Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida





Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

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Escreva para nós no e-mail: cafecomleituranarede@gmail.com



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A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Inverno Literário- Capas Temáticas

                                                                               

Pessoas lindas o inverno chega hoje à 01h24min e o bloguito traz uma seleção de livros de diferentes gêneros com essa temática.
  


Jardim de inverno

Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas. A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história. Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são.




Jardim de Inverno

Esta obra reúne parte dos momentos que a autora e seu marido, Jorge Amado, viveram nos anos de exílio na Europa. Ao narrar várias histórias com emoção e honestidade, Zélia ressuscita um pouco o que se perdeu e transforma sua memória pessoal em memória coletiva, sem abdicar da atmosfera delicada de confissão e de intimidade.



Solstício de inverno

A autora de Os catadores de Conchas conta, dessa vez, a história de Elfrida Phipps, que deixa Londres para construir uma nova vida em Dibton, pequena cidade em Hampshire, onde desfruta da companhia do cão Horácio e da amizade dos Blundell.
Porém, uma tragédia imprevista muda a sua rotina e abala radicalmente a sua vida.



O Palácio de Inverno

Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, o leitor acompanham o protagonista Geórgui, em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.
Mais uma obra-prima do autor de O menino do pijama listrado.





Uma Semana de Inverno

Quando Chicky Starr decide restaurar a velha Casa de Pedra, situada no alto de um penhasco na costa oeste da Irlanda, e transformá-la em um hotel, todos pensam que ela enlouqueceu. Mas, com uma reforma para proporcionar à casa lareira, quartos elegantes e uma aconchegante cozinha, não demora muito para ela receber seu improvável primeiro grupo de hóspedes.
Winnie e Lillian não se dão bem, mas se veem forçadas a passar férias juntas; John, astro de filmes norte-americanos, pensa que chegou despercebido; o casal de médicos Nicola e Henry, estão fartos das mortes que presenciaram; Anders odeia ter que herdar os negócios do pai, mas possui um talento nato para a música; a Srta. Howe, uma professora aposentada que parece não gostar de nada; os Wall estão desapontados por terem ficado apenas com o segundo lugar em um concurso valendo uma viagem a Paris; e Freda, a bibliotecária, está com medo dos próprios dons psíquicos.
Dividir “Uma Semana de Inverno” com personagens tão envolventes e improváveis será puro deleite.



A Rosa do Inverno

Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward Rawlings enlouquece com a sensualidade de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ele havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões além de mudar-se, pelo bem de seu sobrinho, para a mansão dos Rawlings na Inglaterra. No entanto, ao chegar lá, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward? Uma leitura leve e descompromissada, com boa dose de romantismo, forte aroma de sensualidade e uma pitada de suspense. Fala de paixão arrebatadora e indevida, de destino e escolha.



Cabul no Inverno

Ann Jones é uma jornalista norte-americana, acostumada a realizar trabalhos voluntários. Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001 e após a intervenção militar dos EUA no Afeganistão, Jones decidiu ir ao Afeganistão para ajudar.  Ela trabalhou em duas frentes: distribuição de roupas, comida e outros donativos para mulheres encarceradas e aulas de inglês para professores do ensino médio. Durante o período que ficou lá escreveu esse livro relatando tudo o que viu e o que viveu, transmitindo com clareza e eficiência sua experiência do tempo em que passou lá.
um relato de lembranças pungentes e poéticas do Afeganistão e de seu povo, que tenta encontrar a paz após décadas de guerra. 
É um livro que narra não apenas o panorama atual do Afeganistão, mas também as raízes histórias da cultura e da forma de pensamento local.



O Inverno das Fadas

A atração pode ser fatal, mas a fantasia faz parte do encantamento.
Sophia Coldheart não é uma fada comum. Ela é uma Leanan Sídhe, uma espécie de fada que serve de musa para humanos talentosos alcançarem o sucesso. Mas ao mesmo tempo em que os leva ao estrelato, se alimenta de suas energias, levando-os à loucura e à morte. Uma vida intensa e extraordinária com um fim trágico.
Mas o que aconteceria se um humano resistisse à sua sedução e fizesse a própria Sophia sentir-se fascinada por ele?



