição ambiental formidável.
Esse é um livro intenso, muito bom, com muitas surpresas e bastante ação, apesar de ser um romance histórico, não é cansativo, muito pelo contrário sua narrativa é envolvente e seus personagens cativantes, muito bem construídos.
Destaque também para os personagens secundários, Isabel e Álvaro, que alcançam o status de protagonistas em alguns momentos marcantes.
Uma das mais belas obras-primas da nossa literatura!
O sucesso do livro foi tão grande, que em 1870 o compositor brasileiro Carlos Gomes compôs uma ópera baseada no livro. Além disso, foram feitas inúmeras adaptações para a televisão, cinema, até para histórias em quadrinhos, todos tendo o mesmo sucesso do livro.



Abraços Literários e até a próxima

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Click #7

                                                                           


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.

                                                                                


Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.
                                                                   



E como hoje, 14 de abril,  comemoramos o Dia Internacional do Café,  as imagens que o blog traz hoje fazem referência a um delicioso Café Literário!

                                                                                  


Nós adoraríamos tomar uma xícara servida por um desses adoráveis e incríveis bules! 
E VCS ?????
Sintam-se em casa! Venham para rede, peguem um livro e se sirvam de uma xícara.

                                                                               



Abraços literários e até a próxima.