O Bom Inverno

"Quando o narrador - um escritor frustrado e hipocondríaco - se desloca a Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer um escritor italiano mais jovem, mais enérgico e muito pouco sensato, que o convence a ir com ele até Sabaudia, em Itália, onde o famoso produtor de cinema Don Metzger reúne um leque de convidados excêntricos numa casa escondida no meio de um bosque.
O cinema não é, porém, a única obsessão de Don: da sua propriedade em Sabaudia levantam voo balões de ar quente estranhamente vazios, construídos como obras de arte por Andrés Bosco, um catalão cuja relação com o produtor permanece um enigma. Nada, aliás, na casa de Metzger é o que parece; e, depois de uma primeira noite particularmente agitada, o narrador acorda com a pior notícia possível: Don foi encontrado morto no seu próprio lago. Bosco toma nas suas mãos a tarefa de descobrir o culpado isolando o grupo de convidados na casa e montando-lhes um verdadeiro cerco. Confrontados com os seus piores medos, assustados, frágeis e egoístas, estes começarão a atraiçoar-se e a acusar-se mutuamente, num pesadelo que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.



O inverno de Frankie

Frank Machianno não é o que parece ser. O protagonista de O inverno de Frankie Machine, novo livro de Don Winslow, tem mais camadas do que aparenta.
Conhecido como “o cara das iscas”, é dono de uma loja que atende os pescadores locais no Ocean Beach Point, o maior quebra-mar da Califórnia, e fornece frutos do mar para diversos restaurantes de San Diego. Todo Natal, Frank decora seu ponto de vendas, se fantasia e distribui doces no Halloween, além de promover um Campeonato de Pesca Infantil anual em que todas as crianças inscritas ganham prêmios.
Fora do trabalho, Frank ajuda a ex-mulher com os problemas domésticos, almoça com a filha uma vez por semana e mantém um relacionamento com uma mulher mais nova. Também é conhecido por frequentar diariamente a Hora dos Cavalheiros entre os surfistas – um horário reservado aos mais velhos e experientes, que não brigam pelas melhores ondas e respeitam a vez de cada um. Com mais de 60 anos, Frank tem a aparência de um senhorzinho fofo, que leva uma vida pacata, com uma rotina bem estruturada e sem grandes novidades. Mas, por trás dessa fachada aparentemente inofensiva, esconde-se Frankie Machine, um assassino profissional temido entre os mafiosos. E, quando ele recebe a visita do filho de um chefe da máfia de San Diego pedindo um favor, o passado retorna para cobrar velhas dívidas, e ele logo descobre que alguém deseja vê-lo morto. Para sobreviver, Frank precisa abandonar o disfarce do cara das iscas e descobrir quem está atrás dele – mesmo que a lista de suspeitos seja longa e ele já não tenha o mesmo vigor da juventude.


E aí fofis  qual a capa vcs acharam mais bonita ??
E qual o livro de inverno favorito de suas vidas  vcs recomendam ?????


Abraços Literários e até a próxima.



domingo, 31 de janeiro de 2016

Click #16- Coffee Art

                                                                                  


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.
Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.




As imagens que  compartilhamos hoje são para VCS que assim como nós são apaixonados  por café.
Especialmente se vierem acompanhados de um bom livro.
E  é claro, tem tudo a ver com o bloguito que tem café até no nome!

                                                                             


VCS conhecem o Coffee Art?

                                                                               

É a arte de produzir figuras na superfície de bebidas à base de café.




Considerada por muitos consumidores o toque final em função de seu impacto visual.




E aí ?????
Qual a imagem que VCS mais gostaram ???????

                                                                               


Para variar o cafezinho de todo dia que tal aprender uma técnica super facinha para dar aquele toque especial na sua bebida favorita ??????
Vamos conferir ??????
Passo a passo e última imagem do blog smartgirls.com.br
                                                             

Material

Tampinha plástica (tipo a do Nescau ou Farinha Láctea, por exemplo)
Caneta e
Estilete


Como fazer

1 – O desenho fica a seu critério, você pode escrever uma ou duas palavrinhas ou quem sabe fazer um desenho simples como uma maçã ???





2 – Por baixo da tampa coloque um jornal dobrado para não riscar a mesa, e fique atento para não se cortar! Muito cuidado!


3 – Se você não sabe desenhar, use a técnica do papel vegetal para riscar os contornos básicos. Depois é só copiá-los na tampinha plástica.


4 – Com a tampinha pronta, é só colocá-la sobre a caneca cheia e polvilhar com chocolate em pó ou canela e se deliciar!


Abraços Literários e até a próxima.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Click #14

                                                                                 


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.

                                                                             


Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.

                                                                              


                                                                                  


                                                                            


                                                                            


As imagens que  compartilhamos hoje, tem tudo a ver com esse que é o mês da Primavera.

                                                                             

                                                                               

Também tem tudo a ver com o bloguito,  já que as flores estão sempre inseridas em imagens junto com livros e xícaras decorativas de café.
E olhem só que interessante o click tatoo!!!!

                                                                                


Adooooro <3

Abraços Literários e até a próxima.

domingo, 24 de maio de 2015

Dia Nacional do Café-



Comemore, fazendo do preparo e consumo de uma xícara de café, um maravilhoso ritual de aroma, sabor e prazer.

Além da comemoração internacional, 14 de abril, o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, e segundo maior mercado consumidor,Fica atrás só dos EUA,  possui sua própria data para homenagear essa bebida milenar, o Dia Nacional do Café, no próximo domingo, 24 de maio, que foi incorporada em 2005 ao Calendário Brasileiro de Eventos.
Em ambas as datas, a ABIC estimula atividades diferenciadas, assim como incentiva as ações compartilhadas, como uma decoração especial nos pontos de venda, distribuição de brindes e lançamento de produtos em embalagens diferenciadas. Estas ações coincidem com o início do período de maior venda e consumo de café, que são justamente os meses do Outono e Inverno.
A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) está convocando as indústrias, cafeicultores, cooperativas, exportadores, varejo, supermercadistas, cafeterias, imprensa e todos os consumidores para celebrar a data com uma deliciosa xícara de café, não importa a forma de preparo: na cafeteira elétrica, no filtro de papel, no coador de pano, em cápsulas ou sachê.
Além do tradicional café coado ou filtrado, puro ou com leite, pingado, cortado, latte, espresso, cappuccino, ou como ingrediente em  delícias gastronômicas.
O café é um dos produtos básicos que mais se negociam no mundo todo, sendo produzido em mais de 60 países, proporcionado o sustento para mais de 125 milhões de pessoas e sendo particularmente importante para os pequenos cafeicultores, que são os responsáveis pela maior parte da produção. De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), entre os consumidores, o café é uma bebida universalmente popular: mais de 600 bilhões de xícaras são consumidas todos os anos.
Em suas campanhas junto aos associados e ao mercado, a ABIC vai, mais uma vez, reforçar a importância do seu Selo de Pureza, que garante isenção de adulterações, e das suas certificações para os cafés de qualidade nas categorias Tradicional, Superior e Gourmet e para os cafés sustentáveis. E os selos da ABIC estampados nas embalagens das marcas que são monitoradas e analisadas periodicamente, são aliados dos consumidores e garantia de produtos seguros.
Consumido diariamente e em doses moderadas (três xícaras por dia), o café é uma bebida que dá energia e disposição, sendo ainda um momento prazeroso e reconfortante.  
Paixão nacional,  é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros, são quase 83 litros de café per capita por ano. No mundo, é também a segunda bebida mais consumida, perdendo somente para a água. As variações em aroma, sabor e qualidade fez com que o café brasileiro conquiste cada vez mais consumidores.
Hoje o café é considerado benéfico à saúde. Segundo informações divulgadas no site da Abic, estudos mostram que o café pode atuar na prevenção do câncer de cólon e reto, doença de Parkinson e de Alzheimer, apatia e depressão, obesidade infantil, diabetes tipo II, cálculos biliares e câncer de fígado. Também funciona como um antioxidante natural. Contribui ainda para o emagrecimento, uma vez que a ação estimulante da cafeína aumenta o consumo de energia e, consequentemente, o gasto calórico.
Também tem um efeito poderoso sobre as regiões do cérebro que regulam a sensação de prazer, atenção e motivação.
Uma das mais recentes pesquisas diz que o consumo de três xícaras de cafés, normal ou descafeinado, por dia reduz em 10% o risco de adultos entre os 50 e os 71 anos de idade adquirirem doenças cardio-vasculares e respiratórias, de AVC, de ferimentos, de diabetes ou de infecções. Os resultados foram publicados na revista médica New England Journal of Medicine em 17 de maio.
O hábito de tomar café está cada vez mais ligado a momentos especiais, de encontro de pessoas, de prazer e troca de ideias.
O bom e velho café combina com qualquer ambiente e companhia, e é por isso que essa iguaria tem o poder de reunir pessoas.
Nada melhor do que comemorar a data com amigos e familiares, seja em casa, no trabalho ou em uma cafeteria.
Aproveite o Dia Nacional do Café para fazer um bom café em casa: Para coar, derrame um fio de água sobre o pó de modo a manter um nível constante. Não é bom encher o coador até a boca, muito menos ficar mexendo o pó umedecido com uma colher. Importante que aqueça a garrafa térmica com água quente antes de passar o café e fazer o mesmo com as xícaras ao servir. Açúcar ou adoçante ficam a gosto. Depois de servido, o café mantém sua complexidade por até 5 minutos. Na garrafa térmica, o café fica gostoso por até 30 minutos. E esquentar café jamais.


O Café com Leitura na Rede, site e blog,  deseja a todos os seus leitores um excelente Dia do Café!


Abraços Literários e até a próxima.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Click #12

                                                                               



Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.

                                                                                



Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as  imagens.

                                                                         



Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.

                                                                                



Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as  imagens.

                                                                           



As  imagens  que  compartilhamos hoje, 14 de abril,  dia internacional do café,  tem tudo a ver com o bloguito, afinal, um bom livro acompanhado de uma deliciosa xícara de café é ou não é a cara do Café com Leitura na Rede ??????

                                                                                   



Abraços Literários e uma xícara saborosa de café para todos os leitores!



domingo, 2 de novembro de 2014

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #12



 Este espaço,  intitulado Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos,  foi criado,   porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau em  uma sala;  devem estar ao nosso alcance sempre.
Com a leitura podemos, encontrar e descobrir mundos que existem dentro de nós mesmos.
É  por isso que convidamos você, hoje, 2 de novembro, dia em que homenageamos aqueles que amamos e que já não estão entre nós, a embarcar com a gente nesse lindo poema de Carlos Drummond de Andrade, que escolhemos para aliviar um pouco a saudade e diminuir um tanto a tristeza.

Cada uma de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.


Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje eu não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
Que rio e danço e invento exclamações alegres,
Porque a ausência, essa ausência assimilada,
Ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade


Beijos poéticos, enormes e abraços literários.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Cine Clube #9: 12 Anos de Escravidão-

                                                                                 



Doze Anos de Escravidão é antes de tudo um livro pelo qual se pode compreender um pouco mais sobre os EUA dos 1800. Embora o foco da narrativa esteja centrada no relato pessoal de Solomon Northup, pode-se ver claramente aspectos do norte e do sul dos EUA, que posteriormente culminariam na famosa Guerra de Secessão.
Em suma, a história real e trágica de Solomon Northup, negro livre, violinista e nortista se inicia em 1841, quando ao aceitar uma proposta emprego duvidosa, acaba sendo seqüestrado e vendido como escravo para o estado da Louisiana. Casado e pai de dois filhos, ele se vê longe de seus entes queridos por doze longos anos, quando em 1853 conseguirá sua liberdade de volta.

Sobre a  escravidão, não se pode esquecer o quanto o negro era visto como um “objeto” desprovido de subjetividade e, por conseguinte, maltratado, torturado. Solomon não nega isso, assim como não obscurece o fato de existirem senhores a quem chamava de “bons”, evidenciando não apenas uma faceta do sistema escravagista.
Percebe-se na leitura o quanto ele tenta resgatar com fidelidade os fatos que lhe ocorreram durante o tempo em que fora escravizado, dando ao leitor a tarefa de tirar as próprias conclusões sobre o sistema escravagista, sobre o senhor e a senhora (bem diferente dos filmes fofos e românticos com as “sinhazinhas” e os filhos de senhores que lutavam ao lado dos oprimidos), os traficantes de escravos e os próprios escravos, personagens que não são simplesmente bons ou totalmente maus, mas, sobretudo seres humanos, homens e mulheres do seu tempo que agiam de acordo com os seus interesses, como protagonistas de sua história.
Relato autobiográfico e história de vida emocionante.

                                                                                


O diretor Steve McQueen disse uma vez em entrevista que a história era como “um roteiro de cinema, pronto para ser filmado.” E quem já viu o filme percebe o quanto o diretor se esmera em transpassar os detalhes presentes nos cenários, nas personagens e nas cenas de horror.
Poucos retrataram tão bem o drama da escravidão, não só nos Estados Unidos como no mundo todo, como o diretor Steve McQueen
O filme é baseado no livro e conta a história real de  Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um cavalheiro livre  e letrado do norte, de 1841, que vivia uma vida agradável com sua família até ser enganado por uma oferta de trabalho, sendo vendido como escravo alguns anos antes da abolição da escravidão nos EUA, sendo levado para o sul.
O cotidiano cruel dos escravos é mostrado com exatidão, com o enfoque em Northup e em sua amiga Patsey  (Lupita Nyong'o atriz estreante que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante), que sofrem principalmente nas mãos do fazendeiro Edwin Epps (Michael Fassbender) e sua esposa, que constantemente apelam com violência contra os dois, tratando os negros como meros objetos de trabalho.
As cenas onde Patsey recebe chibatadas são dolorosamente reais e comoventes, retratando o preconceito e a crueldade do ser humano  com seu próximo.
O protagonista depois de 12 anos na escravidão, conhece o construtor canadense Bass (Brad Pitt, em uma ponta no filme), que vai auxiliá-lo.
O canto de lamúria dos escravos nas fazendas também é lindo e triste, lembrando que foi ele que inspirou a música blues e o rock, posteriormente. Esta é a base da trilha sonora.
É, sem dúvida, Oscar (2014) de melhor filme mais merecido dos últimos anos.
O filme também recebeu Oscar de melhor atriz coadjuvante e melhor roteiro adaptado.         
Chiwetel Ejiofor interpreta Salomon de maneira sensível, sem recorrer ao dramalhão e as lágrimas para sustentar o desespero de seu personagem por sua situação.
Michael Fassbender tem uma atuação digna de Oscar: De seu sotaque a todos os detalhes de seu cruel vilão, Epps (Fassbender) conseguiu me fazer odiá-lo. 
Lupita Nyong'o interpreta a escrava chamada Patsey, por quem Epps é completamente obcecado. Patsey é uma personagem muito sofrida sem qualquer esperança de saída ou redenção, Lupita mereceu todos os prêmios que ganhou por esse papel! Extraordinária atriz numa interpretação majestosa.
Não é um filme fácil de assistir, no entanto, é um daqueles filmes que todas as pessoas deveriam assistir. Não há catarse, não há alívio: Há apenas a reflexão da enormidade do que foi a escravidão nos Estados Unidos e na enormidade do dano causado.
Acredito que esse seja um dos motivos para que 12 Anos de Escravidão seja tão comentado e elogiado. Para vocês terem uma ideia esse filme será distribuído em escolas americanas, como material de estudo para os alunos. Essa é a enormidade de '12 anos de escravidão': um filme que foi feito comercialmente e que será utilizado como conteúdo em aulas de histórias, para que a história real seja discutida em sala de aula.
É um filme com um assunto sobre o  qual os americanos ainda precisam falar e discutir embora não seja necessário ser um americano para refletir sobre as consequências da escravidão para o mundo e para as pessoas.
Um filme maior do que apenas um filme, contextualizado, necessário, atemporal e reflexivo.
Recomendado.



Abraços Literários e até a próxima.

domingo, 11 de maio de 2014

Feliz Dia das Mães-




Nós do Café com Leitura na Rede Site e Blog desejamos a todas as mamães Parabéns pelo seu dia!
E sugerimos que VCS convidem a mulher mais importante de nossas vidas para um café e uma excelente leitura.


Mãe...

São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

(Mário Quintana)


Feliz Dia das Mães!
  


                                                                                


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Click #7

                                                                           


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.

                                                                                


Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.
                                                                   



E como hoje, 14 de abril,  comemoramos o Dia Internacional do Café,  as imagens que o blog traz hoje fazem referência a um delicioso Café Literário!

                                                                                  


Nós adoraríamos tomar uma xícara servida por um desses adoráveis e incríveis bules! 
E VCS ?????
Sintam-se em casa! Venham para rede, peguem um livro e se sirvam de uma xícara.

                                                                               



Abraços literários e até a próxima.


sábado, 5 de abril de 2014

Inspira Estante #7

                                                                              



Essa é a coluna daqueles que são apaixonados por estantes, principalmente se estiverem abarrotadas de livros.

                                                                              



É um móvel super versátil, que se adapta a qualquer lugar da casa suprindo as necessidades literárias e ainda mantém os livros pertinho e organizados.

Vamos postar fotos de algumas estantes lindas de se ver, outras interessantíssimas, algumas diferentonas, outras fofas, algumas pequeninas, outras grandonas e tb aquelas que nem  parecem estantes.

                                                                              



Nesse mês em que comemoramos o Dia Internacional do Café, no dia 14,  trazemos prateleiras com muitas xícaras para vcs se inspirarem, sentarem na rede e pegarem um bom livro.
Vem pro nosso Café!

                                                                                  



E aí, entre essas que apresentamos, qual a sua estante favorita ??????
 Conte para a gente aqui no nosso cantinho de leitura.

Abraços Literários e até a próxima.